Propostas defendidas pelo PSDB contribuirão para reforma política, avalia Marcus Pestana

Marcus Pestana Foto George Gianni PSDB 3Durante audiência pública promovida pelo grupo de trabalho da Câmara que debate a reforma política, o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) defendeu nesta quinta-feira (8) a adoção de ações que vão aperfeiçoar o sistema em vigor no país. O debate contou com a participação de representantes da sociedade civil, como o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical. O tucano destacou pontos da proposta aprovada recentemente pela Executiva Nacional do PSDB, que proporcionarão, entre outros aspectos, a redução de custos nas campanhas. “Podemos dar uma contribuição relevante e o apoio para que os trabalhos da comissão tenham consequência”, afirmou.

Representante do PSDB no colegiado, o parlamentar chamou atenção dos representantes dos movimentos para problemas que ele considera relevantes, como questões relativas à Justiça Eleitoral. “Vocês precisam sugerir muitas mudanças no processo, porque a protelação da aplicação da lei muitas vezes tem a ver com o engavetamento de processos e prazos”, avaliou.

Para Pestana, a questão do financiamento é fator importante para ser trabalhado. No entanto, disse que o aspecto central deve focar no mal estar da sociedade com a baixa representatividade política. E ressaltou que o financiamento tem a ver com o sistema eleitoral, que provoca a falta de vínculo e controle social. De acordo com o tucano, 70% das pessoas não sabem o nome dos deputados em quem votaram dois anos após as eleições. “Quem não diz o nome não controla, não acompanha e não fiscaliza. É um sistema maluco e de péssima qualidade”, alertou. Continuar lendo

Comissão aprova proposta de Eduardo Barbosa para debater o uso de tecnologia assistiva na saúde pública

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, nesta quarta-feira (7), o Requerimento do Deputado Federal Eduardo Barbosa com o objetivo de debater a incorporação de tecnologias assistivas no atendimento à saúde das pessoas com deficiência.

Segundo Eduardo Barbosa, é importante saber como a tecnologia assistiva está sendo empregada na Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa Com Deficiência, por meio da qual estão sendo criados Centros Especializados em Reabilitação (CER) e oficinas ortopédicas. “Como a tecnologia assistiva é componente fundamental no processo de reabilitação, gostaríamos de obter informações do Ministério da Saúde, que compõe o Comitê de Ajudas Técnicas, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, como ela está sendo incorporada a esse processo, e o papel do Órgão na oferta da tecnologia assistiva no atendimento ofertado pela Rede de Cuidados, para além do fornecimento de órteses, próteses e cadeiras de rodas”, explicou.

O requerimento aprovado propõe a realização de Audiência Pública para debater o tema com a Coordenadora da Área Técnica da Saúde da Pessoa com Deficiência, do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, Vera Lúcia Ferreira Mendes,e representante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.

Tecnologia Assistiva é um termo que foi criado em 1988 como um elemento jurídico dentro da legislação norte-americana para regular os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA. Atualmente, é utilizado para identificar recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência de modo a promover uma vida com maior independência e autonomia.

Tecnologia assistiva nos Fóruns Regionais

No 1º semestre desse ano, o Deputado Eduardo Barbosa percorreu 31 cidades de Minas Gerais para palestrar sobre tecnologia assistiva, dentro dos Fóruns Regionais de Autogestão, Autodefesa e Família, organizado pela Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais (Feapaes-MG). Durante as palestras, o Deputado falou sobre os novos conceitos e conhecimentos voltados à autonomia e independência da pessoa com deficiência intelectual e múltipla.

O II Fórum Mineiro de Autogestão, Autodefesa e Família, evento conjunto ao XII Congresso da Rede Mineira das Apaes, terá como tema: Tecnologia Assistiva Promovendo o Desenvolvimento da Pessoa com Deficiência Intelectual. Os eventos serão realizados entre os dias 11 e 13 de outubro de 2013, no Minascentro, em Belo Horizonte.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Deputado Federal Eduardo Barbosa

Rombo de R$ 7 bi mostra que Dilma não tem competência para lidar com setor energético, afirma Rodrigo de Castro

Deputado Rodrigo de Castro - Crédito: George Gianni / PSDB
Deputado Rodrigo de Castro – Crédito: George Gianni / PSDB

Um rombo de quase R$ 7 bilhões no caixa do Tesouro pode ameaçar a redução de 20% na conta de luz dos brasileiros, prometida pela presidente Dilma Rousseff em cadeia nacional de rádio e televisão no fim do ano passado. Isso porque, segundo fontes do governo, seria necessário um reajuste médio de quase o mesmo percentual, cerca de 20%, nas tarifas para que o governo possa pagar as empresas de energia que aceitaram renovar suas concessões antecipadamente. As informações são do jornal O Globo (30).

“Dilma, que já foi ministra do setor, mostra que não tem a menor competência para lidar com a questão energética”, critica o deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB-MG), titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara.

“Em relação à energia, o governo petista tem agido de maneira bastante infeliz. Como um exemplo, podemos citar como ele desorganizou o setor do álcool, que era um modelo para o Brasil”, aponta.

Segundo a reportagem do jornal O Globo, se forem considerados os valores previstos para o próximo ano, o déficit poderá atingir os R$ 18 bilhões. A situação piora porque o governo já quase não tem recursos em seus fundos setoriais, usados para cobrir o gasto extra com as usinas termoelétricas. Até maio, o saldo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), por exemplo, era de apenas R$ 218,1 milhões.

Para o tucano, o setor energético no Brasil vive uma crise semelhante a que assola a Petrobras. “A empresa hoje vive uma situação difícil, onde tem um dos maiores rombos financeiros da sua história. Na energia é a mesma coisa. Quando mexeu no setor elétrico, o governo causou um grande caos e prejuízo às empresas”, completa.

Fonte: Portal PSDB

Com dez anos de atraso, Governo Federal avança na privatização das estradas em Minas

Aeroportos, estradas… o Governo Federal do PT pode até fingir ser contra, mas continua apostando nas privatizações para tentar solucionar alguns dos vários gargalos de infraestrutura do país. Depois de passar anos criticando e negando este modelo de gestão, o PT está sendo obrigado a reconhecer a eficiência da parceria com a iniciativa privada para garantir investimentos, principalmente para as rodovias federais.

Em dois anos de governo Dilma a lista das privatizações não para de crescer. O jornal Folha de S.Paulo divulgou que o Tribunal de Contas da União(TCU) já marcou para a próxima quarta-feira (31/07/2013) a votação da análise dos Estudos de Viabilidade das duas primeiras rodovias que vão a leilão no Programa de Investimento em Logística do Governo Federal, a BR-050 (Goiás a Minas Gerais) e a BR-262 (Minas ao Espírito Santo).

Para o vice-líder do Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Rômulo Viegas (PSDB), o PT tenta negar, mas sabe que a privatização é capaz de trazer mais desenvolvimento econômico ao país e assegurar investimentos que muitas vezes o governo não consegue fazer. “Estamos muitos satisfeitos. Até que enfim a presidente Dilma resolveu adotar o modelo que eles tanto repudiaram, que é modelo de privatizações, concessões ou seja lá o nome que eles queriam dar”, afirmou Viegas.

Fonte: Minas Transparente

Para Azeredo, Dilma ignora problemas de gestão e admite influência excessiva de Lula em seu governo

O deputado Eduardo Azeredo (MG) criticou nesta segunda-feira (29) o teor da entrevista da presidente Dilma Rousseff publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” no fim de semana. Ao declarar que Lula não vai voltar porque ele nunca saiu do governo, a presidente admite que age o tempo todo à sombra do petista. O tucano lembra que a presidente não chegou ao Planalto por conta das suas propostas, mas graças ao ex-presidente, que moveu mundos e fundos para eleger a sua sucessora.

Na avaliação do parlamentar, a petista deixou claro que o seu governo é uma continuidade da bagunça deixada pelo seu antecessor. Além disso, também reconheceu que age o tempo todo sob a forte influência de seu padrinho político. São contantes encontros entre os dois, em especial para tratar dos reiterados problemas envolvendo não apenas o governo, mas também o PT e os “aliados”. O semestre legislativo, por exemplo, chegou ao fim sem perspectiva de solução da crise envolvendo o PMDB a a gestão petista.

“Se Dilma assume que ele continua mandando, ela mesma está passando o ônus de um governo que descumpre o prometido. Além disso, faz com que o Brasil perca a confiança tão duramente conquistada com a estabilidade econômica. Portanto, a presidente está reconhecendo e querendo passar a culpa dos seus problemas para o ex-presidente Lula”, avaliou Azeredo, ex-senador e ex-governador de Minas Gerais.

Durante a entrevista, a presidente reafirmou que não cortará o número de ministérios – atualmente são 39 em funcionamento, um recorde na história brasileira. Para o deputado, ela continua insistindo no erro. “Todos reconhecem e o próprio PMDB defendeu a diminuição da quantidade de ministérios, mas a presidente faz ouvido de mercador, finge não ouvir as vozes das ruas e nem os consideram 39 ministérios um absurdo”, ressaltou, ao lembrar a inexistência de tantas pastas em qualquer democracia mundial.

Alheia à realidade, Dilma negou ainda dificuldades econômicas apontadas inclusive por parlamentares de sua base e pelo próprio Lula, e garantiu que o governo cumprirá a meta de inflação. Para Azeredo, a cada manifestação pública mais fica claro que a presidente está vivendo em um país diferente do Brasil real.

“Estamos vendo a inflação crescer e a manutenção de uma infraestrutura precária, mas ela insiste em dizer que está tudo muito bem. Dilma repete o que fez nos movimentos de junho, quando foi para a TV com soluções estapafúrdias como a realização de um plebiscito”, apontou.

Por fim, Azeredo foi enfático: “o que a presidente precisa fazer agora é ouvir e ter humildade. Deveria aproveitar os ensinamentos do Papa Francisco de ser humilde e reconhecer que seu governo tem muito ministério, é indeciso e não está fazendo o bem para o Brasil.”

Petista zomba da inteligência dos brasileiros – Em sua página no Facebook, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou a “obsessão” de Dilma pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, citado pela petista na entrevista, e considerou que Dilma anunciou ao país que “o governo não fará nenhum esforço no sentido de diminuir sua estrutura e, com isso, reduzir o seu custeio”. A petista atacou a gestão de Fernando Henrique no que diz respeito ao controle à inflação fazendo comparações de contextos econômicos totalmente diferentes.

“Ao insistir em comparar o seu governo com a gestão do ex-presidente, a presidente Dilma zomba da inteligência dos brasileiros ao tratar apenas de números absolutos, ignorando as gigantescas diferenças entre as conjunturas das duas épocas”, defendeu Aécio. “O sentimento que fica ao final da entrevista é o de um governo incapaz de novas iniciativas, refém das circunstâncias que o cercam. Enfim, uma gestão que chegou ao seu final de forma extremamente prematura.”

À “Folha.com”, o ex-vice-governador de São Paulo e ex-líder do PSDB na Câmara Alberto Goldman foi taxativo: “Lula nunca saiu, e Dilma nunca entrou.” Para o tucano, a petista se “autofirma como um pequeno joguete” ao reconhecer tamanha influência de seu mentor político no seu governo.

Do Portal do PSDB na Câmara