Em entrevista, Guerra defende fortalecimento do PSDB

Sergio GuerraO presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), afirmou em entrevista ao portal Sul21 que o fortalecimento da sigla é a principal prioridade dos tucanos para 2013. O parlamentar elencou como ferramentas para este fortalecimento a realização das eleições internas, que definirão os nomes dos próximos dirigentes do partido, e a aproximação com segmentos como sindicalistas, mulheres e jovens.

Guerra falou também que o PSDB interpreta o julgamento do mensalão não como algo benéfico para o partido, e sim como “prova de resistência de valor democrático da sociedade brasileira”.

Leia a entrevista de Sérgio Guerra ao Sul21 AQUI.

“São 10 anos de crises, demagogia e pouca realização”, diz Sérgio Guerra sobre governo do PT

SergioGuerraO presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), disse nesta segunda-feira (14) que o PT completa 10 anos no poder perdido, sem mostrar a que veio. A gestão petista deixou de fazer reformas estruturais, comprometeu a economia e se envolveu em inúmeros escândalos, como o do mensalão.

Segundo o parlamentar, a atuação do governo federal em diversos setores gera instabilidade e, com a oscilação da inflação, o país caminha em direção à crise. “São 10 anos de crise, demagogia e pouca realização. Anos sem avanços significativos, nada que pudesse sustentar o crescimento do Brasil para os próximos 10 anos. O PT fez um governo contrário ao seu discurso. Restabeleceu no país padrões de autoritarismo que há muito tempo não se ouvia falar, uma espécie de ditadura disfarçada”, pontuou. Continuar lendo

Sérgio Guerra repudia uso político de revista patrocinada pelo governo federal

Deputado Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), divulgou nesta quarta-feira, dia 1º, carta direcionada à ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e ao editor-chefe da Revista de História da Biblioteca Nacional, Luciano Figueiredo. No documento, Guerra repudia texto veiculado no site da publicação, que é patrocinada pela Petrobras. O artigo faz acusações infundadas ao ex-governador de São Paulo José Serra.

“A pretexto de exaltar o livro ‘A Privataria Tucana’, o site publicou artigo assinado por um de seus editores, Celso de Castro Barros, atacando o ex-governador e outros tucanos, não nominados, da forma mais grosseira e descabida”, condena Guerra. No expediente, aparecem os nomes da presidente Dilma e da ministra.

O livro é de autoria do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suspeito de montar dossiê contra adversários do PT. “O texto não poderia deixar de mencionar o papel do autor da obra no comitê da campanha presidencial do PT em 2010, nem os processos criminais a que responde por corrupção de agentes públicos e violação do sigilo fiscal de José Serra e outras pessoas.”

Apesar dessas inverdades, Guerra afirma que lutará contra as mazelas da gestão petista. “O PSDB continuará combatendo o aparelhamento político-partidário desenfreado do Estado brasileiro e seus efeitos secundários indesejáveis. Lamentamos constatar que nem uma instituição como a Biblioteca Nacional está a salvo desse processo degradante”, concluiu. Confira aqui íntegra da carta.

Fonte: Diário Tucano

Saída de Lupi mostra desordem do governo Dilma, diz Sérgio Guerra

O presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), afirmou que a demissão do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, é mais uma prova da desordem na qual se tornou o governo da presidente Dilma Rousseff.

O agora ex-ministro não resistiu às pressões e entregou o cargo após uma série de revelações de irregularidades feitas pela imprensa, como o acúmulo de cargos comissionados e o uso de um avião pago por um empresário que mantinha convênios com o ministério.

“Esse episódio do Lupi compromete muita gente. Mas não é a questão do ministro do Trabalho que importa. Lupi ou qualquer coisa parecida com ele não tem relevância. O que tem relevância é esse governo, que não sabe o que faz”, disse.

Lupi se tornou o sexto ministro a deixar o governo Dilma por suspeita de irregularidades em menos de um ano. Antes dele, caíram Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esporte).

Para o presidente do PSDB, a saída de Lupi revela a incapacidade de a presidente Dilma Rousseff indicar ministros à altura das necessidades do país. “A sucessiva repetição de escândalos, infelizmente, não surpreende. O alto escalão do governo federal foi montado não de acordo com a capacidade das pessoas, e sim para atender a apadrinhamentos.

Fonte: Agência Tucana

PSDB não abrirá mão de desenvolver estudos sobre situação do país, diz Sérgio Guerra

Nota à imprensa

Apesar dos ataques despropositados do PT, o PSDB vai cumprir o seu papel de fazer uma oposição que o Brasil espera. Não vamos abrir mão de desenvolver abordagens e estudos sobre o quadro atual do País e do mundo.

Realizamos, na última segunda-feira, um seminário promovido pelo Instituto Teotônio Vilela, reconhecido como correto tecnicamente, denso e de qualidade indiscutível, com a presença de quadros acadêmicos, especialistas e de lideranças nacionais. Foi um debate propositivo, que sugeriu caminhos e alternativas.

Faz sentido o desequilíbrio e destempero do PT, aprisionado em um ambiente negativo, que já provocou a saída de seis ministros de Estado. Isso demonstra que não são apenas as denúncias da Oposição e da imprensa, mas sim os fatos que estão deixando o governo vulnerável à corrupção e aos desmandos.

Estes fatos têm colocado em xeque a autoridade da Presidente Dilma, que tem esboçado reações tímidas.

Vamos continuar cumprindo nosso papel. Esperamos que o Governo cumpra o seu.

Do PT, esperamos que seja capaz de responder às denúncias que atingem o Governo de Brasília, com uma perturbadora onda de corrupção.

Deputado Sérgio Guerra (PE)

Presidente nacional do PSDB

“Temos trajetória e, além de propor, já realizamos”, diz Sergio Guerra

“Por um bom período, equivocados diziam que o PSDB não discutia conteúdos, que o partido precisava dizer qual era a sua proposta. Era provocação, não era verdade. Ficou claro que nós temos uma trajetória, que já fizemos e, mais do que propor, nós já realizamos”, desafiou Guerra, lembrando o governo Fernando Henrique Cardoso. “O que veio depois com os governos do PT foi rigorosamente uma continuação, com alguns vícios e erros de encaminhamento comprometedores”, acrescentou.

Entusiasmado com os debates, com os comentários e elogios unânimes, Sérgio Guerra lembrou que o evento marcou o início de um processo de reestruturação, que vai continuar com a realização, em conjunto com o ITV, de novos seminários e em outras regiões do país. Os temas e os locais serão anunciados em breve. Durante o evento, o senador Aécio Neves (MG), já propôs que um dos temas seja Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Guerra lembrou que o processo continuado de mudanças vividas pelo país nos últimos 20 anos contou com a colaboração do PSDB. “Nunca fomos pelo quanto pior melhor. Como oposição, sempre votamos à favor do Brasil. Hoje, estamos reunimos para olhar o futuro de outra forma, para melhorar. Aqui foi o primeiro capítulo de uma ampla discussão que vai se dar no país inteiro”, informou Guerra.

Proposta

Entusiasmo com as propostas apresentadas também mostrou o presidente de honra, Fernando Henrique Cardoso, particularmente com as sugestões do economista Persio Arida, presidente do Banco Central e do BNDES durante o período de implantação do Plano Real, em 1993, nos governos Itamar Franco e FHC. O ex-presidente do Brasil chamou a ideia de revolucionária.

Fernando Henrique Cardoso, comentando o que aconteceu após o seu governo, foi enfático. “O governo Lula deformou o que foi feito antes. Sem propostas, estavam indo para o abismo, não tinham o que fazer”, lembrou o ex-presidente. FHC recomendou que o Brasil e o PSDB devem enfrentar a necessidade de discutir as suas necessidade de mudanças, defendendo a realização de seminários e encontros como os melhores caminhos.

“A grande diferença entre o PSDB e o PT são as pessoas, o que pensam e suas divergências. Não somos um partido de uma pessoa dizendo o que quer e os outros devem fazer”, lamentou. “Nosso partido tem que voltar a discutir, mesmo que seja apenas entre si, mas também tem que ir para os jornais e para as tribunas do Congresso Nacional”, defendeu FHC.

Persio Arida, durante sua apresentação, defendeu enfaticamente o aumento da capacidade de poupança do país e a democratização do crédito interno nos financiamentos para investimento. Para isso, defendeu mudanças radicais nos três principais fundos que no Brasil financiam o desenvolvimento: a caderneta de poupança, que financia a habitação; o FGTS, usado em diversas áreas e em infraestrutura; e o PIS/PASEP, destinados na maior parte aos financiamentos do BNDES.

Tasso Jereissatti, presidente do ITV, ao agradecer o entusiasmo e o empenho do presidente do PSDB durante a preparação do evento, afirmou também que os seminários vão desenvolver um projeto para os próximos 20 anos. “Há 20 anos atrás os melhores quadros políticos se uniram aos melhores quadros acadêmicos para mudar o nosso país. Por isso começamos a pensar o que será o Brasil nos próximos 20 anos”, adiantou.

Além do presidente de honra do PSDB, foram chamados para falar o senador Aécio Neves, que fez uma breve apresentação do governo FHC, e o ex-governador José Serra.

O ex-governador de São Paulo leu um texto preparado para postar em seu site, com críticas ao governo do PT. Serra defendeu que um dos temas para os próximos seminários seja o aumento da corrupção nos governos do PT.

Os governadores Geraldo Alckmin, de São Paulo, Antonio Anastasia, de Minas Gerais, e Anchieta Junior, de Roraima, acompanharam as apresentações. Assim como os líderes no Senado, Alvaro Dias (PR), na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (MG). A platéia contou ainda, com a participação de outros parlamentares, lideranças nacionais e estaduais

O QUE QUEREM OS TUCANOS

PRIVATIZAÇÕES
O economista Gustavo Franco, ex-presidente do BC, defendeu a retomada das privatizações e a abertura da economia

MINISTÉRIOS
O ex-presidente do BC Armínio Fraga propôs o corte dos ministérios à metade. O mesmo deve ser feito com cargos de confiança

JUROS
O ex-presidente do BC Pérsio Arida propôs acabar com o crédito subsidiado do BNDES e de outros bancos públicos e aproximar a taxa de juros que eles cobram das do mercado

INVESTIMENTOS
Fraga e o economista Armando Castelar sugeriram aumentar a taxa de investimento público. Para Castelar, ela deve passar dos atuais 2,1% do PIB para algo em torno de 5%, cortando gastos correntes

EDUCAÇÃO
O sociólogo Simon Schwartzman propôs investir mais na qualificação de professores e na melhoria da qualidade de ensino no país

APOSENTADORIAS
Os tucanos sugerem a Reforma da Previdência, com revisão das pensões por morte e da aposentadoria integral do setor público, além de rediscutir a idade mínima para aposentadoria, considerada muito baixa

SAÚDE
Sugestão de André Médici, economista com atuação na área de saúde, prevê ressarcimento pelo SUS dos que usam o sistema tendo plano privado de saúde

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Presidente do PSDB defende substituição de Orlando Silva por um profissional técnico

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acredita que a permanência do ministro do Esporte, Orlando Silva, põe em risco a realização da Copa de 2014, no Brasil. Alvejado por denúncia de corrupção, Silva tem uma única solução para estancar a crise que atinge a sua pasta: afastar-se do cargo. Para o tucano, o substituto precisa ter perfil técnico, com capacidade na área.

“Não esse negócio de ficar parcelando, ficar dando ministério a partido”, disse. “Tem que colocar partido para fazer política nos estados, no Congresso, onde quer que seja, e deixa um administrador cuidar dos esportes”, acrescentou. Assim como aconteceu no Ministério dos Transportes, Guerra avalia que o PCdoB não tem mais condição de comandar o Esporte.

Na opinião do parlamentar, a forma como o governo federal tem gerenciado o mundial é desastrosa. Os motivos são variados: baixo investimento em infraestrutura, obras de mobilidade inexistentes e, principalmente, porque o Executivo não tem orientação. “Vive em conflito permanente com as instituições internacionais e brasileiras.”

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