Manter descalabro no Esporte apenas comprovará aceitação pacífica da corrupção no governo petista

Há razões de sobra para que o Ministério do Esporte sofra uma limpeza completa. “Manter tudo do jeito que está apenas revela como a corrupção é pacificamente aceita como parte integrante do modo PT de governar. Além da complacência com as malfeitorias, outra hipótese é que a presidente da República não sabe ao certo que rumo dar a seu governo – e não só ao ministério comandado pelo cada vez mais enfraquecido Orlando Silva”, diz trecho da Carta de Formulação e Mobilização Política desta quarta-feira, dia 19. Leia abaixo a íntegra do documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela.

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Presidente do PSDB defende substituição de Orlando Silva por um profissional técnico

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acredita que a permanência do ministro do Esporte, Orlando Silva, põe em risco a realização da Copa de 2014, no Brasil. Alvejado por denúncia de corrupção, Silva tem uma única solução para estancar a crise que atinge a sua pasta: afastar-se do cargo. Para o tucano, o substituto precisa ter perfil técnico, com capacidade na área.

“Não esse negócio de ficar parcelando, ficar dando ministério a partido”, disse. “Tem que colocar partido para fazer política nos estados, no Congresso, onde quer que seja, e deixa um administrador cuidar dos esportes”, acrescentou. Assim como aconteceu no Ministério dos Transportes, Guerra avalia que o PCdoB não tem mais condição de comandar o Esporte.

Na opinião do parlamentar, a forma como o governo federal tem gerenciado o mundial é desastrosa. Os motivos são variados: baixo investimento em infraestrutura, obras de mobilidade inexistentes e, principalmente, porque o Executivo não tem orientação. “Vive em conflito permanente com as instituições internacionais e brasileiras.”

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Destaque na imprensa: Governo cobra de ONGs R$ 26,5 mi por desvios no Esporte

Publicado na Folha de S. Paulo – 18-10-11

Governo cobra de ONGs R$ 26,5 mi por desvios no Esporte

A cobrança para devolução de dinheiro de contratos irregulares de ONGs e governos com o Ministério do Esporte soma R$ 26,5 milhões.

Ao todo, 67 convênios da pasta são considerados irregulares pela CGU (Controladoria-Geral da União), sendo que os acordos feitos diretamente com Estados e municípios somam R$ 3 milhões.
Segundo o órgão, responsável por analisar os processos, os pedidos de restituição de verbas repassadas pela pasta cresceram 5.020% nos últimos cinco anos, de R$ 44 mil para R$ 10 milhões.

Entre as irregularidades apontadas estão compras superfaturadas, entrega de lanches em quantidades abaixo da prevista e contratação de empresas com sócios ligados às próprias ONGs que receberam recursos do ministério.

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