Governo Dilma Rousseff abandonou investimentos em infraestrutura

Energia e logística foram alguns dos setores que mais sofreram com a incompetência mostrada pelo governo federal durante o primeiro ano de mandato de Dilma Rousseff (PT). A avaliação é do PSDB, que emitiu, no final de 2011, o Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff. O documento analisa as ações da presidente em diferentes áreas, como saúde, educação, segurança e outros. Clique aqui para ler o Balanço na íntegra.

A situação também se refletiu na gestão do meio-ambiente, marcada por atropelos e decisões tomadas de maneira apressada e sem respaldo técnico.

O setor de transportes careceu de planejamento. Os investimentos foram feitos em projetos que pouco beneficiam a sociedade – como o dispendioso trem-bala para ligar São Paulo e Rio de Janeiro. Os recursos deste projeto poderiam garantir a construção de mais de 100 quilômetros de metrôs de alta capacidade de transporte de passageiros ou mais de 200 quilômetros em monotrilhos de média capacidade em várias capitais do país.

Caos aéreo persiste
Um exemplo claro disso está nos aeroportos. A movimentação de cargas prossegue deficiente e a de passageiros, congestionada. Às vésperas de sediar Copa do Mundo e Olimpíadas, o Brasil não consegue proporcionar condições devidas a quem precisa de aviões. Nas estradas, mortes e outros acidentes sérios continua a vitimar os brasileiros, sem que o governo dê uma resposta adequada.

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Segurança pública sofreu retrocesso na gestão de Dilma Rousseff

As ações positivas dos governos estaduais foram as principais responsáveis pela segurança do Brasil não apresentar um resultado ainda pior do que o registrado em 2011. A administração federal aplicou para a área uma política de muitos discursos e poucos investimentos efetivos.

A avaliação é do PSDB, que divulgou o Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff. No documento, o partido verifica o desempenho da administração federal em diferentes áreas, como economia, educação, saúde e outras.

Em seus primeiros dias de mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) convocou governadores para anunciar a implantação de uma nova política de combate à violência. Além de ser uma repetição de algo lançado em 2007 – no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do qual Dilma fazia parte – o projeto não saiu do papel.

O governo federal, ainda na gestão Lula, prometeu reduzir o índice de homicídios no Brasil: de 26 por 100 mil habitantes para 12 por 100 mil habitantes. O patamar não apenas não foi reduzido como a violência se elevou em algumas regiões. De fato, o cenário só não é mais grave porque alguns estados – notadamente Minas Gerais e São Paulo – tiveram uma melhora expressiva em sua segurança pública.

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Saúde e saneamento viveram realidades pífias em 2011

A saúde, citada rotineiramente pelos brasileiros como sendo o setor onde há a maior falha no serviço público, e o saneamento, essencial para a prevenção de doenças, foram mal conduzidos neste primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).

O PSDB avalia que o governo federal investiu pouco nas duas áreas. As ações do Planalto, além de pouco acrescentarem ao que existe, acabaram por onerar ainda mais estados e municípios, que não dispõem dos mesmos recursos que estão sob poder da União.

“Vimos em 2011 o prosseguimento de um sistema implantado pelo PT que não traz vantagens aos brasileiros. Não há como um governo se sentir bem sucedido quando não proporciona uma boa rede de saúde aos seus cidadãos”, afirmou o presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE).

O partido oposicionista emitiu um documento em que analisa o primeiro ano da gestão de Dilma Rousseff na presidência da República. Acesse o Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff.

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Economia sem rumo, investimentos baixos e indústria desprotegida marcaram 2011

Na avaliação do PSDB, a economia brasileira esteve “sem rumo” neste primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff (PT). O partido também acredita que a presidente falhou na condução da política de investimentos e no suporte ao setor industrial.
As opiniões fazem parte do Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff, que o PSDB divulgou na última quarta-feira (21). O documento também inclui análises do partido para áreas como educação, saúde, logística e outras.

Para o PSDB, a presidente manteve a política econômica de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, caracterizada pelas altas taxas de juros, as maiores do mundo. Também foi uma marca do primeiro ano da presidente a continuação de uma política cambial “errática” e “com menos credibilidade”.

Na área fiscal, as ações foram desordenadas e o governo se viu obrigado a ampliar as receitas para tapar os buracos orçamentários. Como resultado, as despesas da máquina pública, nos dez primeiros meses de 2011, foram 10% maiores do que as do mesmo período do ano anterior.

Investimentos e indústria
Também foi falha a ação do governo em relação à política de investimentos. Em 2011, os investimentos não foram superiores a 18% do PIB, e o resultado é a estagnação da economia.

O PSDB apontou também que estados e municípios “continuam sufocados pelos acordos de rolagem de suas dívidas” e, por isso, enfrentam dificuldades para atender seus cidadãos.
A dificuldade se reflete no setor industrial. A participação das indústrias no conjunto do setor produtivo brasileiro tem se reduzido ano após ano. Com isso, a presença de importados cresce e os empreendedores brasileiros se sentem mais temerosos para investimentos de grande porte.

Agência Tucana

 

Dilma termina primeiro ano de governo com desempenho medíocre, avalia ITV

Por meio de sua carta de conjuntura política, o Instituto Teotônio Vilela (ITV) afirma que a presidente Dilma termina o primeiro ano de governo com “desempenho medíocre”. O documento destaca as denúncias de corrupção que tomaram conta da Esplanada. “Nunca antes na história se viu tantas autoridades metidas em escândalos.” Segundo o ITV, na economia, o Brasil está no fundo do poço. “Resta torcer para que 2012 seja um ano em que os erros de agora não continuem a se repetir e em que as oportunidades para construir um país melhor não sejam desperdiçadas”, avalia.  

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Aécio diz que ano foi perdido por falta de vontade política da presidente da República

o fazer um balanço político de um ano do governo da presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB/MG) disse que o saldo é extremamente negativo pela ausência de iniciativas estruturantes do governo. Para Aécio, a ampla maioria que o governo possui em sua base de sustentação não foi mobilizada para resolver os grandes problemas do país.

“Nós continuamos tendo hoje a necessidade de fazermos as grandes reformas que tínhamos há dez anos atrás. Não houve a iniciativa política, o vigor político e a coragem necessária ao governo para que ele liderasse a discussão de questões como, por exemplo, uma reforma política que ordene o quadro partidário, que dê maior representatividade à ação política; uma reforma tributária para a simplificação do sistema, como por exemplo, o fim da guerra fiscal. Não houve também uma discussão efetiva em relação à reforma previdenciária e da própria reforma do Estado. As iniciativas positivas que ocorreram aqui no Congresso, como por exemplo, o entendimento equilibrado em torno do novo Código Florestal, o novo rito de tramitação das medidas provisórias que ainda está parado na Câmara dos Deputados, foram iniciativas exclusivas do Senado Federal”, destacou Aécio.

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