Leia artigo “Gestão responsável”, de Renata Vilhena

Em artigo publicado no jornal O Globo, neste domingo (11), a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, fala sobre a modernização da administração pública no território mineiro por meio do Choque de Gestão, modelo de governança implantado em Minas Gerais no ano de 2003 e que está sendo transferido a 420 prefeituras.

De acordo com Renata Vilhena, o Governo de Minas assumiu a tarefa de ajudar a implantar as boas práticas de governança nas cidades com a intenção de maximizar a eficiência e os resultados das políticas públicas. “Nos últimos cinco anos o Estado treinou e qualificou funcionários de áreas estratégicas de 49% dos municípios. Os alunos estudaram gestão pública, financeira, de recursos humanos, saúde e empreendedorismo”, ressalta a secretária.

Leia abaixo o artigo na íntegra

showimageMinas Gerais realizou na última década uma modernização de sua administração, conhecida como Choque de Gestão, que teve como resultado, reconhecido no país e no exterior, o máximo retorno social para o gasto público. Esse modelo exitoso de gestão pública estadual, ancorado no equilíbrio fiscal, no alcance de metas e na meritocracia do funcionalismo, vem sendo gratuitamente transferido a 420 prefeituras mineiras por meio de uma inédita experiência de capacitação — virtual e presencial — de servidores municipais.

Ao apoiar de forma decisiva as prefeituras, independentemente de coloração partidária, o Governo de Minas assume a tarefa não só de repassar recursos, mas de realmente ajudá-las a implantar as boas práticas de governança, já consolidadas na administração estadual, que maximizem a eficiência e os resultados das políticas públicas. Isso está sendo feito por meio do Programa Mineiro de Empreendedorismo e Gestão para Resultados Municipais.

Nos últimos cinco meses, o estado treinou e qualificou funcionários de áreas estratégicas de 49% dos municípios. Essas verdadeiras escolas de governo oferecem a gestores compromissados com sua realidade ferramentas para responder, de forma autônoma e sustentável, à crescente exigência da sociedade por serviços públicos de qualidade. Os alunos estudaram gestão pública, financeira, de recursos humanos, saúde e empreendedorismo. Ao fim de cada tema, foram avaliados e exigiu-se nas provas nota mínima de 60%. Continuar lendo

Empresa apoiada pelo BDMG é a primeira a produzir mamógrafos no país

Novo equipamento foi desenvolvido pela Sawae, de Nova Lima, com o apoio do BDMG; certificação do produto já está em andamento

Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está prestes a acolher a primeira empresa brasileira capaz de produzir um mamógrafo com tecnologia 100% nacional. Com o apoio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), a Sawae, especializada na fabricação de aparelhos de raio-x e endoscópios de última geração, já providencia a certificação do protótipo junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Atualmente, todo os mamógrafos do país são adquiridos somente por meio de importação. “Fabricar os mamógrafos no Brasil gera um custo muito mais competitivo e a possibilidade de ter uma assistência técnica local”, enaltece o diretor-financeiro da Sawae, Luiz Henrique de Sousa e Silva. “O mamógrafo é uma máquina de funcionamento complexo que exige uma mão-de-obra especializada para fazê-la funcionar”, comenta também o diretor-geral da Sawae, José Alexandre Leão.

A meta da Sawae é oferecer um equipamento mais acessível e, com isso, alcançar 50% do mercado nacional e triplicar o faturamento nos próximos anos. “O BDMG tem sido um parceiro excelente da nossa empresa, por acreditar em nossos potenciais e, com isso, elevá-la a um patamar diferenciado”, destaca José Alexandre. Continuar lendo

Balança maquiada e desequilibrada

Está cada vez mais difícil confiar na contabilidade oficial. A gestão petista especializou-se em artifícios de toda sorte para maquiar seus maus resultados. Agora é a vez de a balança comercial ser manipulada. Não fosse isso, o país poderia até ter apresentado déficit no seu comércio exterior em 2012.

A maquiagem está ficando explícita aos pouquinhos, na divulgação dos resultados semanais da balança neste primeiro mês do ano. O que começou com um rombo de US$ 100 milhões na primeira semana de janeiro, chegou a US$ 1,7 bilhão na terceira. Trata-se de comportamento inédito em 18 anos de medições.

Na soma, as transações comerciais com o exterior acumulam até agora US$ 2,7 bilhões no vermelho, de acordo com informações divulgadas ontem pelo Ministério do Desenvolvimento. Mantida a tendência, a balança brasileira terá, neste janeiro, o pior resultado mensal verificado desde o início da série histórica da Secretaria de Comércio Exterior, iniciada em 1995.

Terão as condições piorado tanto, e de maneira tão repentina? A resposta é não. Continuar lendo

Desemprego deve voltar a crescer no Brasil, alerta OIT

desemprego-1Para a Organização Internacional do Trabalho, nos próximos cinco anos será a vez de os emergentes serem contaminados pela crise

Nos próximos dois anos, o Brasil terá mais 500 mil pessoas sem trabalho e a tendência de queda da taxa de desemprego dos últimos anos será invertida. O alerta é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que publicou nesta segunda-feira, 21, novas estimativas sobre o desemprego no mundo e revelou que, depois de atingir os países ricos nos últimos anos, será a vez de os emergentes serem contaminados pela crise nos próximos cinco anos.

Para a entidade com sede em Genebra, os anos de blindagem dos mercados emergentes em relação à crise acabaram, pelo menos em relação aos empregos. A taxa de desemprego no Brasil foi de 6,3% no fim de 2012, segundo os dados da OIT. Subirá para 6,5% em 2013 e, em 2014, atingirá 6,6%, a maior desde 2009 e acima da média mundial. Ao final de 2012, o País somava 6,5 milhões de desempregados. Neste ano, chegará a 6,9 milhões. Já em 2014, vai superar a marca de 7 milhões de brasileiros.

Tanto em números absolutos quanto em porcentual, os dados de 2014 ainda são inferiores a 2007. Mas esses anos marcariam, segundo os dados, uma virada. Os números da OIT sobre o Brasil são acompanhados por uma avaliação detalhada da situação latino-americana. A constatação é clara: as economias da região já não crescerão de forma suficiente para absorver a mão de obra até 2017. Continuar lendo

Em entrevista, Guerra defende fortalecimento do PSDB

Sergio GuerraO presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), afirmou em entrevista ao portal Sul21 que o fortalecimento da sigla é a principal prioridade dos tucanos para 2013. O parlamentar elencou como ferramentas para este fortalecimento a realização das eleições internas, que definirão os nomes dos próximos dirigentes do partido, e a aproximação com segmentos como sindicalistas, mulheres e jovens.

Guerra falou também que o PSDB interpreta o julgamento do mensalão não como algo benéfico para o partido, e sim como “prova de resistência de valor democrático da sociedade brasileira”.

Leia a entrevista de Sérgio Guerra ao Sul21 AQUI.

Governo recria MP para encobrir ineficiência na obra da transposição do São Francisco, diz líder do PSDB na Câmara

Bruno AraujoA Medida Provisória 603, publicada nesta segunda-feira, é uma reedição do programa emergencial Bolsa-Renda de 2001 e uma forma de remediar o problema da seca diante da ineficiência do governo em tirar do papel a transposição do Rio São Francisco, na avaliação do líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE).

A MP 603 altera a MP 587, de novembro do ano passado, e autoriza o pagamento de valor adicional ao Benefício Garantia-Safra aos agricultores familiares que tiveram perda de safra em razão da estiagem.

“O programa Bolsa-Renda foi criado em 2001 de forma emergencial para socorrer os produtores atingidos pela seca até que as obras da transposição do Rio São Francisco fossem entregues. E seu alcance era nacional. Dez anos depois, o governo se vê obrigado a lançar mão da mesma medida porque foi incapaz de tirar as obras do papel e ainda diminui sua eficácia ao restringí-la aos estados atendidos pela Sudene”, disse o Líder.

De acordo com Araújo, as obras da transposição são um retrato da incompetência gerencial do governo petista e uma promessa que se renova a cada eleição. Ele lembra que as obras que levariam água para 12 milhões de pessoas de quatro Estados foram peças das campanhas de Lula e Dilma. Já sofreram dois reajustes bilionários – em 2007 estavam orçadas em R$ 4,5 bilhões, valor que passou a R$ 8,18 milhões em 2012 – e estão atrasadas pelo menos cinco anos – um dos trechos era para ser entregue em 2010, prazo que foi estendido para 2015. Continuar lendo

Dnit adia mais uma vez reforma da BR-381, Rodovia da Morte

denitEmpreiteiras apontam lista de omissões e irregularidades na licitação para duplicar a BR-381, entre BH e o vale do aço. Dnit suspende concorrência e especialistas preveem que obra vai atrasar ainda mais, aumentando o número de vítimas da estrada

Com a fama de estrada mais violenta do país, a BR-381, no trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, assombrará os motoristas que passam por suas arriscadas curvas ainda por mais tempo do que o previsto. A concorrência pública para início dos seis primeiros lotes das obras de duplicação da chamada Rodovia da Morte foi suspensa ontem pelo presidente da Comissão de Licitação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Arthur Luís Pinho de Lima. Especialistas em contratos públicos e obras preveem atraso no cronograma anunciado pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. Em 31 de outubro do ano passado ele esteve em Belo Horizonte e prometeu colocar máquinas trabalhando na pista até março. A conclusão dos trabalhos foi prevista, na ocasião, para 2016.

Ao todo são 13 lotes, distribuídos em 330 quilômetros. O início da duplicação será de 100,5 quilômetros, indo do Anel Rodoviário de Belo Horizonte a Jaguaraçu, no Vale do Aço, excluídos do percurso dois trechos que integram outro edital e terão andamento posterior. Com isso, a primeira fase, agora adiada, compreende os trechos BH-Caeté, São Gonçalo do Rio Abaixo-João Monlevade e Nova Era-Jaguaraçu. Os demais lotes dessa primeira fase são referentes à abertura de túneis na Região do Vale do Aço. Continuar lendo