“Veja”: Campanhas dos petistas Patrus Ananias, Durval Ângelo e Paulo Guedes receberam dinheiro do Petrolão em 2012

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Reportagem traz informações da delação premiada do ex-diretor financeiro da UTC dizendo que as campanhas das eleições municipais de 2014 de petistas receberam R$ 1,8 milhão de recursos desviados das obras de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro

Os petistas Patrus Ananias, Durval Ângelo e Paulo Guedes receberam dinheiro do Petrolão em suas campanhas eleitorais de 2012, informou em delação premiada o ex-diretor financeiro da empreiteira UTC, Walmir Pinheiro. A empreiteira é uma das envolvidas no milionário esquema de corrupção da Petrobras. A informação foi divulgada pela revista Veja desta semana.

O ex-diretor financeiro da UTC revelou aos procuradores do caso que, além de pagar propinas ao PT e a seus dirigentes, financiou a candidatura de prefeitos petistas com dinheiro da corrupção. Além dos candidatos do PT de Minas às prefeituras de Belo Horizonte (Patrus Ananinas), Contagem (Durval Ângelo) e Montes Claros (Paulo Guedes), os petistas que se candidataram às prefeituras de São Bernardo do Campo e Campinas, em São Paulo, e do Recife (PE) também foram financiados com os recursos desviados das obras de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

As campanhas municipais, de acordo com o executivo, receberam R$ 1,8 milhão. Segundo a Veja, Walmir Pinheiro assinou um acordo de colaboração com a Justiça.

Durante um mês, ele prestou duas dezenas de depoimentos “que acrescentam detalhes impressionantes sobre os métodos da quadrilha que tomou de assalto a maior empresa do país”, informou a revista.

A publicação lembra ainda que em maio passado, Ricardo Pessoa, o dono da UTC, já havia provocado um terremoto quando esteve na Procuradoria-Geral da República para confirmar que dera dinheiro de corrupção a vários políticos e a diversas campanhas, entre elas a do ex-presidente Lula, em 2006, e a da presidente Dilma Rousseff, em 2014.

E destaca também que em um dos depoimentos, o ex-diretor financeiro detalhou aos procuradores como ele operou os desvios oriundos do Comperj, uma parte da obra orçada em 3,8 bilhões de reais, executada por um consórcio formado pelas construtoras Odebrecht, UTC e PPL.

Confira abaixo reprodução da reportagem publicada pela revista “Veja”

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