O preço da irresponsabilidade, por João Vítor Xavier

Confira abaixo o artigo do deputado estadual João Vítor Xavier, secretário-geral do PSDB-MG:

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O PT quebrou o Brasil. O partido passou 10 anos criticando o Presidente Fernando Henrique Cardoso, mas, hoje, o Brasil começa a ver a importância de um governo que tenha planejamento, credibilidade internacional e responsabilidade fiscal. Às custas de sua popularidade, FHC plantou a base para um país forte, com inflação controlada, economia estável e Lei de Responsabilidade Fiscal. 

Qualquer político tem vontade de fazer tudo. Mas é como na nossa casa: dinheiro não estica. O PT assumiu um país ajustado e, com seu populismo, jogou tudo por terra. Não temos mais dinheiro para investimentos, PACs, Minha Casa Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família e por aí vai. Gastaram mais do que tinham e a conta chegou.

Perdemos credibilidade internacional com o rebaixamento da nossa nota para o grau de “lixo”. Com isso, os investimentos fugirão, o que aumentará a recessão, que já é grande. A conta está chegando muito dura ao bolso dos mais pobres, com a inflação corroendo o poder de compra e com o desemprego tirando o pão da mesa dos brasileiros.

O remédio que o PT anuncia será amargo. Falam em aumentar impostos. Ou seja, o povo vai pagar a conta de um governo inchado, que não demitiu um apadrinhado sequer. Enquanto o “glorioso” Ministro Helder Barbalho, filho do Senador Jader Barbalho – de péssima memória –, continua à frente de sua pasta, Dilma fala em meter a mão no bolso do brasileiro para pagar a conta de sua eleição e de sua reeleição. Afinal, o desajuste fiscal começou com o Lula arreganhando os cofres para eleger sua afilhada e garantir o projeto de poder do PT. Em 2014, após quatro anos de desajustes, quebramos ainda mais o País para Dilma manter a imagem do “país das maravilhas”, onde não tínhamos recessão, inflação, onde os juros seriam mantidos, e a gasolina e a energia não aumentariam.

O PT está se encontrando com suas escolhas e pagando o preço delas. O caminho da austeridade e da responsabilidade foi apedrejado durante anos por demagogos que se preocuparam apenas em colher e se esqueceram de plantar. Como diria minha mãe: o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória! Em bom português, como dizia meu querido avô, “Seu Chico”, grande caminhoneiro: nunca vi alguém plantar melancia e colher abóbora.

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