Vinte anos do Plano Real serão comemorados em Poços de Caldas

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O aniversário de 20 anos do Plano Real será comemorado, nesta quarta-feira (02/07) às 14 horas, no Palace Hotel, em Poços de Caldas (Sul de Minas). Há duas décadas, no mesmo local a moeda foi lançada pelo então presidente Itamar Franco e o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.

Confirmaram presença na solenidade o ex-governador Antonio Anastasia; o candidato ao Governo de Minas pelo PSDB, Pimenta da Veiga, e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Dinis Pinheiro (PP).

Em julho de 1994, a nova moeda entrou publicamente em circulação pelas mãos do candidato na época pelo PSDB à Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso. Na ocasião, FHC fez a primeira troca de uma nota da nova moeda em uma agência bancária na área central de Poços de Caldas. Antes circulava no país a Unidade de Referência de Valor (URV), que tinha como base uma extensa tabela de conversão.

O lançamento da moeda de Real repercutiu na imprensa nacional e os dois jornais diários de Poços de Caldas também publicaram a notícia com destaque. O Jornal da Cidade estampou a manchete “FHC escolhe os caminhos de Minas na estreia do novo dinheiro”. Também o Jornal da Mantiqueira destacou o fato com o título: “Fernando Henrique inaugura era do real em Poços”.

Presente no lançamento do Real há 20 anos, em Poços de Caldas, o deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB) destacou a importância do Plano Real para o desenvolvimento do país. Mosconi que, em 1984 também participou do lançamento do movimento das “Diretas Já”, em Poços, afirmou que a cerimônia de lançamento da nota de Real nas escadarias do Palace Casino marcou a história política do município.

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Descaso com a saúde, por Carlos Mosconi

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Confira artigo do deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB) publicado no jornal Estado de Minas – 14/06/14. Carlos Mosconi é autor da Emenda Constitucional 29/2000 e presidente da Comissão de Saúde da ALMG

Os serviços públicos de saúde são uma das principais insatisfações do povo brasileiro. Em uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, feita em maio, 79% das pessoas reprovaram o setor. A justificativa é o subfinanciamento. Os investimentos na saúde não são suficientes para os cerca de 200 milhões de brasileiros. Por causa disso, 25% da sociedade recorre aos planos de saúde privados.

Em 2011, entre os 41 países com dados na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil apresentava a terceira menor participação do poder público nos gastos totais em saúde (46%), enquanto os outros apresentavam participação média de 73%.

A relação entre os gastos públicos no setor nas três esferas de governo no Brasil são muito diferentes. Se analisarmos de 2000 a 2008, podemos perceber a evolução das despesas por entes federados. Enquanto o gasto federal em saúde cresceu 38%, os gastos dos estados com o SUS cresceram 137% e os recursos municipais evoluíram 147%. Continuar lendo

Carlos Mosconi destaca importância da nova agenda do PSDB para a saúde

O secretário-geral do PSDB de Minas Gerais, deputado estadual Carlos Mosconi, destacou a preocupação da nova agenda do PSDB para o Brasil com o setor da saúde. O documento, lançado esta semana pelo senador Aécio Neves, será discutido com a sociedade brasileira ano que vem e aborda 12 temas.

Carlos Mosconi, que é presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, disse que o país enfrenta vários desafios no setor e o PSDB aponta o que é prioritário para garantir um atendimento à saúde mais justo e democrático. “O governo federal foi insensível o tempo todo, jogando a responsabilidade financeira para estados e municípios, além de não se preocupar com a gestão. Os piores hospitais públicos do Brasil são aqueles com ligação direta com o Ministério da Saúde”, afirmou Mosconi. Continuar lendo

Lideranças de Minas entram na luta pela distribuição mais justa dos recursos federais

Governador Antonio Anastasia discursa durante evento Federação Já, Poços de Caldas +30. Foto Orlando Brito/PSDB
Governador Antonio Anastasia discursa durante evento Federação Já, Poços de Caldas +30. Foto Orlando Brito/PSDB

Mais de mil pessoas se reuniram em Poços de Caldas (Sul de Minas), nesta segunda-feira (18/11), para chamar a atenção do governo federal em relação à gravidade da situação em que se encontram estados e municípios. Cerca de 230 prefeitos, oito governadores do PSDB, além de parlamentares e lideranças políticas assinaram a Declaração de Poços de Caldas +30, clamando por uma distribuição mais justa dos recursos arrecadados no país. O encontro contou com a presença do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O governador Antonio Anastasia afirmou que os governadores têm debatido no Congresso Nacional as dificuldades enfrentadas pelos 27 estados e mais de 5.500 municípios, com o objetivo de restabelecer a Federação.

“Não é possível que um país da dimensão e das peculiaridades, das circunstâncias diversas de cada região brasileira possa estar sob um comando único. A desconcentração é fundamental para aquilo que hoje o povo brasileiro mais clama e solicita que são as melhorias dos serviços públicos. Sem esta descentralização, lamentavelmente não teremos a boa educação, a boa saúde a boa segurança”, afirmou Antonio Anastasia.

O presidente do PSDB-MG, deputado federal Marcus Pestana, afirmou que o encontro “Federação Já, Poços de Caldas +30”, foi um marco histórico. Além de reafirmar compromisso do PSDB com a soberania e pluralismo da Federação brasileira, celebrou os 30 anos da assinatura da “Declaração de Poços de Caldas” – primeiro documento público do Movimento das Diretas Já, divulgado em 19 de novembro de 1983 pelos governadores Tancredo Neves (MG) e Franco Montoro (SP).

“Foi um encontro com um significado especial, um simbolismo extremo. Emoção clareza estratégica, uma visão de mudança, e tudo sob a liderança de Aécio Neves. Oito governadores e centenas de prefeito dando um grito, ecoando a tradição de 30 anos atrás quando a luta pela liberdade de democracia se colocou e Tancredo e Montoro deram o brado e a palavra de ordem Diretas Já. Hoje aqui ecoou o sentimento da federação já e de um programa alternativo para o claro esgotamento do projeto do PT”, afirmou Marcus Pestana.

O deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB), que estava presente na assinatura da Declaração de Poços de Caldas, há 30 anos, destacou a situação de penúria dos prefeitos mineiros e suas dificuldades para conseguir recursos.

“Vamos entrar no período de chuvas, as pontes irão cair, os barrancos irão deslizar, as estradas estarão com os buracos abertos e os prefeitos fazem o quê? Correm para Belo Horizonte porque para Brasília não adiantam correr mais. Os prefeitos não tem mais recursos para estradas, para educação ou para saúde”, afirmou.

Defesa da Federação

A Declaração de Poços de Caldas +30 clama por um Brasil mais generoso e solidário com estados e municípios. Leia íntegra

O documento defende a redistribuição igualitária dos recursos arrecadados pela União e demonstra a luta dos estados e municípios pelo fortalecimento da Federação. (Conheça a carta de Poços de Caldas +30)

O prefeito de Manaus, o tucano Arthur Virgílio, em nome de todos os prefeitos do país, defendeu que o Brasil precisa dar um novo passo, encerrando a injusta centralização de recursos pela União.

“Queremos um pacto federativo, que o Brasil encontre seu caminho, agora com crescimento econômico com justiça social. Está na hora de darmos um novo passo, de distribuir justiça”, disse.

O presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), prefeito de Barbacena, Toninho Andrada (PSDB), disse que a Federação no Brasil está desfigurada porque os recursos se concentram longe dos municípios, onde a população vive os problemas.

“Os municípios estão ávidos por uma renovação do pacto federativo no país que está desfigurado. Precisamos de sua refundação porque há excesso de recursos em Brasília em prejuízo dos municípios e dos estados. Hoje, cerca de 70% de tudo o que se arrecada no Brasil fica em Brasília. O dinheiro fica longe do problema e os prefeitos passam sérias dificuldades. Os municípios estão esperançosos com a refundação da federação”, disse.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela de Minas Gerais (ITV-MG), ex-ministro Pimenta da Veiga, destacou que o Brasil já demonstrou que quer mudar como há 30 anos, quando o país foi às ruas defendendo as eleições diretas.

“Trinta anos atrás, propusemos eleições diretas para o Brasil. Hoje, iniciamos este grande movimento para reabilitação da federação que, sem dúvida, dará novos rumos ao país. O Brasil, por muitos sintomas e avaliações, já disse que quer mudar. E para mudar precisamos de uma liderança que marcará época em Minas e no país”, disse Pimenta da Veiga.

Emoção

Grande emoção com Fafá de Belém. Foto Orlando Brito/PSDB
Grande emoção com Fafá de Belém. Foto Orlando Brito/PSDB

Grande emoção com Fafá de Belém. Foto Orlando Brito/PSDB
O encontro Federação Já, Poços de Caldas +30 foi marcado por forte emoção. Além dos discursos do senador Aécio Neves, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de governadores e parlamentares, os presentes acompanharam trechos em áudio de discursos dos ex-governadores Tancredo Neves e Franco Montoro em defesa da autonomia e da descentralização de recursos em favor de estados e municípios. A cantora Fafá de Belém interpretou o Hino Nacional e a canção “Menestrel das Alagoas”, de Milton Nascimento, música que marcou as Diretas Já.

Todos os governadores do PSDB estavam presentes, Geraldo Alckmin (SP), Antonio Anastasia (MG), Beto Richa (PR), Marconi Perillo (GO), Simão Jatene (PA), José de Anchieta Jr. (RR), Siqueira Campos (TO) e Teotônio Vilela (AL).

Médicos estão revoltados com o acordo feito entre Dilma e Cuba e fazem paralisação nacional

Médicos de todo o país fazem paralisação nesta quarta-feira (03/07/13) em protesto contra a decisão do governo federal do PT de trazer médicos do exterior para trabalhar no SUS (Sistema Único de Saúde).

Os estados do Acre, Amapá, Sergipe e o Distrito Federal vão paralisar o atendimento ambulatorial durante todo o dia. Em Minas Gerais, serão suspensas as consultas na hora da manifestação. Estão mantidos os serviços de urgência e emergência.

Os profissionais estão revoltados com o acordo feito entre a presidente Dilma Roussef e a ditadura cubana da vinda de 6.000 médicos para trabalhar no interior do Brasil.

Isso porque não se sabe os critérios adotados para a autorização de trabalho desses profissionais pois os médicos formados no exterior precisam fazer uma prova de revalidação do diploma e o nível de aprovação é baixíssimo.

De acordo com o deputado Carlos Mosconi (PSDB), os médicos brasileiros não são contrários a vinda dos cubanos desde que estes sejam submetidos à legislação brasileira.

“Ninguém é contra o profissional que vem ao Brasil e se submete às leis do país fazendo o exame de revalidação. Mas o exame de revalidação que existe hoje tem um índice de reprovação de 92% e o Brasil quer passar uma borracha nisso. Nós somos totalmente contrários a isso”, disse.

De acordo com a Veja, o anúncio feito pelo Itamaraty foi condenado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que, em nota, classificou a negociação como “eleitoreira, irresponsável e despeitosa”. No texto, o CFM diz que pretende tomar medidas jurídicas contra um eventual acordo.

Fonte: Minas Transparente

Aécio Neves destaca, durante convenção, atuação de Carlos Mosconi na saúde

Aécio Neves abraça José Serra durante convenção; Carlos Mosconi ao fundo. Foto George Gianni
Aécio Neves abraça José Serra durante convenção; Carlos Mosconi ao fundo. Foto George Gianni

Em seu discurso de posse, como presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves reconheceu o trabalho do presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Carlos Mosconi, ao longo da história da política de saúde do Brasil. O pronunciamento ocorreu na Convenção Nacional da legenda, em Brasília, no último sábado (18/05).

“É possível termos avanços na saúde e eles passam por aquilo que o PSDB defende. Vi aqui o companheiro Carlos Mosconi, que teve a responsabilidade, ao lado de José Serra, de consolidar e implementar o SUS no Brasil. O PSDB defende aquilo que propunha a emenda 29, com 10% dos recursos orçamentários sendo gastos na saúde para que possamos efetivamente cuidar de quem precisa”, enfatizou Aécio.

Carlos Mosconi, sensibilizado com o reconhecimento profissional, reafirmou as qualidades do novo presidente nacional do partido. “Temos a certeza que Aécio dará um dinamismo ao PSDB, levando a mensagem de mudança que o país tanto precisa e já incorporando as características do pré-candidato à presidência da República”. Continuar lendo

Saúde pública é o maior problema do governo Dilma, diz Mosconi

Deputado Carlos Mosconi afirma que a saúde brasileira é pior que na América Latina
Carlos Mosconi afirma que a saúde brasileira é pior que na América Latina

O presidente da Comissão de Saúde da ALMG, deputado Carlos Mosconi (PSDB), disse nessa quarta-feira (20/3) que os serviços de saúde no Brasil continuam sendo o maior problema do país. A afirmação foi feita um dia depois da divulgação da Pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo Dilma e seus principais desafios.

Na visão dos 2.002 brasileiros ouvidos, 67% desaprovaram a gestão na saúde. Na última pesquisa em dezembro, o setor também foi considerado o pior problema do governo federal.

“A presidente assiste passivamente a decadência do serviço de saúde público no Brasil. A população reclama sobre a situação com as autoridades municipais e estaduais. Já a União, detentora de 70% da carga tributária, cruza os braços e investe pouco na área”, afirmou Mosconi.

A insatisfação também é confirmada pelo Relatório de Desenvolvimento Humano de 2013, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), anunciado no dia 14/3. Entre 126 países analisados pela satisfação do sistema de saúde, o Brasil ficou na 108ª posição, com 44%.

“Nenhum país da América Latina teve índice de satisfação da saúde tão baixo quanto o Brasil. A exceção é só o Haiti (35%). Países como Bolívia (59%), México (69%), Venezuela (75%) e Uruguai (77%), consideraram os próprios serviços de saúde melhores do que a população brasileira”, ressaltou o presidente da Comissão de Saúde.

O país perdeu em satisfação até para países como o Afeganistão (46%), Serra Leoa (46%), Camarões (54%) e Senegal (57%). A média mundial também ultrapassou a brasileira: 61%. Em relação a população da América Latina, 57% demonstrou aprovar o serviço.

Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado Carlos Mosconi