Governo do PT “viaja o mundo” para conhecer metodologia de mensuração social utilizada pelas administrações tucanas em Minas

Um mapa feito em cada domicílio permitia que as políticas públicas do Governo de Minas fossem feitas de forma customizada e mais eficiente
Um mapa feito em cada domicílio permitia que as políticas públicas das administrações do PSDB no estado do fossem feitas de forma customizada e mais eficiente

Utilização do Índice de Pobreza Multidimensional feita pelo Programa Travessia, em vias de ser extinto pela gestão petista, foi destaque em evento internacional promovido pela Universidade de Oxford em 2013

Uma notícia na última semana causou estranheza e inquietou profissionais da área social no estado: de que um representante do governo de Fernando Pimentel, do PT, foi a Nova York para “conhecer” a proposta do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM). O índice, que foi formulado pela Universidade de Oxford e acatado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), permite medir e diagnosticar quais os problemas enfrentados por famílias que estão em extrema pobreza a partir de três dimensões: saúde, educação e padrão de vida.

A viagem a Nova York, toda custeada pelos contribuintes mineiros, teve como objetivo “avaliar” a adequação do IPM para a área social em Minas. Mas, o governo petista se esqueceu de um “pequeno” detalhe. Por meio do Programa Travessia, deste 2011, Minas Gerais já utilizava de forma pioneira no país a metodologia do IPM. Continuar lendo

Lula e presidente do BNDES podem ser convocados para esclarecer empréstimos a países africanos

epocaO ex-presidente Lula e o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Luciano Coutinho, podem ser convocados na CPI que investiga supostas irregularidades envolvendo o BNDES entre os anos de 2003 e 2015. O deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO) vai protocolar requerimento solicitando a volta de Coutinho na condição de convocado e uma nova convocação para que Lula preste esclarecimentos à CPI. Baldy tem como base as novas denúncias feitas neste sábado (03/10) pela revista ÉPOCA sobre o tráfico de influência realizado na África em favor da Odebrecht e na facilitação da liberação de recursos do BNDES.

Telegramas e situações citadas pela reportagem trazem evidências ainda mais fortes de que Lula, após deixar o Planalto, passou a atuar como lobista da Odebrecht, contradizendo o que ele e a empreiteira dizem. Alexandre Baldy defende que todas as evidências devem ser investigadas pelo colegiado da CPI. “Temos muito motivos para convocar Lula na CPI. Chegará um momento em que ele não poderá escapar. Ele já é investigado pelo Ministério Público por tráfico de influência internacional, um crime previsto no Código Penal, e vamos descobrir se ele teve influência também no BNDES”, defende o deputado de Goiás. Continuar lendo