PSDB quer que PGR investigue “compra” de MP no governo Lula e o pagamento a filho do ex-presidente

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O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP) (foto), protocolou, nesta quinta (01/10), representação junto à PGR – Procuradoria-Geral da República – para que sejam investigadas supostas práticas de corrupção passiva pelo ex-presidente Lula, a partir da denúncia de que a Medida Provisória 471, editada e aprovada em seu governo, foi “comprada” para favorecer montadoras de veículos. A ação também solicita que sejam apuradas as participações de seu filho, Luís Cláudio Lula da Silva, da então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ex-ministro Gilberto Carvalho.

De acordo com a reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo“, a MP foi editada após passar pelo crivo da então ministra Dilma Rousseff, em 2009, e estendeu de 2011 para 2015 a política de desconto no IPI de carros. Ainda de acordo com a reportagem, uma das consultorias que atuou para viabilizar a MP pagou R$ 2,4 milhões à empresa que pertence ao filho do ex-presidente. A empresa de Luís Cláudio foi aberta em 2011, ano em que a MP entrou em vigor. O pagamento foi confirmado por ele. Continuar lendo

Aliados a Dilma barram convocação de Lula e de sindicalista para dar explicações

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Em uma sessão tensa, aliados ao governo Dilma atuaram nesta quinta-feira (01/10) para barrar a inclusão na pauta de dois requerimentos apresentados por tucanos na CPI do BNDES. O primeiro pedia a convocação do ex-presidente Lula para depor sobre as suspeitas de que o petista tenha feito tráfico de influência no exterior para beneficiar empreiteiras brasileiras. O segundo requisitava a ida de Vagner Freitas, presidente da CUT e integrante do Conselho de Administração do BNDES, para prestar depoimento. Ele ameaçou “pegar em armas” em defesa de Dilma.

Em agosto, por exemplo, reportagem da revista “Época” revelou documentos classificados como secretos mostrando como Lula intermediou negócios da Odebrecht em Cuba. A reportagem obteve arquivos sigilosos nos quais burocratas descrevem as condições camaradas dos empréstimos do BNDES à empreiteira. Continuar lendo

Projeto de Aécio proíbe que servidores em cargos de confiança doem dinheiro a candidatos e partidos

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“A retribuição a indicações políticas não deve ser nunca o financiamento de campanhas eleitorais, quando não o acobertamento de desvios e de corrupção”, afirmou Aécio Neves

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentou esta semana projeto de lei que limita a doação financeira feita a partidos políticos por ocupantes de cargos comissionados nos governos federal, estadual e municipal. O projeto proíbe os servidores nomeados para os chamados cargos de confiança de doaram dinheiro a candidatos e a partidos no período eleitoral.
A medida tem o objetivo de impedir a prática de usar a distribuição de cargos públicos para abastecer o caixa de campanhas eleitorais.

“Tendo em vista os princípios constitucionais que regem a Administração Pública e o Estado Democrático de Direito, entendo ser inaceitável que a nomeação para cargos estratégicos para o país, estados e municípios seja feita na verdade, não pela competência e pela capacidade de seus ocupantes, mas sim com a intenção de drenar dinheiro dos cofres públicos para reforçar o caixa de candidatos e partidos”, afirmou Aécio Neves. Continuar lendo

Em nova etapa, Operação Acrônimo faz busca e apreensão na casa de aliados de Fernando Pimentel

FOTO DE MAURO BORGES  CopiaEntre os intimidados a depor está o atual presidente da Cemig, Mauro Borges, que substituiu o hoje governador do PT no Ministério do Desenvolvimento

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (1º/10) mais uma fase da Operação Acrônimo, que investiga irregularidades na campanha do petista Fernando Pimentel ao Governo de Minas em 2014 e o suposto recebimento de propina quando ela ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Os agentes da PF estão fazendo buscas em endereços de pessoas ligadas ao atual governador mineiro, entre elas o do presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Mauro Borges (foto), que o sucedeu no ministério.

Na casa de Mauro Borges, no Bairro Belvedere, em Belo Horizonte, os agentes apreenderam notebooks, celulares e mídias eletrônicas. O ex-ministro foi intimado a depor na sede da PF na capital e, depois de 30 minutos, foi liberado.

Estão sendo cumpridos 40 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo e Goiás. Continuar lendo

JORNAL NACIONAL: Pimentel faz em Minas o mesmo que Dilma está fazendo no Brasil. Orçamento com déficit e aumento de impostos

A edição de ontem à noite (30/09) do Jornal Nacional, da Rede Globo, veiculou uma matéria que “mata a charada” do desgoverno petista em Minas Gerais. De acordo com texto lido pelo apresentador William Bonner, o governador Fernando Pimentel, do PT, está repetindo em Minas Gerais o que sua correligionária e amiga Dilma Rousseff, também do PT, está fazendo no Brasil: enviou para o legislativo estadual um orçamento com déficit e aprovou um pacote com aumento de impostos, da mesma forma que a petista fez no âmbito federal.

Em outras palavras: está cada vez mais clara a incompetência administrativa do PT em todas as instâncias.

Clique aqui para ver nota do Bloco de Oposição Verdade e Coerência, onde se demonstra que o orçamento com déficit enviado por Pimentel para a Assembleia Legislativa é fruto da má gestão e da gastança do governo petista com a máquina pública.

Clique AQUI para assistir a matéria do Jornal Nacional, que denuncia o jeito PT de governar:

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Documentos apontam que MP editada na gestão Lula foi ‘comprada’ por lobby

capaDocumentos apontam que Medida Provisória editada na gestão do ex-presidente Lula foi ‘comprada’ por lobby, traz a manchete principal desta quinta-feira (1º/10) do jornal O Estado de S.Paulo. De acordo com documentos obtidos pela publicação, montadoras de veículos negociaram pagamentos de até R$ 36 milhões a lobistas para conseguir do Executivo um “ato normativo” que prorrogasse incentivos fiscais de R$ 1,3 bilhão por ano.

Para ser publicada, a Medida Provisória passou pelo crivo da presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil. A reportagem mostra também que um dos escritórios que atuaram para viabilizar a medida fez repasses de R$ 2,4 milhões a um filho do ex-­presidente Lula, o empresário Luís Cláudio Lula da Silva, em 2011, ano em que a MP entrou em vigor.

Leia abaixo matéria completa Continuar lendo