Cemig eleva jetons para R$ 14 mil e turbina mais salários de secretários de Fernando Pimentel

Man Carrying Large Money Bag --- Image by © Images.com/CorbisReajuste foi aprovado às vésperas do envio de reforma administrativa com economia zero; coincidência mostra que redução de gastos não é a prioridade do governo

Em meio a uma grave crise financeira, com as contas públicas no vermelho e com parcelamento de salários, o governo de Minas continua a inflar os gastos para pagamento de jetons a membros de conselhos das empresas públicas do Estado. Na Cemig, a remuneração dos conselheiros teve novo aumento e chegou a R$ 14,3 mil por mês. É o segundo reajuste promovido pela gestão petista de Fernando Pimentel, o que representa uma alta de 100% nos valores dos jetons na comparação com 2014.

O novo aumento foi aprovado em assembleia geral dos acionistas da Cemig no último dia 29 de abril, dias antes do envio da reforma administrativa, que chegou ao Parlamento no final desta terça-feira (03/5). Os documentos só se tornaram públicos nesta quarta-feira (04/5) e ainda estão sendo avaliados pela oposição, mas de acordo com declarações de integrantes do próprio governo, a prometida reforma não trará nenhuma economia, contrariando as afirmações de Pimentel de que o enxugamento na máquina iria resultar em cortes de R$1 bilhão. Continuar lendo

PSDB lança documento com contribuições ao governo Temer

“Essa é a contribuição efetiva que o PSDB pretende dar a esse governo de emergência nacional, a esse governo de transição. Falamos de princípios, falamos de valores e de propostas. O presidente Michel Temer deve ter absoluta liberdade para construir e apresentar à nação um governo de altíssimo nível, capaz de enfrentar as enormes dificuldades que o Brasil tem hoje”, afirmou o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, ao apresentar o documento do partido com contribuições ao governo do vice-presidente, se confirmado o impeachment de Dilma Rousseff.

A carta “Princípios e Valores para um novo Brasil” reúne propostas aprovadas pelos governadores, pelas bancadas do PSDB no Congresso e pelos integrantes da Executiva nacional do partido, todos reunidos em Brasília, na manhã de hoje (03/05).

Em entrevista coletiva, Aécio anunciou também a decisão conjunta do partido de não indicação de nomes para ministérios e cargos federais, e disse que novo governo precisa ter compromissos com uma agenda voltada para o fortalecimento do país e a retomada da geração de empregos.

“Há uma preocupação em relação à capacidade de termos um governo que possa ter a liderança que o Brasil aguarda. Queremos num segundo momento ter uma conversa com o governo Temer, com a área econômica em torno da questão federativa, em torno de medidas que possibilitem a aprovação de reformas que sinalizem para retomada do crescimento do emprego no país”, afirmou Aécio.

Leia íntegra do documento

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PSDB apresenta carta que selará apoio a Temer

Nova agenda para o Brasil é prioridade para o PSDB

Aécio em reunião com Temer reafirma compromisso do PSDB com agenda para o Brasil

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“O apoio do PSDB não está vinculado nem de longe a qualquer ocupação de espaço público, a qualquer cargo. Não vamos entrar nesse tipo de negociação. Nosso compromisso é ajudar o Brasil”, diz Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, recebeu, na manhã desta quarta-feira (27/04), em sua residência, em Brasília, o vice-presidente da República, Michel Temer, para discutir a contribuição que o partido dará ao novo governo, se confirmado o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

No encontro, realizado a pedido de Temer, Aécio reafirmou que o PSDB prepara um conjunto de propostas que será discutido semana que vem pela Executiva nacional do partido e depois apresentado publicamente.

“Recebi a visita do vice-presidente Michel Temer. Uma visita de cortesia, reiterando sua intenção de ampliar as conversas com o PSDB e fazê-las como deve ser feito, institucionalmente. Foi uma conversa preliminar. Disse a ele que o PSDB, na terça-feira, apresentará ao país a síntese dessas medidas que, do nosso ponto de vista, são as emergenciais. Foi essa a conversa e, obviamente, vamos ter outras após a definição desses pontos que serão submetidos à Executiva Nacional do partido”, afirmou Aécio Neves. Continuar lendo

Dados desmentem ataques petistas a Anastasia, relator do impeachment

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Sem argumentos para defender a fraude fiscal cometida por Dilma Rousseff, militantes petistas começaram a divulgar nas redes sociais que o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator do processo de impeachment no Senado Federal, fez as mesmas “pedaladas fiscais” que a presidente em sua gestão em Minas Gerais. Relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, que aprovou todas as contas da gestão Anastasia, no entanto, desmontam as acusações petistas e mostram que não aconteceram as chamadas pedaladas na gestão tucana em Minas.

Nenhuma das acusações atribuídas a Anastasia assemelha ao que está no pedido de impeachment de Dilma: a presidente é acusada de ter feito operação de crédito com instituição financeira controlada pela União, e é impossível que Anastasia ou qualquer outro governador mineiro faça o mesmo, já que Minas Gerais não controla nenhum banco comercial desde que o Bemge foi privatizado, na década de 90. Continuar lendo

“Governabilidade do país precisa ser urgentemente resgatada”, afirma presidente do PSDB de Minas, deputado Domingos Sávio

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Afirmação foi feita em entrevista ao programa “Cena Política, da BHNEWS TV, que tratou também das eleições deste ano na capital

O presidente do diretório do PSDB de Minas Gerais, deputado federal Domingos Sávio, foi o entrevistado do programa “Cena Política” veiculado na noite da última segunda-feira (15/04) na BHNEWS TV (canal 9 da NET). Ele foi sabatinado pelos jornalistas Carlos Barroso (apresentador do programa) e Eujácio Silva (editor do semanário Edição do Brasil). Durante cerca de uma hora de debate, ele apresentou suas opiniões e posicionamentos do partido sobre vários temas da atualidade, como o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e as eleições municipais deste ano.

Com relação ao discurso dos petistas, de que o processo de impeachment seria um golpe, Domingos Sávio lembrou que o STF decidiu reiteradas vezes (a última por 8 votos a 2), pela legitimidade do processo, tendo ditado, inclusive, o rito a ser seguido. “Foi por isso que, durante a histórica votação do último dia 17 de abril na Câmara dos Deputados, conclui assim o meu voto: ‘Não vai ter golpe. Vai ter impeachment’”, afirmou. Continuar lendo

Aécio defende respeito à Constituição e serenidade no debate sobre impeachment de Dilma

“Quem está com apoio amplo da sociedade brasileira caminhando para interromper o mandato da atual presidente da República é o conjunto do Congresso Nacional em sua ampla maioria”, afirmou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao responder ataques feitos por dirigentes do PT às bancadas da oposição no Congresso Nacional.

Em entrevista coletiva, Aécio pediu serenidade ao PT durante o debate sobre o pedido de impeachment da presidente da República, que começa a tramitar esta semana no Senado.

“É hora de absoluta serenidade. Nada vai nos tirar do nosso prumo, da nossa estratégia de agir com respeito à Constituição”, afirmou Aécio.

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Aécio pede agilidade ao Senado no julgamento do processo de impeachment

“O Brasil não pode ficar parado em um hiato, paralisado por mais esse período”, afirmou hoje (19/04) o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao defender agilidade nos procedimentos de instalação e nos trabalhos da Comissão Especial do Senado que julgará a aceitação do pedido de impeachment da presidente da República, aprovado pela Câmara dos Deputados no último domingo (17/04).

Em entrevista coletiva após reunião com líderes dos partidos, Aécio Neves disse que as oposições trabalham para votar o pedido do impeachment em plenário até 10 de maio e falou que a reforma política, com a redução do número de partidos no país, foi um dos temas da reunião com o vice-presidente Michel Temer, ontem, em São Paulo.

“O Senado tem um número excessivo de partidos políticos e eu disse ontem ao vice-presidente da República que, se assumir a Presidência da República, uma das questões essenciais a ser enfrentadas na largada do seu eventual governo é apresentar uma proposta de reforma política que restabeleça a cláusula de barreira. Não é possível você administrar o Brasil, com a complexidade das decisões que temos que tomar, com 25 partidos na Câmara e esse também número excessivo de partidos no Senado Federal”, afirmou Aécio.

Assista:
PSDB cobra agilidade no andamento do processo de impeachment

Reforma política

 

Afastamento de Dilma é consenso na sociedade, avalia Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, disse hoje (14/03), em entrevista, que, aprovado, neste domingo, o pedido de impeachment de Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, ela terá pleno direito de defesa também no Senado Federal, que terá palavra final sobre o afastamento da presidente.

Após reunião esta manhã, em Brasília, com juristas defensores do impeachment, Aécio Neves destacou que os partidos de oposição têm responsabilidade para com o país e trabalharão para apresentar propostas de reformas para o novo governo, aprovado o impeachment de Dilma. Ele destacou que o afastamento da presidente é hoje um consenso em toda sociedade.

“Se ela, hoje, corre risco – e um risco real – de ser afastada do cargo, é porque esse consenso atingiu sua própria base de sustentação. Vários daqueles que a acompanharam até agora estão percebendo que não é mais possível manter este governo”, afirmou Aécio. E acrescentou: “Se um crime é cometido, e se o ambiente político se cristaliza no sentido de que é preciso haver a substituição, os ingredientes estão colocados e acredito que, a partir de domingo, a Câmara dos Deputados entregará ao Senado Federal a responsabilidade de julgar a presidente da República. Faremos isso com serenidade, com base nos autos, com amplíssimo direito de defesa oferecido à presidente da República e aos seus representantes”, afirmou.

PSDB mobiliza governadores e aliados em apoio ao impeachment de Dilma Rousseff

“O PSDB reafirma seu compromisso absoluto com a interrupção do mandato da presidente Dilma Rousseff, pela via constitucional do impeachment. Não como por uma vontade daqueles que com ela disputaram a eleição, mas por uma constatação que nos une a todos de que ela, infelizmente, perdeu as condições mínimas de governar e de retirar o Brasil dessa crise extremamente aguda na qual o seu partido e seu governo nos mergulhou”, declarou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao anunciar, em São Paulo, ampla mobilização dos governadores tucanos junto a aliados em favor do processo de impeachment da presidente da República, que tem votação marcada para dia 17, na Câmara dos Deputados.

Aécio anunciou também que o partido trabalha para construção de uma agenda emergencial para superação da crise política, econômica e social no país.

“Os governadores estarão trabalhando em seus estados juntos aos parlamentares que lhes dão apoio na demonstração que de que o Brasil precisa virar essa pagina e tentar construir através de um grande entendimento, uma agenda de emergência para que o Brasil retome o crescimento, o emprego e a renda”, afirmou em coletiva à imprensa.

Assista a trechos da entrevista 

Reunião com lideranças do PSDB e aliados

Governadores do PSDB se únem a favor do impeachment

 

Aécio destaca aprovação de projetos do PSDB propostos na nova agenda para o Brasil

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, agradeceu, nesta quinta-feira (07/04), no plenário do Senado, o empenho dos senadores da Casa na votação de projetos propostos pelo partido e avaliados como importantes para o país. Aécio destacou que, com a aprovação dos projetos no Senado, o PSDB cumpre o compromisso assumido no início do ano quando foi firmada uma pauta única entre todos os partidos em torno de projetos avaliados como prioritários para o país. Aécio afirmou que trabalhará, agora, pela imediata aprovação das propostas na Câmara dos Deputados.

Os três projetos do PSDB definidos na pauta e aprovados este ano são a mudança nas regras de gestão e funcionamento dos fundos de pensão das estatais, relatado por ele e pela senadora Ana Amélia; o projeto que alterou as regras de participação da Petrobras na exploração do pré-sal, de autoria do senador José Serra; e a proposta do senador Tasso Jereissati que estabelece metas e qualificação para empresas estatais.