CPI do BNDES pode quebrar sigilo da consultoria OPR, antiga empresa de Fernando Pimentel

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Enrolado na Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que investiga desvio de recursos de estatais federais, o governador de Minas, Fernando Pimentel (foto), poderá ter que dar explicações também na CPI do BNDES. Nessa semana, a CPI vai apreciar pedido do deputado Betinho Gomes (PSDB-PE) que pede a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da OPR Consultoria, nova razão social da P-21, antiga empresa que recebeu recursos de sindicatos patronais mineiros.

Na época, Pimentel era ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, ao qual o BNDES está vinculado.

Conforme já divulgado pela imprensa, a Polícia Federal suspeita que Fernando Pimentel era o destinatário final dos recursos pagos à OPR e a outras empresas sob sua influência. O caso é investigado no âmbito da Operação Acrônimo. Por causa do foro privilegiado do governador petista, o processo corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O pedido de quebra de sigilo foi feito na última semana. Segundo o deputado Betinho Gomes, a partir da gestão de Fernando Pimentel, o BNDES, que é a maior instituição financeira de fomento da América Latina, criou uma política institucional de pouca transparência nos contratos internacionais.

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