Destaque na imprensa: O rastro da propina da campanha de Dilma

Leia, abaixo, reportagem publicada na revista IstoÉ:

Levantamento nas contas da presidente mostra relação entre pagamentos de propina e remessas de dinheiro do PT para empresas de fachada. Notas subfaturadas também serviram para fraudar o custo oficial da eleição

Na semana passada, ISTOÉ revelou que por determinação do ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a Polícia Federal deverá fazer uma apuração sobre alguns gastos realizados pela campanha de Dilma Rousseff em 2014. Há a suspeita de diversos pagamentos feitos a empresas que seriam apenas de fechada. Ou seja, haveria no esquema oficial de doação de recursos para a campanha uma espécie de lavanderia de dinheiro proveniente de propinas do petrolão. A reportagem também mostrou que as propinas da UTC entregues à campanha de forma oficial, como delatado pelo empresário Ricardo Pessoa, abasteceram boa parte dessas empresas de fachada (leia quadro na pág. 38). Agora, um novo levantamento feito pela revista indica que essas mesmas empresas podem ter sido aquinhoadas com propinas depositadas na campanha de Dilma pela Camargo Corrêa e pela Engevix, cujos executivos já admitiram a participação no petrolão em acordos de delação premiada.

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Com base nos depoimentos dos executivos que colaboraram com a Justiça Federal em Curitiba, a reportagem levantou dezenas de recibos de doações dessas companhias, cruzando-os com as ordens de pagamento aos fornecedores que o TSE trata como “suspeitos”. Todas as empresas arroladas pelo ministro Gilmar Mendes serviram de destino para parte do dinheiro proveniente do petrolão. A análise nos documentos de receitas e despesas apresentados pelo PT evidencia, ainda, fortes indícios da emissão de notas fiscais subfaturadas para evitar a violação do limite de gastos da campanha. São elementos que reforçam a tese da Operação Lava-Jato de que o PT usou o caixa 1 para lavagem de dinheiro. Continuar lendo

Governo do PT mente sobre 500 obras paralisadas em Minas

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Oposição denuncia farsa do governo para acusar administração anterior; lista inclui obras concluídas e até a produção de um mapa rodoviário

A farsa montada pelo governo Fernando Pimentel sobre as 500 obras paradas e um déficit de R$ 7,2 bilhões, que teriam sido “herdados” da gestão anterior, foi desmascarada pelos deputados do bloco de oposição Verdade e Coerência, nesta quarta-feira (08/07), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Na falsa lista, o governo do PT em Minas incluiu, por exemplo, 194 obras já concluídas até 2014, sendo 22 repetidas e até a produção de um mapa rodoviário.

Para enganar os mineiros, o governo do PT gasta milhões com campanha publicitária. “O governo do PT em Minas mente deliberadamente para a população e ainda usa dinheiro público para fazer publicidade com os dados falsos”, afirma o deputado Gustavo Corrêa (DEM), líder do bloco de oposição. Continuar lendo

Governo do PT ignora urgência da duplicação da BR-381

Ainda caminham a passos lentos as obras de duplicação da BR-381. Segundo reportagem do jornal O Tempo, o DNIT retomou, semana passada, as obras paralisadas por falta de pagamento a fornecedores, mas pelo visto foi só para “inglês ver”. A maioria das empresas terceirizadas não reiniciou os trabalhos e quem retomou está com receio de colocar toda a equipe nos canteiros e não ter recursos para pagar os funcionários. Leia aqui: http://bit.ly/1EDUGYt

Reprodução Jornal O Tempo

Além disso, há ainda lotes da obra sem licitação, como o que inclui o trecho entre BH e Caeté eoutro próximo a Monlevade. A duplicação da BR-381 vem sendo prometida desde 2002 nas campanhas de Lula e, posteriormente, virou promessa nas campanhas de Dilma e também do governador eleito Fernando Pimentel. Mas pelo andar da carruagem o PT não quer resolver o problema da Rodovia da Morte que deixa milhares de vítimas fatais por ano no Estado.

Trens do metrô de BH envelhecem sob sol e chuva e governo do PT não investe em obra de expansão

Foto: Alex de Jesus (Reprodução Jornal O Tempo)

Promessa das campanhas petistas de Lula e Dilma à Presidência e também de Fernando Pimentel ao governo de Minas, a expansão do metrô de Belo Horizonte está longe de ser uma realidade. Como se não bastasse o atraso do início das obras das linhas 2 e 3, nem mesmo a melhoria de estrutura da única linha existente consegue sair do papel.

Desta vez, o problema ficou por conta da falta de pátio e de garagem para os novos trens que chegaram à capital para incrementar a atual frota. Expectativa é de que os novos trens reduzissem o intervalo de viagens do metrô da capital.

Segundo reportagem do jornal O Tempo, mesmo quando começar a rodar, a nova frota não irá reduzir o intervalo de viagens, porque, além das outras deficiências, as composições modernas terão que se adaptar ao sistema de sinalização usado atualmente, já obsoleto. O governo federal do PT prometeu instalar o novo sistema de sinalização, mas até hoje nada e as novas composições estão parados no tempo, desde novembro, correndo o risco de se deteriorar com chuva e sol.

Leia mais: http://bit.ly/1QKHHZY

Desde que o PT assumiu o governo federal, o metrô de Belo Horizonte não recebe investimentos, somente promessas. Foi assim nos últimos 12 anos e deve continuar em 2015, para desconforto dos mais de 230 mil passageiros que são transportados por dia na capital mineira.

Quatro anos depois de mais um anúncio de liberação de verbas para a construção de duas novas linhas e com mais de R$ 60 milhões gastos com projetos e sondagens no solo da capital, a obra pode voltar à estaca zero.

Quando assumiu o governo, Fernando Pimentel (PT), disse que deveria lançar consulta popular para ouvir moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte sobre quais regiões devem receber os novos trechos do metrô. Dessa forma, será necessário revisar, ou até mesmo descartar, os projetos já elaborados para a ampliação da linha existente Eldorado/Vilarinho e para as novas linhas Savassi/Lagoinha e Barreiro/Nova Suíça. O resultado todo mundo já sabe: mais atrasos e promessas não cumpridas.

Este é o jeito do PT de governar, de costas para Minas e os mineiros.

Fernando Pimentel fecha Palácio da Liberdade ao público e desmonta exposição sobre memória de Minas

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Os mineiros já estavam indignados com o fim da visitação pública ao Palácio da Liberdade, desde janeiro, com a entrada do PT no governo. Agora, ficaram ainda mais estarrecidos com a destruição da exposição interativa sobre a história da sede do governo de Minas Gerais.

Inaugurada em 2013, com patrocínio do Sesi, a exposição recebeu, no primeiro ano, visita de mais de 43 mil pessoas, entre elas 6 mil alunos das escolas mineiras.

Chamava a atenção pela tecnologia e a criatividade que utilizava o próprio mobiliário da sede do governo, como guarda-roupas, armários, mesas e espelhos, para contar a história de Minas e dos ex-governadores. Leia mais:http://bit.ly/1JSKU4v

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PSDB pedirá ao TCU e MPF investigação sobre empréstimos do BNB a grupo de cervejaria

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O líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), irá protocolar no início da semana representação junto ao Ministério Público Federal e um pedido de auditoria especial ao TCU (Tribunal de Contas da União) para que sejam investigados dois empréstimos que somam R$ 830 milhões tomados junto ao BNB (Banco do Nordeste) ao Grupo Petrópolis, da cervejaria Itaipava. Também será apresentado requerimento de informação por meio da Lei de Acesso à Informação ao BNB.

De acordo com reportagem da revista Época, em setembro, o grupo entrou com pedido no BNB para que fosse dispensado da obrigação de apresentar fiança em um dos empréstimos, o que reduziria os custos para a empresa. O pedido foi analisado e aprovado em cinco instâncias do banco em 24 horas. Continuar lendo

Petrobras: TCU constata superfaturamento até na compra de mandioca

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Matéria publicada no jornal  O Globo

A Petrobras já recorreu aos mais diversos argumentos para rebater a acusação de superfaturamento de R$ 1,3 bilhão nos principais contratos das obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Preços a mais, acertados com as empreiteiras, foram a base para o esquema de desvios operado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, conforme investigação da PF na Operação Lava-Jato. No caso de uma fatia desse superfaturamento, referente aos custos com alimentação, a estatal recorreu à mandioca — ou à macaxeira, como é conhecida no Nordeste — para explicar a diferença de preços.

O caso é investigado em inquérito da PF e em processos de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). O que já se constatou é que a mandioca de fato foi comprada para o café da manhã nos canteiros de obras e encareceu as refeições, mas a preços superfaturados, conforme as investigações. A Petrobras disse terem sido gastos R$ 2,88 a cada 220 gramas de mandioca. O valor foi considerado elevado pelos técnicos do TCU. “Considerando as cotações máximas da Ceasa-PE, corrigidas pelo IPCA, o valor de referência para a porção de 220 gramas de macaxeira é de R$ 0,39”, advertiram eles, em relatório. Continuar lendo