‘The Economist’ critica ‘contabilidade criativa’ e inflação no Brasil

the economist

Depois do Financial Times, agora é a vez de a revista britânica “The Economist” tecer críticas à condução da política econômica brasileira e expressar preocupação com o aumento da inflação no país.

Sob o título “Números errados”, artigo publicado na edição desta semana elenca uma série do que chama de “notícias decepcionantes” sobre o Brasil: Produto Interno Bruto (PIB) mais baixo que o esperado, ações pouco ortodoxas para cumprir o superávit primário e medidas fiscais para conter a inflação.

A resposta do governo às más notícias, diz a revista, tem provocado temores de que o Brasil possa estar entrando em um longo período de alta inflação e baixo crescimento.

O artigo lembra que, não fossem as medidas para congelar as tarifas de transporte público antes das eleições municipais, em outubro, e aquelas para impedir que o reajuste da gasolina e do diesel chegasse ao consumidor, a inflação de 2012 poderia ter ficado ainda mais alta que os 5,84% registrados pelo IPCA, mais perto do teto da meta de 6,5%.

“Em 2013, esses dois preços devem subir e muitos analistas acreditam quem a inflação deve ficar em cerca de 6% neste ano”, diz o texto. Continuar lendo

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Sem manobras, economia pública é 65% da anunciada, avalia mercado

economiaBancos e consultorias consideram dados oficiais imprecisos para estimativas e fazem cálculo próprio

Descrédito preocupa setores do governo; operações para fechar contas no fim de 2012 agravam discrepâncias

A criatividade do Tesouro Nacional para fechar suas contas, com o uso de sucessivas manobras contábeis e brechas legais, criou no Brasil uma contabilidade paralela à oficial que coloca em risco a credibilidade fiscal da gestão Dilma Rousseff.

Bancos e consultorias passaram a expurgar receitas e depurar gastos para calcular um superavit “puro” e poder estimar o impacto na economia e fazer suas projeções. Continuar lendo

Destaque na Imprensa: Balança mineira movimentou US$ 9,7 bi

A receita gerada com as exportações do agronegócio mineiro encerrou 2011 com novo recorde. De acordo com os dados divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), entre janeiro e dezembro foram faturados US$ 9,7 bilhões com as exportações, alta de 27,65% sobre o montante gerado em igual período anterior.

As expectativas iniciais em relação a 2012 são positivas e os preços dos principais produtos do agronegócio deverão manter-se em patamares rentáveis. Os principais destinos das vendas dos produtos de Minas para o exterior foram Estados Unidos, Alemanha, Japão, Itália e China.

De acordo com a Seapa, a balança comercial do agronegócio de Minas Gerais em 2011 registrou superávit. Enquanto o Estado exportou US$ 9,7 bilhões, as importações de produtos do agronegócio foram apenas de US$ 382 milhões. O saldo positivo foi de US$ 9,3 bilhões. O agronegócio responde por 23,5% do saldo da balança comercial de todo o Estado.

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Destaque na Imprensa: Previsão de crescimento da economia brasileira em 2012 cai para 3,30%

Projeções da pesquisa Focus, elaborada pelo Banco Central, também pioraram para o setor industrial

Publicado em 02-01-12

A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2012 voltou a cair. Pesquisa semanal realizada pelo Banco Central junto aos analistas de mercado, a Focus, mostra que a expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – índice que mede o tamanho e a evolução da economia – caiu de 3,40% para 3,30%. Há um mês, o mercado previa expansão mais forte da economia, de 3,48% neste ano.

Para o ano passado – dado que será conhecido apenas em algumas semanas, os números também caíram novamente. De acordo com o levantamento, a mediana das expectativas para a expansão do PIB em 2011 recuou de 2,90% para 2,87%, ante os 3,09% registrados quatro semanas antes.

Em linha com a economia mais fraca, as projeções para o desempenho do setor industrial também pioraram. Para 2011, a expectativa de expansão do segmento caiu de 0,82% para 0,78%. Há um mês, o mercado apostava em avanço industrial de 0,94% no ano passado. Para 2012, os números não foram alterados e analistas mantiveram a previsão de crescimento de 3,43%, ante 3,46% de um mês atrás.

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Destaque na imprensa: Desaceleração afeta ICMS de Estados no segundo semestre

Publicado no Valor Econômico – 28-12-11

Mesmo já sofrendo os efeitos da desaceleração econômica, os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina devem terminar o ano com elevação real acima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Considerada como efeito da desaceleração econômica, a perda de ritmo no recolhimento do imposto durante o segundo semestre, detectada pelas Fazendas dos quatro Estados, não chegou a inverter o sinal do desempenho positivo do ano.

No acumulado de janeiro a setembro, a arrecadação total de ICMS no Brasil teve alta real de 4,3% em relação aos mesmo período do ano passado. Houve, porém, perda de fôlego no ritmo de recolhimento durante o ano. No primeiro trimestre a alta real foi de 6,7% em relação aos mesmos meses de 2010. No trimestre encerrado em setembro, a elevação foi de 3,4%. Os dados são da Secretaria da Fazenda de São Paulo, com atualização pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Apesar da variação ainda positiva no ano em termos reais, há receio dos efeitos que a crise pode ter nas receitas estaduais do próximo ano. Nos orçamentos enviados (e aprovados, na maioria dos casos) aos respectivos legislativos, os governos regionais previram aumentos de arrecadação de 10% a 15% em 2012 em relação a 2011, o que repetiria resultados uma ou duas vezes superiores aos do PIB. As projeções, contudo, foram feitas entre julho e agosto, quando a desaceleração da economia neste segundo semestre não era tão clara. A nova “cara” das economias brasileira e mundial torna muito mais difícil o cumprimento dessas estimativas.

Em São Paulo, a arrecadação de ICMS no acumulado até novembro somou R$ 90,4 bilhões, com alta real de 3,5% em relação ao mesmo período de 2010. Isolada, a arrecadação de ICMS em novembro, contudo, foi apenas 0,5% maior que a do mesmo mês do ano anterior e chegou a ter queda de 0,1% em relação ao outubro de 2011.

Segundo técnicos da Fazenda paulista, houve desaceleração de crescimento da arrecadação de ICMS nos últimos meses, influenciada principalmente pela perda de ritmo de produção industrial. Isso contribuiu para uma elevação menor da receita com o imposto na ponta. Em novembro o recolhimento do imposto pelo setor industrial em São Paulo teve queda de 6,8% em relação ao mesmo mês de 2010. No período, a produção paulista industrial teve queda de 4,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi amenizada pelos preços administrados, que tiveram alta de 4,3% no ICMS arrecadado na mesma comparação.

Em Minas Gerais, o efeito da desaceleração foi um pouco maior. A arrecadação de ICMS já sofreu queda nominal na margem, apesar do acumulado ainda apresentar crescimento em relação ao ano passado, de acordo com o secretário da Fazenda, Leonardo Colombini. A arrecadação do imposto em setembro, informa, foi de R$ 2,55 bilhões. Em outubro e novembro, porém, essa receita caiu para R$ 2,51 bilhões e R$ 2,50 bilhões, respectivamente. “Os segmentos de veículos, energia e combustíveis foram os que mais contribuíram para esse quadro”, diz o secretário. Ele lembra que a evolução foi contra o esperado, já que sazonalmente outubro e novembro costumam apresentar crescimento em relação ao mês anterior.

De qualquer forma, diz Colombini, o Estado deve arrecadar R$ 28,5 bilhões de ICMS no ano – descontando-se a receita adicional propiciada pelo programa de parcelamento -, o que deve representar alta entre 11% e 12% nominais em relação a 2010.

Apesar de não ter na indústria a fonte predominante de receita, o Estado do Rio também registrou desaceleração no crescimento da arrecadação no segundo semestre. O freio, porém, não foi suficiente para fazer com que o aumento do ICMS ficasse abaixo da casa dos dois dígitos – ela deve fechar 2011 em 12,2%, segundo o secretário estadual da Fazenda, Renato Villela, crescendo para R$ 27,3 bilhões.

O resultado da receita tributária total ficou 4% abaixo do previsto. No orçamento proposto, a previsão era de arrecadar R$ 32,3 bilhões e o resultado ficará próximo a R$ 30,9 bilhões. “Não foi uma queda forte, mas, como entre as nossas principais fontes de arrecadação estão energia e telecomunicações, quando a economia reduz o ritmo, esses setores também são menos demandados”, explica Villela. O crescimento da arrecadação do ICMS no primeiro semestre cresceu 15% sobre 2011, expansão que recuou para 9% no segundo semestre.

O secretário comemora o resultado. “O Rio de Janeiro vive um momento muito especial. Recebemos investimentos externos, do Estado e do governo federal. Temos muitas obras privadas e públicas que geram renda e consumo”, analisa. “Além disso, viemos, há cinco anos, melhorando a administração tributária, e com isso tivemos uma taxa quatro vezes maior que a expansão do PIB.”

Para o próximo ano Villela é mais cauteloso. “Estamos com atenção em função da crise internacional. Mas vemos com bons olhos as medidas que o governo federal vem tomando para evitar que tenha um efeito sobre a economia brasileira”, conta. No orçamento enviado à Assembleia Legislativa, o Estado previu uma arrecadação de R$ 35,7 bilhões, um crescimento de 15%. Naquela época, no entanto, a retração da economia brasileira ainda não estava clara. “Nós não vamos arrefecer na busca pela melhoria da arrecadação. 2012 será um ano importante, temos compromissos relevantes em função dos grandes eventos e vamos cumpri-los”, afirmou.

Em Minas Gerais o secretário de Fazenda diz que, para o ano que vem, o orçamento estima elevação nominal de 10% na arrecadação do imposto. O orçamento, lembra ele, foi elaborado em meados do ano, quando a perspectiva era outra. Colombini informa, porém, que não haverá mudança na previsão.

Apesar disso, ele vê 2012 com certa preocupação. Lembra que a atividade de extração de minérios, hoje voltada prioritariamente para exportação, é importante para o Estado. E as perspectivas não são muito otimistas em razão da iminente queda de preço das commodities e do menor crescimento da China. O secretário explica que a exportação é desonerada do ICMS. O impacto, porém, é indireto. A menor receita de exportação geral resulta em menor disponibilidade de renda e menor circulação de mercadorias.

A preocupação tem razão de ser. Em 2009, lembra Colombini, Minas foi um dos Estados que mais sofreram em arrecadação como resultado da crise. Naquele ano, diz o secretário, o recolhimento do imposto foi, em termos nominais, 2,4% menor do que o ano anterior.

Em Santa Catarina o governo também teme os reflexos da crise no volume da receita em 2012. De janeiro a novembro deste ano, o Estado recolheu R$ 13,7 bilhões, o que significou um crescimento de 16,35% sobre o mesmo período do ano passado. Em termos reais, o aumento foi de 10,28%.

A arrecadação do ICMS foi a principal responsável por puxar o crescimento. De janeiro a novembro de 2011, o tributo foi responsável por R$ 10,8 bilhões na receita da Fazenda catarinense. O crescimento real foi de aproximadamente 10,5% e algo em torno de 8% acima do PIB. A Fazenda também realizou programa de parcelamento de débitos, o que ajudou a incrementar a arrecadação.

Conforme a Fazenda catarinense, os setores que apresentaram maior crescimento na arrecadação foram o agropecuário, serviços e importados. No outro lado da balança, os segmentos com menor expansão no comparativo com 2010 são aqueles cujos preços são controlados pelo governo, como combustíveis e energia elétrica.

Segundo o secretário da Fazenda, Nelson Serpa, o cenário para 2012, considerando o desempenho da economia neste último trimestre, bem como o cenário nacional e mundial, não é animador. “Isso nos leva a crer que teremos dificuldades em manter o nível de crescimento de arrecadação verificado em 2010 e 2011. Embora estejamos projetando crescimento superior a 13% no orçamento para 2012, entendemos que o cumprimento desta meta de arrecadação será trabalhoso”, disse.

De acordo com a Fazenda estadual, o crescimento da arrecadação, que apresentou índice mensal próximo de 18% nos dois primeiros trimestres, sofreu redução a partir do terceiro trimestre, passando a um nível mensal próximo dos 12%. “Ainda assim, a arrecadação tributária do Estado apresenta um crescimento próximo dos 16% no acumulado de janeiro a novembro de 2011”, destacou.

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Economia sem rumo, investimentos baixos e indústria desprotegida marcaram 2011

Na avaliação do PSDB, a economia brasileira esteve “sem rumo” neste primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff (PT). O partido também acredita que a presidente falhou na condução da política de investimentos e no suporte ao setor industrial.
As opiniões fazem parte do Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff, que o PSDB divulgou na última quarta-feira (21). O documento também inclui análises do partido para áreas como educação, saúde, logística e outras.

Para o PSDB, a presidente manteve a política econômica de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, caracterizada pelas altas taxas de juros, as maiores do mundo. Também foi uma marca do primeiro ano da presidente a continuação de uma política cambial “errática” e “com menos credibilidade”.

Na área fiscal, as ações foram desordenadas e o governo se viu obrigado a ampliar as receitas para tapar os buracos orçamentários. Como resultado, as despesas da máquina pública, nos dez primeiros meses de 2011, foram 10% maiores do que as do mesmo período do ano anterior.

Investimentos e indústria
Também foi falha a ação do governo em relação à política de investimentos. Em 2011, os investimentos não foram superiores a 18% do PIB, e o resultado é a estagnação da economia.

O PSDB apontou também que estados e municípios “continuam sufocados pelos acordos de rolagem de suas dívidas” e, por isso, enfrentam dificuldades para atender seus cidadãos.
A dificuldade se reflete no setor industrial. A participação das indústrias no conjunto do setor produtivo brasileiro tem se reduzido ano após ano. Com isso, a presença de importados cresce e os empreendedores brasileiros se sentem mais temerosos para investimentos de grande porte.

Agência Tucana

 

Região Metropolitana de BH e Sul de Minas recebem quatro novos investimentos

A SMS Siemag investirá R$ 87 milhões em uma nova unidade industrial

A SMS Siemag investirá R$ 87 milhões em uma nova unidade industrial

BELO HORIZONTE (22/12/11) – Quatro investimentos no valor total de R$ 95,6 milhões e que deverão gerar mais de 400 empregos diretos em Minas Gerais foram anunciados nesta quinta-feira (22). Os protocolos de intenções foram assinados pelo presidente do Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico (Indi), José Frederico Álvares, com os representantes das empresas SMS Siemag Serviços Industriais Ltda., Sekisui Comércio Importação e Exportação, Condminas Indústria de Fios Especiais Ltda. e distribuidora de pneus West.

O maior aporte será feito pela SMS Siemag, antiga SMS Demag, que investirá R$ 87 milhões em uma nova unidade industrial em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), voltada para a produção e comercialização de equipamentos siderúrgicos. Segundo o diretor financeiro do grupo, Markus Stoffler, a empresa analisou locais no Rio de Janeiro e em Minas Gerais para a instalação da nova fábrica. “A excelente receptividade que tivemos dos representantes do Governo de Minas e o fato de os nossos clientes e fornecedores estarem próximos ao Estado foram primordiais para a nossa escolha”.

Há seis anos, a antiga SMS Demag encerrou a produção de máquinas e equipamentos no país e vendeu parte de suas instalações em Vespasiano até decidir pela retomada dos investimentos. “Estamos muito felizes por  termos uma empresa sólida de volta ao Estado de Minas Gerais. Esse investimento reforça a iniciativa do governo em conquistar, não somente novos investimentos, como retomar aqueles que já estiveram em Minas”, afirmou José Frederico Álvares.

De acordo com o cronograma das obras, a previsão é que a implantação da unidade industrial seja iniciada em 2012 e termine em junho de 2014. Os investimentos serão responsáveis pela geração de 45 empregos diretos e outros 112 indiretos.

A empresa

A SMS Siemag Serviços Industriais Ltda. é uma empresa com foco direcionado em prestação de serviços para plantas siderúrgicas e metalúrgicas. A empresa pertence ao grupo SMS, com matriz na Alemanha e tradição centenária no fornecimento de instalações siderúrgicas e metalúrgicas. A empresa possui duas unidades distintas no Brasil, a SMS Siemag Serviços Industriais Ltda., localizada em Belo Horizonte, com foco na prestação de serviços, e a SMS Siemag Metalurgia do Brasil Ltda., localizada em São Paulo e dedicada ao fornecimento de novas plantas e instalações siderúrgicas.

Sul de Minas

Em Santa Rita do Sapucaí, a Sekisui Comércio Importação e Exportação Ltda. irá investir R$ 1,25 milhões na construção de sua fábrica. A nova planta será destinada à montagem, fabricação e comercialização de produtos eletroeletrônicos. Com a nova unidade, serão gerados 68 empregos diretos e outros 19 indiretos. Fundada em 1993, a empresa atua no segmento de fabricação, distribuição de produtos e prestações de serviços voltados para o atendimento de clientes do setor público e privado. O projeto, iniciado em julho deste ano, deverá ser concluído em dezembro de 2013. Com a nova unidade, serão gerados 68 empregos diretos e outros 19 indiretos.

A outra empresa a assinar protocolo de intenções com o Indi foi a Condminas Indústria de Fios Especiais, que irá implantar uma unidade industrial em Camanducaia. Sediada na cidade de São Paulo, a empresa investirá R$ 6,7 milhões na transferência de máquinas e equipamentos da planta fabril para Minas Gerais, onde também irá desenvolver novos produtos. O novo empreendimento irá gerar 55 novos empregos diretos e 55 indiretos e, de acordo com o cronograma de execução do projeto, o início das operações está previsto para maio de 2012. A Condminas atua há 40 anos no desenvolvimento e fabricação de cabos e fios elétricos especiais, com um portfólio de mais de 3 mil produtos.

Já a distribuidora de pneus West irá investir R$ 690 mil na implantação de uma filial da empresa no Sul do Estado. O município do empreendimento ainda não está definido. A inauguração da filial da empresa em Minas está prevista para abril de 2012 e irá gerar 63 empregos diretos. A West foi criada para atender ao mercado distribuidor no segmento de pneus, com uma proposta diferenciada de atendimento e uma estrutura pronta para os clientes em geral.