“Fernando Henrique desfruta do renascimento de sua reputação”, diz The Economist

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Em entrevista à revista The Economist desta semana, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comentou, entre outros assuntos, a situação econômica e política do Brasil e o lançamento de seu novo livro, “Diários da Presidência”, que trata sobre os bastidores da política durante os seus dois primeiros anos de governo. Até 2017, mais três livros devem ser lançados. As informações são do portal InfoMoney.

A publicação britânica afirmou que o tucano, aos 84 anos, está “desfrutando do renascimento de sua reputação”. Para o periódico, como ministro da Fazenda e, posteriormente, presidente da República, ele “desacelerou a inflação e modernizou a economia nacional privatizando empresa e abrindo o país para o comércio externo e investimento”. Continuar lendo

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Metrô de BH fica, de novo, só na promessa do PT

BANNER MATERIA O TEMPO SOBRE FALTA DE INVESTIMENTO NO METRO

Orçamento do governo do Estado prevê gasto de apenas R$ 1.000,00 para uma das obras mais reclamada pelos moradores da região metropolitana

jeitoPTQue o governo federal, administrado pelo PT, está desde 2003 de costas para Minas Gerais todo mundo sabe. Mas agora que o PT também administra o governo estadual, o partido não tem mais desculpas e demonstra, mais uma vez, o descaso com a população mineira. Uma das promessas de campanha do petista Fernando Pimentel era usar sua proximidade com a presidente Dilma para conseguir verba para obras há muito reivindicadas pelo Estado, como a ampliação do metrô de BH. Pelo visto, não obteve sucesso. De acordo com reportagem publicada no jornal O TEMPO desta segunda-feira (19/10), por mais um ano consecutivo, o governo federal exclui a ampliação do metrô de Belo Horizonte das prioridades.

Na previsão de recursos do Orçamento para 2016, a obra, tantas vezes prometida às vésperas das eleições, primeiramente pelo ex-presidente Lula e depois pela presidente Dilma e também pelo governador Fernando Pimentel, foi completamente ignorada. Ao contrário de outras capitais, onde o sistema também é controlado pelo governo federal, como Porto Alegre, Natal, Maceió e João Pessoa, que foram contempladas com verbas. A última ampliação do metrô de BH foi realizada ainda no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

Se no orçamento federal não consta a previsão de nenhum centavo para a de ampliação do metrô de Belo Horizonte, no orçamento estadual o governador Fernando Pimentel prevê um gasto de apenas R$ 1.000,00 (isto mesmo: mil reais!), pouco mais de um salário mínimo, para tão importante obra para a mobilidade urbana dos mineiros. A estimativa inicial era de R$ 100 milhões, mas foi reduzida a um valor simbólico, pela falta de planejamento e pela inércia das administrações petistas nos âmbitos estadual e federal. Este é o jeito PT de governar.

Leia abaixo a íntegra da matéria publicada no jornal O TEMPO: Continuar lendo

“Não é crível que Lula e Dilma não soubessem”, diz FHC em entrevista ao Valor

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao jornal Valor Econômico, afirmou que não vê possibilidade de a presidente Dilma Rousseff e de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, desconhecerem o esquema de corrupção instalado na Petrobras.

“Não é crível que o que aconteceu na Petrobras fosse desconhecido por quem estivesse no poder, seja Lula seja Dilma. Não digo que estejam involucrados no assunto, mas não é crível que estivessem alheios. Foram muitos anos com diretores sustentados pelos partidos”, destacou o ex-presidente.

FHC falou também sobre as manifestações do último domingo e avaliou que os encontros foram “mais politizados” dos que os de 2013. “Em junho de 2013 você tinha uma multiplicidade de objetivos, um mal estar generalizado. Agora esse mal-estar se transformou em indignação contra quem representa o poder, que é Dilma”, ressaltou.

Confira abaixo íntegra da entrevista: Continuar lendo

Pimenta da Veiga destaca legado do Plano Real e alerta sobre retorno da inflação duas décadas depois

Fotos Leo Lara
Fotos Leo Lara

Poços de Caldas, no Sul de Minas, reviveu momentos históricos nesta quarta-feira (02/07). Foi nesta cidade, há exatos 20 anos, que a primeira nota do real foi trocada, marcando o início da circulação da moeda no país. O candidato do PSDB ao Governo de Minas, Pimenta da Veiga, personagem marcante na concepção do projeto, participou das celebrações das duas décadas do Plano Real e relembrou o cenário econômico anterior à moeda, quando a inflação corroía a renda dos brasileiros.

“Quero fazer aqui um paralelo entre épocas, como era o Brasil antes do real, e como é hoje. Nós já tivemos inflação de 2.500% ao ano. Isso parece hoje uma piada, mas era nossa rotina. A inflação destruía o planejamento, a inflação dá margens horríveis à corrupção, a inflação castigava a todos. Mas o que é pior, castigava, sobretudo, os mais pobres. Portanto, temos muito o que comemorar hoje, sobretudo, aqui em Poços de Caldas, porque o real foi lançado aqui em 1994, neste mesmo dia, há 20 anos”, destacou Pimenta que na época era presidente Nacional do PSDB.

O real entrou publicamente em circulação pelas mãos do então ministro da Fazenda e candidato à Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso, que fez a primeira troca de notas em uma agência bancária de Poços de Caldas. No evento de comemoração, no Palace Hotel, o ex-presidente relembrou em vídeo os momentos marcantes da implantação do Plano Real, considerado o maior programa social já implantado em todos os tempos. Continuar lendo

Pimenta da Veiga celebra em Poços de Caldas os 20 anos do Plano Real

Pimenta da Veiga estará na cidade, onde a primeira nota foi trocada pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. Foto Leo Lara
Pimenta da Veiga estará na cidade, onde a primeira nota foi trocada pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. Foto Leo Lara

Considerado um dos maiores programas sociais já implantados no país, o Plano Real completa 20 anos como o projeto que livrou o Brasil da hiperinflação. Após duas décadas, o candidato do PSDB ao Governo de Minas , Pimenta da Veiga, celebrará, nesta quarta-feira (02/07), em Poços de Caldas (Sul de Minas), o início da circulação da moeda, que inaugurou um novo ciclo de desenvolvimento econômico.

Foi em Poços de Caldas, em julho de 1994, que o real entrou publicamente em circulação, pelas mãos do candidato à época a Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso, que fez a primeira troca de notas em uma agência bancária.

Pimenta da Veiga foi personagem marcante nesse processo. Junto a importantes economistas, como Pedro Malan, Gustavo Franco, Pérsio Arida, André Lara Resende e Edmar Bacha, participou da concepção e implantação do Plano Real. “O projeto mudou a história do país. Foi o principal programa social feito no Brasil em todos os tempos. É o orgulho do PSDB”, afirma o ex-ministro.

O atual cenário econômico é bem diferente do que se registrava antes, quando a desvalorização da moeda corroía a renda do brasileiro. No entanto, o atual governo federal, segundo Pimenta, tem ameaçado a estabilidade com níveis crescentes de inflação, registrados nos últimos anos.

“A volta da inflação é prejuízo para todos, principalmente para os mais pobres. Esta é nossa tarefa fundamental. A inflação é vizinha da corrupção, impede o crescimento, impede o desenvolvimento de cidades e pessoas. Por isso, temos que tomar uma decisão severa, mas essencialmente democrática”, alertou. Continuar lendo

Vinte anos do Plano Real serão comemorados em Poços de Caldas

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O aniversário de 20 anos do Plano Real será comemorado, nesta quarta-feira (02/07) às 14 horas, no Palace Hotel, em Poços de Caldas (Sul de Minas). Há duas décadas, no mesmo local a moeda foi lançada pelo então presidente Itamar Franco e o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.

Confirmaram presença na solenidade o ex-governador Antonio Anastasia; o candidato ao Governo de Minas pelo PSDB, Pimenta da Veiga, e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Dinis Pinheiro (PP).

Em julho de 1994, a nova moeda entrou publicamente em circulação pelas mãos do candidato na época pelo PSDB à Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso. Na ocasião, FHC fez a primeira troca de uma nota da nova moeda em uma agência bancária na área central de Poços de Caldas. Antes circulava no país a Unidade de Referência de Valor (URV), que tinha como base uma extensa tabela de conversão.

O lançamento da moeda de Real repercutiu na imprensa nacional e os dois jornais diários de Poços de Caldas também publicaram a notícia com destaque. O Jornal da Cidade estampou a manchete “FHC escolhe os caminhos de Minas na estreia do novo dinheiro”. Também o Jornal da Mantiqueira destacou o fato com o título: “Fernando Henrique inaugura era do real em Poços”.

Presente no lançamento do Real há 20 anos, em Poços de Caldas, o deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB) destacou a importância do Plano Real para o desenvolvimento do país. Mosconi que, em 1984 também participou do lançamento do movimento das “Diretas Já”, em Poços, afirmou que a cerimônia de lançamento da nota de Real nas escadarias do Palace Casino marcou a história política do município.

Leia também Aniversário de 20 anos do plano que transformou o Brasil

Confira ainda Real: 20 anos nesta manhã

Nota à Imprensa: Fernando Henrique apoia CPMI da Petrobras

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu neste domingo (23/03), por meio de nota oficial, as investigações sobre as irregularidades envolvendo a Petrobras. Na nota, o ex-presidente disse que o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, tem o apoio dele para conduzir as negociações em favor da instauração de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Os acontecimentos revelados pela imprensa sobre malfeitos na Petrobras são de tal gravidade que a própria titular da Presidência, arriscando-se a ser tomada como má gestora, preferiu abrir o jogo e reconhecer que foi dado um mau passo no caso da refinaria de Pasadena. Pior e fato único na história da empresa: um poderoso diretor está preso sob suspeição de lavagem de dinheiro.

Sendo assim, mais do que nunca se impõe apurar os fatos. Embora, antes desse desdobramento eu tivesse declarado que a apuração poderia ser feita por mecanismos do Estado, creio que é o caso de ampliar a apuração. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, conduzirá o tema, em nome do partido, podendo mesmo requerer, com meu apoio, uma CPMI.

Afinal é preciso saber porque só depois de tudo sabido foi demitido o responsável pelo parecer que induziu a compra desastrada da refinaria nos Estados Unidos e que relações havia entre o diretor demitido e o que está preso. Afinal, trata-se da Petrobras, empresa símbolo de nossa capacidade técnica e empresarial.”

Fernando Henrique Cardoso