Investigado no petrolão diz à Justiça que pagou despesas pessoais do filho de Lula

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O lobista Fernando Soares, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato, afirmou em delação premiada à Justiça que pagou despesas pessoais no valor de R$ 2 milhões de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula.

A informação foi revelada pelo jornalista Lauro Jardim em sua coluna em O GLOBO e reproduzida pela FOLHA DE S.PAULO.

Segundo o jornal O GLOBO, a delação premiada de Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, foi homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki na sexta-feira passada.

Investigação sobre origem da fortuna de Lulinha

Em sua fan page no Facebook, o deputado federal Domingos Sávio, presidente do PSDB-MG, comentou reportagem de O GLOBO que mostrou o envolvimento de Lulinha em escândalo de corrupção. Confira abaixo:

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“No início deste ano alertei que Lula e Lulinha deveriam ser investigados na “Operação Lava Jato” e na “CPI da Petrobras”. Isto me rendeu um processo no Supremo. Lulinha me processou querendo que eu recuasse, mas mantive minha fala de que ele deveria, sim, ser investigado e explicar a origem de sua fortuna. Agora, com a delação de Fernando Baiano, vai ficando claro seu envolvimento com a corrupção. O curioso de tudo isso é a estratégia do PT, eles se envolvem com o crime e depois posam de vítimas e ainda querem condenar quem deseja que a justiça seja feita. Quando Lulinha me processou, vários deputados do PT foram à Tribuna da Câmara me acusar de irresponsável, leviano e mentiroso, dentre eles o dep. Reginaldo Lopes e dep. Padre João, ambos do PT de MG. Espero que tenham a dignidade de irem à Tribuna se retratarem. Espero, principalmente, ver todos esses bandidos que roubaram o Brasil atrás das grades, ” afirmou o deputado Domingos Sávio comentando a reportagem do jornal ” O Globo”.

Fonte: Portal PSDB e Facebook do deputado Domingos Sávio

Juristas consideram ilegal decreto de Pimentel que aumentou impostos sobre 150 produtos, diz matéria de jornal O TEMPO

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Entre os aumentos decretados pelo governador petista estão materiais escolar e de construção e até medicamentos

Além de ter sido feito na surdina, o aumento do ICMS sobre 150 impostos decretado por Fernando Pimentel em Minas é inconstitucional. A opinião é de juristas ouvidos pelo jornal O TEMPO, em reportagem publicada no sábado (10/10). O principal argumento é que o aumento fere o artigo 150, inciso I, da Constituição Federal, que diz que não é possível criar ou aumentar tributo por decreto. “É o princípio da legalidade. É ele que dá segurança ao contribuinte, evitando surpresas”, explica Gustavo da Mata, professor de Direito Tributário do Instituto Newton Paiva, ouvido pelo jornal.

No período em que foi governador de Minas Gerais (2003-2010), o hoje senador Aécio Neves (PSDB-MG) reduziu impostos de mais de 200 produtos, tais como: material escolar, produtos da cesta básica e itens de higiene pessoal. Nos governos de Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho reduções de impostos feitas por Aécio Neves foram mantidas.

A professora da PUC Minas e membro da comissão de direito tributário da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Minas Gerais (OAB-MG), Pilar Coutinho, ouvida pelo jornal O TEMPO, afirmou que o decreto do governador Fernando Pimentel, do PT, que revogou os benefícios tributários dados a partir de 2005 fere a ideia de segurança jurídica e a Constituição.

Pelo decreto do governador petista, foram aumentados em Minas Gerais nada menos do que 150 produtos, entre os quais medicamentos, material escolar, artigos de higiene pessoal e material de construção. Tais aumentos vão impactar negativamente o custo de vida e orçamento de milhões de mineiros.

Dias antes, Fernando Pimentel já havia subido o ICMS na energia elétrica das classes comercial e de serviços de 18% para 25%, onerando mais de 700 mil empresas dos setores de comércio e serviços e colocando em risco o emprego de milhares de cidadãos em todas as regiões do Estado.

Leia íntegra da reportagem publicada no jornal O TEMPO Continuar lendo

Dilma faz história

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A presidente da República empareda seu nome ao de outros governos e governantes de triste memória e de amargas lembranças, como Fernando Collor e Getúlio Vargas. A ficha corrida da presidente é mais que suficiente para justificar a interrupção de seu mandato, obtido de maneira irregular, numa gestão cotidianamente eivada de ilegalidades. A hora é de o Congresso brasileiro fazer história, a boa história.

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