Aécio em reunião com Temer reafirma compromisso do PSDB com agenda para o Brasil

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“O apoio do PSDB não está vinculado nem de longe a qualquer ocupação de espaço público, a qualquer cargo. Não vamos entrar nesse tipo de negociação. Nosso compromisso é ajudar o Brasil”, diz Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, recebeu, na manhã desta quarta-feira (27/04), em sua residência, em Brasília, o vice-presidente da República, Michel Temer, para discutir a contribuição que o partido dará ao novo governo, se confirmado o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

No encontro, realizado a pedido de Temer, Aécio reafirmou que o PSDB prepara um conjunto de propostas que será discutido semana que vem pela Executiva nacional do partido e depois apresentado publicamente.

“Recebi a visita do vice-presidente Michel Temer. Uma visita de cortesia, reiterando sua intenção de ampliar as conversas com o PSDB e fazê-las como deve ser feito, institucionalmente. Foi uma conversa preliminar. Disse a ele que o PSDB, na terça-feira, apresentará ao país a síntese dessas medidas que, do nosso ponto de vista, são as emergenciais. Foi essa a conversa e, obviamente, vamos ter outras após a definição desses pontos que serão submetidos à Executiva Nacional do partido”, afirmou Aécio Neves. Continuar lendo

Aécio defende respeito à Constituição e serenidade no debate sobre impeachment de Dilma

“Quem está com apoio amplo da sociedade brasileira caminhando para interromper o mandato da atual presidente da República é o conjunto do Congresso Nacional em sua ampla maioria”, afirmou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao responder ataques feitos por dirigentes do PT às bancadas da oposição no Congresso Nacional.

Em entrevista coletiva, Aécio pediu serenidade ao PT durante o debate sobre o pedido de impeachment da presidente da República, que começa a tramitar esta semana no Senado.

“É hora de absoluta serenidade. Nada vai nos tirar do nosso prumo, da nossa estratégia de agir com respeito à Constituição”, afirmou Aécio.

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Aécio pede agilidade ao Senado no julgamento do processo de impeachment

“O Brasil não pode ficar parado em um hiato, paralisado por mais esse período”, afirmou hoje (19/04) o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao defender agilidade nos procedimentos de instalação e nos trabalhos da Comissão Especial do Senado que julgará a aceitação do pedido de impeachment da presidente da República, aprovado pela Câmara dos Deputados no último domingo (17/04).

Em entrevista coletiva após reunião com líderes dos partidos, Aécio Neves disse que as oposições trabalham para votar o pedido do impeachment em plenário até 10 de maio e falou que a reforma política, com a redução do número de partidos no país, foi um dos temas da reunião com o vice-presidente Michel Temer, ontem, em São Paulo.

“O Senado tem um número excessivo de partidos políticos e eu disse ontem ao vice-presidente da República que, se assumir a Presidência da República, uma das questões essenciais a ser enfrentadas na largada do seu eventual governo é apresentar uma proposta de reforma política que restabeleça a cláusula de barreira. Não é possível você administrar o Brasil, com a complexidade das decisões que temos que tomar, com 25 partidos na Câmara e esse também número excessivo de partidos no Senado Federal”, afirmou Aécio.

Assista:
PSDB cobra agilidade no andamento do processo de impeachment

Reforma política

 

Afastamento de Dilma é consenso na sociedade, avalia Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, disse hoje (14/03), em entrevista, que, aprovado, neste domingo, o pedido de impeachment de Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, ela terá pleno direito de defesa também no Senado Federal, que terá palavra final sobre o afastamento da presidente.

Após reunião esta manhã, em Brasília, com juristas defensores do impeachment, Aécio Neves destacou que os partidos de oposição têm responsabilidade para com o país e trabalharão para apresentar propostas de reformas para o novo governo, aprovado o impeachment de Dilma. Ele destacou que o afastamento da presidente é hoje um consenso em toda sociedade.

“Se ela, hoje, corre risco – e um risco real – de ser afastada do cargo, é porque esse consenso atingiu sua própria base de sustentação. Vários daqueles que a acompanharam até agora estão percebendo que não é mais possível manter este governo”, afirmou Aécio. E acrescentou: “Se um crime é cometido, e se o ambiente político se cristaliza no sentido de que é preciso haver a substituição, os ingredientes estão colocados e acredito que, a partir de domingo, a Câmara dos Deputados entregará ao Senado Federal a responsabilidade de julgar a presidente da República. Faremos isso com serenidade, com base nos autos, com amplíssimo direito de defesa oferecido à presidente da República e aos seus representantes”, afirmou.

PSDB mobiliza governadores e aliados em apoio ao impeachment de Dilma Rousseff

“O PSDB reafirma seu compromisso absoluto com a interrupção do mandato da presidente Dilma Rousseff, pela via constitucional do impeachment. Não como por uma vontade daqueles que com ela disputaram a eleição, mas por uma constatação que nos une a todos de que ela, infelizmente, perdeu as condições mínimas de governar e de retirar o Brasil dessa crise extremamente aguda na qual o seu partido e seu governo nos mergulhou”, declarou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ao anunciar, em São Paulo, ampla mobilização dos governadores tucanos junto a aliados em favor do processo de impeachment da presidente da República, que tem votação marcada para dia 17, na Câmara dos Deputados.

Aécio anunciou também que o partido trabalha para construção de uma agenda emergencial para superação da crise política, econômica e social no país.

“Os governadores estarão trabalhando em seus estados juntos aos parlamentares que lhes dão apoio na demonstração que de que o Brasil precisa virar essa pagina e tentar construir através de um grande entendimento, uma agenda de emergência para que o Brasil retome o crescimento, o emprego e a renda”, afirmou em coletiva à imprensa.

Assista a trechos da entrevista 

Reunião com lideranças do PSDB e aliados

Governadores do PSDB se únem a favor do impeachment

 

Aécio destaca aprovação de projetos do PSDB propostos na nova agenda para o Brasil

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, agradeceu, nesta quinta-feira (07/04), no plenário do Senado, o empenho dos senadores da Casa na votação de projetos propostos pelo partido e avaliados como importantes para o país. Aécio destacou que, com a aprovação dos projetos no Senado, o PSDB cumpre o compromisso assumido no início do ano quando foi firmada uma pauta única entre todos os partidos em torno de projetos avaliados como prioritários para o país. Aécio afirmou que trabalhará, agora, pela imediata aprovação das propostas na Câmara dos Deputados.

Os três projetos do PSDB definidos na pauta e aprovados este ano são a mudança nas regras de gestão e funcionamento dos fundos de pensão das estatais, relatado por ele e pela senadora Ana Amélia; o projeto que alterou as regras de participação da Petrobras na exploração do pré-sal, de autoria do senador José Serra; e a proposta do senador Tasso Jereissati que estabelece metas e qualificação para empresas estatais.

CCJ aprova projeto de Aécio Neves que proíbe nomeados em cargo público a doar remuneração a partidos durante eleições

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou, nesta quarta-feira (6/04), o projeto de lei (nº 663) do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que proíbe ocupantes de cargos comissionados de fazerem doações financeiras a partidos e candidatos no período eleitoral. O texto foi aprovado com 16 votos favoráveis e 3 contrários. Apenas senadores do PT e do PC do B votaram contra a proposta.

“O que estamos propondo é que, nos períodos eleitorais – isso vale para o âmbito nacional, estadual e municipal -, os detentores desses cargos de confiança não possam participar das campanhas eleitorais com parcela da sua remuneração que, em última instância, vem do dinheiro público, do dinheiro do Tesouro”, afirmou o senador Aécio Neves na defesa do projeto.

O texto, relatado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), foi aprovado em regime terminativo, o que significa que ele não precisa ser votado no plenário do Senado. Antes de seguir para a Câmara dos Deputados, o projeto pode receber emendas de outros senadores, o que levará a uma nova votação em turno suplementar na CCJ.

Pedaladas fiscais de Dilma tiveram efeito devastador sobre programas sociais, afirma Aécio Neves durante debate em Portugal

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O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, participou, nesta semana, de debate sobre os desafios dos países democráticos durante o 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, realizado na Universidade de Lisboa, em Portugal. Ao falar sobre a grave crise econômica e social brasileira, Aécio afirmou que as pedaladas fiscais, que segundo o Tribunal de Contas da União (TCU) foram usadas pela presidente Dilma para esconder o rombo nas contas do governo em 2014, ano eleitoral, tiveram um efeito devastador sobre o orçamento dos programas sociais.

“No momento em que se introduz aquilo que se estabeleceu chamar de pedaladas, que nada mais é do que a transferência para os bancos públicos do pagamento de responsabilidade do Tesouro e, além disso, a autorização ou a edição de créditos orçamentários sem autorização do Congresso Nacional, o que, segundo a nossa Constituição, pressupõe crime de responsabilidade, o efeito disso foi devastador, inclusive nos programas sociais”, afirmou Aécio Neves. Continuar lendo

Brasil vive plenitude democrática, diz Aécio Neves a jornais e agências internacionais

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Em entrevista a jornais e agências de notícias internacionais, nesta terça-feira (29/03), o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ressaltou que o Brasil vive um momento de fortalecimento da democracia e que o processo de impeachment contra a presidente Dilma aberto pela Câmara dos Deputados segue o rito definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com base na Constituição. Ao lado dos presidentes dos principais partidos de oposição, Aécio voltou a rebater a estratégia petista de considerar o impeachment um golpe.

“O Brasil não está prestes a sofrer um golpe, ao contrário do que lideranças do PT e do governo e a própria presidente da República têm dito ao mundo. Na verdade, se há algo sólido hoje no Brasil são as nossas instituições democráticas. O Brasil vive um momento, sim, de inquietação política, mas com as nossas instituições funcionando na sua plenitude. O processo de impeachment instalado na Câmara dos Deputados segue estritamente o que determina a Constituição federal do país. O Supremo Tribunal Federal definiu qual o rito que deveria ser cumprido, seguido pela Câmara dos Deputados, e essa comissão tem sido absolutamente exemplar no cumprimento daquilo que determinou o Supremo Tribunal Federal, gostássemos ou não os parlamentares”, afirmou Aécio Neves.

A entrevista foi concedida a repórteres dos jornais Le Monde (França), El País (Espanha), Wall Street Journal (Estados Unidos), La Nación (Argentina), Página 12 (Argentina) e das agências Reuters, France Press, Ansa e Efe. Continuar lendo

Oposição cobra explicações sobre falso golpe no país

Os partidos de oposição decidiram convocar ao Congresso Nacional o ministro das Relações Exteriores para explicar o envio de telegramas e mensagens oficiais às embaixadas brasileiras no exterior, contendo um alerta para um falso golpe de Estado no Brasil.

Em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (23/03), o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, considerou inaceitável o uso de embaixadores e diplomatas brasileiros com objetivos políticos e destacou que a oposição quer explicações sobre quem deu a ordem ao Itamaraty. O envio de mensagens às embaixadas do Brasil foi denunciado hoje pelo jornal O Globo.

Aécio Neves criticou também o discurso feito ontem pela presidente Dilma Rousseff, em solenidade oficial, no Palácio do Planalto, sobre um falso golpe em curso no país.

“É inaceitável a forma como a presidente da República tem usado os instrumentos de Estado para se manter no poder. Na verdade, ao não ter mais argumentos para se defender das acusações que lhe são imputadas, a presidente busca ela própria criar quase que um estado golpista no país”, afirmou Aécio.