PSDB de Minas realiza encontros regionais para preparar candidatos às eleições municipais

A primeira reunião ordinária de 2012 da Executiva do PSDB de Minas Gerais foi realizada nesta segunda-feira, em Belo Horizonte

O PDSB de Minas Gerais realizará, de março a junho, cursos de formação política para os pré- candidatos tucanos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que disputarão as eleições municipais deste ano. O anúncio ocorreu durante a primeira reunião ordinária da Executiva do PSDB de Minas Gerais, nesta segunda-feira (06/02), em que foi definido pelo presidente do partido, deputado federal Marcus Pestana, o plano de trabalho dos tucanos mineiros até o período das convenções, realizadas de 10 a 30 de junho. Durante a reunião, foram analisadas ainda as perspectivas partidárias para as eleições municipais.

Os cursos de formação política serão realizados em encontros regionais do PSDB em dez cidades-polos, reunindo pré-candidatos tucanos de todos os municípios mineiros. Promovidos pela seção mineira do Instituto Teotônio Vilela (ITV-MG), presidido pelo deputado federal Eduardo Barbosa, os cursos oferecerão aos candidatos orientação sobre legislação eleitoral, marketing e uso de mídias sociais, panorama da situação política e econômica do país, além das principais bandeiras defendidas pelo partido.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o encontro acontecerá no dia 25 de maio, com a presença de líderes nacionais e estaduais do partido e de lideranças municipais de todo o Estado.

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Palestra sobre envelhecimento do Brasil marca criação do Núcleo do Idoso do PSDB

A economista Anna Fruttero, do Banco Mundial, durante apresentação sobre envelhecimento da população brasileira, na sede do PSDB-MG

O Brasil está passando por uma rápida e profunda transformação demográfica e, em 20 anos, vai dobrar sua população com mais de 65 anos. Essa transição, que foi feita lentamente nos países europeus, trará um impacto muito grande nas finanças públicas e nos serviços de saúde e educação do país. Na França, por exemplo, esse processo demorou 115 anos para acontecer. Este foi um dos dados apresentados pela economista do grupo de Desenvolvimento Humano e Proteção Social do Banco Mundial, em Washington, Anna Fruttero. Ela foi convidada pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV/MG) para apresentar, neste sábado (1º/10) o relatório “Envelhecendo em um Brasil mais velho”, em comemoração ao Dia Mundial do Idoso.

A palestra, realizada na sede do PSDB de Minas Gerais, em Belo Horizonte, foi também o evento inaugural do Núcleo do Idoso do PSDB. Este é o mais novo grupo temático criado pelo Partido, que em agosto fundou o PSDB Sindical.

O objetivo do Núcleo do Idoso, segundo o deputado Eduardo Barbosa, presidente do ITV/MG, é ajudar a criar e apresentar opções de políticas públicas para este segmento. “Teremos também um trabalho prático porque existe uma carência muito grande de profissionais qualificados na área”. Ele adiantou que a primeira bandeira do Núcleo será procurar parceiros no estado para criar em cada município cursos de cuidadores de idosos.

Envelhecimento dos brasileiros

O relatório “Envelhecendo em um Brasil mais velho” foi requisitado e financiado pela Diretoria do Banco Mundial para o Brasil e faz um estudo sobre a dinâmica populacional no Brasil no período de 1950 a 2050. Ele aponta que o envelhecimento populacional nunca esteve entre as principais preocupações do Brasil, país considerado em todo o mundo como “sinônimo de juventude”. Mas os números alertam que essa visão precisa mudar.

A economista mostrou as principais mudanças ocorridas no Brasil entre 1950 e 2010. No período, a população jovem aumentou mais de duas vezes, mas já está diminuindo e a projeção é de que caia aproximadamente 35 % entre 2010 e 2050. Também entre 1950 e 2010, a população adulta cresceu mais de quatro vezes, mas começará a diminuir depois de 2025 e, em 2050, será 3,5% mais baixa que em 2010. A mudança mais significativa, no entanto, diz respeito à população idosa, que aumentou 7,6 vezes entre 1950 e 2010, e vai aumentar em mais que 220% entre 2010 e 2050. E o mais importante: depois de 2025 esta faixa etária será a única que continuará crescendo.

Anna Fruttero afirmou que o Brasil está passando por uma fase favorável e único da sua transição demográfica e que é agora o momento de fazer um planejamento, com o objetivo de preparar o país para esta nova realidade, pois o país vai se tornar mais velho muito rapidamente. “É importante aproveitar esse momento para criar emprego de qualidade e acumular capital físico e humano para garantir crescimento econômico e sustentabilidade fiscal quando a estrutura etária mudar”, alertou.

O presidente do PSDB de Minas Gerais, deputado Marcus Pestana, lembrou que como conseqüência disto, a reforma da Previdência será um assunto prioritário e terá que ser discutido com seriedade pela sociedade e pelos parlamentares.

 

Envelhecimento da população brasileira é tema de palestra promovida pelo ITV/MG

O Instituto Teotônio Vilela de Minas Gerais (ITV-MG) promove, no próximo sábado, dia 1º de outubro, a palestra “Envelhecendo em um Brasil mais velho”, com a economista e consultora do Banco Mundial, Anna Fruttero. O evento marcará o Dia Mundial do Idoso e a criação do Núcleo Temático do Idoso do ITV, que tem o objetivo de discutir políticas públicas para os idosos de todo o país. A palestra acontece no Auditório Pimenta da Veiga, na sede do PSDB de Minas Gerais (Rua Alvarenga Peixoto, 974 – 2º andar), a partir das 10 horas.

A italiana Anna Fruttero é economista do grupo de Desenvolvimento Humano e Proteção Social do Banco Mundial, em Washington, e uma das autoras do relatório “Envelhecendo em um Brasil mais velho”, requisitado e financiado pela Diretoria do Banco Mundial para o Brasil. O estudo foi realizado com o propósito de aprofundar o conhecimento sobre questões estratégicas na formação de capital humano brasileiro, como o envelhecimento populacional, o desenvolvimento infantil, além da qualidade da educação e de emprego.

O relatório aponta que o envelhecimento populacional nunca esteve entre as principais preocupações do Brasil, país considerado em todo o mundo como “sinônimo de juventude”. O estudo alerta que essa realidade tem mudado nas últimas décadas, em razão do processo de desenvolvimento do país que está levando o Brasil a atingir índices sociais e demográficos de Primeiro Mundo com sistemas e instituições herdados de outro contexto social.

“Um dos grandes objetivos do relatório e também da palestra é incentivar o debate sobre o envelhecimento populacional e as opções de políticas públicas para este segmento cada vez mais significativo para o país. Também por isto nossa preocupação em criar um núcleo temático para discutir os problemas do idoso”, explica o deputado federal Eduardo Barbosa, presidente do ITV/MG. O ITV é o órgão de estudos e formação política ligado ao PSDB.

Palestra “Envelhecendo em um país mais velho”

DATA: Dia 1º de outubro – sábado

LOCAL: Auditório do PSDB/MG – Rua Alvarenga Peixoto, 974 – 2º andar

HORÁRIO: 10 horas

Instituto Teotônio Vilela iniciará cursos de capacitação para mobilizar a sociedade mineira

Deputado Eduardo Barbosa, presidente do ITV/MG

O Instituto Teotônio Vilela de Minas Gerais (ITV/MG) , órgão do PSDB voltado para estudos e formação política, iniciará uma série de cursos de capacitação, no próximo semestre, com o objetivo de preparar filiados e não-filiados para os novos desafios do partido. Até 2013, serão capacitados 1.000 cidadãos que se tornarão multiplicadores das diretrizes da nova Executiva, que tem como principal meta o fortalecimento e a modernização do partido.

O ITV também pretende criar núcleos temáticos com a participação da sociedade civil. O primeiro deles poderá ser o Núcleo dos Idosos. Uma palestra motivacional será realizada em 1º de Outubro para mobilizar a população idosa a se engajar nas atividades do partido e da sociedade.

Desde março, o ITV de Minas Gerais tem buscado mobilizar a sociedade para viabilizar o Plano Bienal 2011-2013 do PSDB. A proposta do ITV é trazer para o partido as aspirações, as idéias e necessidades dos cidadãos.   

Sob o comando do novo presidente, o deputado federal Eduardo Barbosa, o ITV realizou, no mês passado, encontro com lideranças e representantes da sociedade civil para discutir o Plano Nacional de Educação (PNE) em tramitação no Congresso Nacional. Educadores de diferentes partes do país debateram sobre as diretrizes e metas do governo federal para a educação básica nos próximos dez anos.

 Fundado em 1995, o ITV é formado por intelectuais e políticos de expressão nacional e tem como presidente o ex-senador e ex-governador do Ceará, Tasso Jereissati. O Instituto é responsável pela divulgação da doutrina social-democrata no Brasil e pelo fortalecimento do processo político brasileiro. Frequentemente, o ITV promove estudos, seminários, palestras e debates sobre a realidade nacional, com objetivo de formular políticas públicas coerentes com o ideário da social-democracia: respeito aos princípios democráticos, responsabilidade fiscal e social, coerência e ética política.

Mais informações sobre os cursos no ITV/MG: (31) 2125-4512.

Educadores defendem maior discussão sobre Plano Nacional de Educação

Cláudio Moura e Castro durante apresentação no debate sobre o Plano Nacional de Educação, promovido pelo ITV/MG

Quem vai financiar a implantação do Plano Nacional de Educação (PNE) ? Esta é a principal preocupação de especialistas da área de educação que participaram do debate promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), nesta segunda-feira, na sede do PSDB de Minas Gerais, em Belo Horizonte, para discutir o assunto. Em tramitação em comissão especial no Congresso Nacional, desde dezembro, o PNE para o decênio 2011/2020 já recebeu quase três mil emendas e, segundo os especialistas, ainda precisa de muita discussão envolvendo estados e municípios, os principais responsáveis pela implantação do novo plano e a quem devem sobrar as contas a pagar.

A educadora e ex-secretária de Educação do Rio Grande do Sul, Mariza Abreu, criticou a quantidade de metas estabelecidas no novo Plano Nacional de Educação. Ele apresenta 10 diretrizes e 20 metas que prevê, entre elas, a ampliação dos investimentos na área de educação de 5% para 7% do PIB Nacional.

Segundo Mariza Abreu, o novo plano se concentra principalmente na expansão da oferta e na valorização profissional, em detrimento da qualidade do ensino. Autora do livro “Boa Escola Para Todos: gestão da educação e debate sobre a valorização dos professores”, a educadora lembrou que o primeiro PNE tramitou por três anos na Câmara dos Deputados, a partir de 1998, e que não teve plena implementação.

“De que vale aprovar uma lei tão extensa se não vai haver dinheiro para pagá-la. Precisamos saber de onde vai sair o dinheiro para estados e municípios cumprirem as metas”, questionou Mariza Abreu.

A pedagoga e subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica da Secretaria de Estado de Minas, Raquel Elizabete de Souza Santos, afirmou que estados e municípios ainda precisam conhecer detalhadamente o Plano Nacional de Educação, pois são eles quem deverão cumprir as metas estipuladas pelo governo federal.

“Há muitos municípios que não entenderam ainda a sua responsabilidade para cumprir o plano. A discussão é necessária para evitar a aprovação de um plano deficiente. Estados e municípios é quem vão operacionalizá-lo. Corremos o risco de o próximo plano ser pior que o primeiro que tinha muitas metas e não saiu do papel”, disse Raquel Santos.

Falta de clareza nas propostas

O professor Claudio Moura e Castro, economista e consultor da área de educação, destacou pontos positivos do PNE como ampliação do sistema de avaliação nas escolas para definir o desempenho dos alunos em cada ano fundamental, exames de alfabetização, entre outros. No entanto, Moura e Castro criticou que o novo PNE não está sendo elaborado a partir de um diagnóstico, não define orientação geral aos estados e municípios e não apresenta medidas específicas que devem ser adotadas. O professor afirmou ainda que para a implementação de qualquer plano é preciso clareza na dotação orçamentária, o que não existe com o Plano Nacional de Educação “Um plano sem orçamento não vai sair do papel. É apenas um sonho”, disse.

Outra questão levantada pelo consultor foi que não existe responsabilização para o seu não cumprimento. Sendo assim, ele se declarou cético de que o novo PNE será colocado, de fato, em prática e vai mudar para melhor o sistema educacional no país. “Não existe fórmulas mágicas quando se trata em melhorias na educação. É preciso de um ciclo longo e contínuo de mudanças. Se queremos um plano para valer, ele precisa ser muito mais modesto que este. Ou, então, será de ficção”, afirmou.

Metas para os próximos dez anos

O Plano Nacional de Educação traz 10 diretrizes e 20 metas para a educação básica, educação de jovens e adultos, ensino profissionalizante e superior, além da valorização do magistério e do financiamento da educação nos próximos dez anos. A proposta institui também estratégias específicas para inclusão de minorias e universalização da educação. Além disso, amplia progressivamente o investimento público em educação até atingir o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB).

O PNE cumpre exigência prevista na Constituição de 1988, reforçada pela nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394) de 1996. O projeto de lei que criará o novo Plano Nacional de Educação já recebeu 2.919 emendas parlamentares na Comissão Especial que analisa a matéria na Câmara dos Deputados.

Membro da Comissão Especial do Plano Nacional de Educação da Câmara dos Deputados e presidente do ITV-MG, o deputado federal Eduardo Barbosa, destacou a importância do debate para ampliar a discussão do PNE. Ele lembrou que a criação da comissão especial para discutir o plano foi uma solicitação do PSDB.

Para Eduardo Barbosa, “a discussão do plano decenal precisa ser aprofundada porque tem repercussão em toda a sociedade. Temos de avançar para garantir a qualidade da nossa educação. A sociedade precisa conhecer melhor as metas, os compromissos e as responsabilidades que estados e municípios devem ter”, disse.

Confira, abaixo, as dez diretrizes e 20 metas do Plano Nacional de Educação: 

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Dois mineiros tomam posse na nova diretoria do ITV para o biênio 2011/2013

Deputado Marcus Pestana, que também é presidente do PSDB/MG, durante posse da nova diretoria do ITV, em Brasília. Foto Paula Sholl

A nova diretoria do Instituto Teotônio Vilela (ITV) tomou posse, nesta terça-feira, dia 14, para o biênio 2011/2013.  O ex-governador do Ceará e ex-senador, Tasso Jereissati, assumiu a presidência do instituto de estudos e formação política do PSDB ao lado da nova diretoria e dos conselhos Deliberativo e Fiscal. O presidente do PSDB/MG, deputado federal Marcus Pestana assumiu a diretoria de Estudos e Pesquisas.

O deputado federal Domingos Sávio (MG) foi nomeado membro do Conselho Fiscal. Também fazem parte da diretoria do instituto, o deputado federal João Campos (GO), que assumiu a diretoria de Formação e Aperfeiçoamento, e a senadora Marisa Serrano (MS), à frente da diretora financeira.

Fundado em 1995, o ITV é responsável pelo aperfeiçoamento e pela divulgação da doutrina social-democrata no Brasil. O instituto, formado por 28 intelectuais e políticos de expressão nacional, promove estudos, seminários, palestras e debates sobre a realidade nacional, com objetivo de formular políticas públicas coerentes com o ideário da social-democracia: respeito aos princípios democráticos, responsabilidade fiscal e social, coerência e ética política. A seção de Minas Gerais do ITV é presidida pelo deputado federal Eduardo Barbosa.

Em seu discurso de posse, o novo presidente Tasso Jereissati afirmou que o Brasil país não tem, neste momento, um projeto de futuro. Em sua avaliação, o Brasil desperdiça oportunidade única de melhorar a qualidade de vida de sua população.

“As circunstâncias internas e externas são favoráveis. Mas falta um rumo. Até o bônus demográfico atual está sendo perdido. O ITV tem um papel fundamental no caos que atravessamos. Precisamos ajudar a nação a voltar a ter um rumo definido. Temos de reagir a esse quadro. E só podemos reagir com ideias”, acrescentou Tasso Jereissati.

Segundo Tasso, as ações do ITV serão realizadas em consonância com o trabalho da direção do partido, das bancadas do PSDB no Congresso Nacional e dos governadores.

“Temos uma responsabilidade conjunta. Os nossos quadros são o nosso maior patrimônio. No ITV, vamos coordenar as ideias que coletarmos Brasil afora. O nosso papel não é política cotidiana, mas trabalhar as propostas para que o partido possa construir suas bandeiras e programas”, ressaltou.
 
Homenagem a FHC

Durante a reunião de posse, prestigiada com a presença de boa parte da Comissão Executiva Nacional do PSDB, Tasso Jereissati homenageou o presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso pela passagem do seu aniversário de 80 anos. Ele afirmou que o último projeto que o país teve é de autoria do governo FHC, com ações como a estabilização da economia e a modernização do Estado.

“O ex-presidente Fernando Henrique foi um verdadeiro estadista. Ele sempre se pautou na construção do Brasil do futuro, mesmo que em detrimento da popularidade momentânea”, disse

Conheça, abaixo, a nova diretoria do ITV
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