Ipea revela que vulnerabilidade social de municípios mineiros teve 30% de redução durante gestão do PSDB

O Programa Travessia beneficiou mais de três milhões de mineiros. Foto Gil Leonardi
O Programa Travessia beneficiou mais de três milhões de mineiros. Fotos Gil Leonardi

Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, revelam que o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) de Minas Gerais evoluiu de 0,403 (considerada alta vulnerabilidade) em 2000 para 0,282 (considerada baixa vulnerabilidade) em 2010 (último ano pesquisado). Este avanço está registrado no Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, divulgado nesta semana pelo Ipea.

O levantamento mostra que a redução de 30% na vulnerabilidade social no estado foi superior à verificada no país, que ficou em 27%. Além disso, a despeito de ser o estado com maior número de municípios e de sua histórica desigualdade regional, Minas tem o segundo melhor Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) da região Sudeste, atrás apenas do Espírito Santo e à frente de São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com o Atlas, a diminuição da mortalidade infantil e redução do analfabetismo contribuíram para melhorar o índice mineiro.

Apesar de Minas Gerais concentrar o maior número de municípios do Sudeste com alta vulnerabilidade, o Atlas destaca que, no período analisado, a maior redução do IVS da região ocorreu nestas localidades, que estão localizadas no norte do Estado e nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Isto significa que surtiu efeito a priorização de investimentos para estas regiões feitas pelas gestões do PSDB.

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Cortes em programas prioritários decretam a morte da “Pátria Educadora” de Dilma, diz Caio Narcio

Pronatec-II-1-300x300Slogan do segundo mandato de Dilma, a “Pátria Educadora” agoniza junto com o governo petista. Programas vendidos como prioritários pela então candidata amargam as consequências da crise econômica: o Ciência Sem Fronteiras (CSF) foi congelado, enquanto o Pronatec perdeu metade das vagas. Para piorar, nesta semana o ministro da Educação, Renato Janine, afirmou, resignado, que o setor poderá sofrer ainda mais cortes em 2016. Integrante da Comissão de Educação na Câmara, o deputado Caio Narcio (PSDB-MG) afirmou nesta sexta-feira (04/9) que o país assiste, na prática, à falência do slogan marqueteiro.

“Estão decretando a morte da Pátria Educadora”, criticou. Para o tucano, o que governo não tem coerência, prioridade e não sabe o que quer. O parlamentar afirmou que a presidente deixou o brasileiro a ver navios. “É um governo perdido, desorientado, que faz tudo de forma improvisada, sem planejamento e que deixa toda a população na expectativa de ter uma oportunidade de ensino e qualificação”, destacou. Continuar lendo

O baile fiscal

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Dilma vive de recuo em recuo, sem saber que caminho seguir. Se vai mesmo voltar a se comprometer com um superávit, que ponha no papel. Com ela, no fio do bigode, não vale. O baile fiscal que Dilma Rousseff e o PT promovem pode acabar entrando para a história como um famoso evento ocorrido na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro –celebração que marcou o fim de um império. Podemos estar na antessala do fim de uma era, o ocaso de um reinado falido. Continuar lendo

Tucanos saem em defesa de milhares de lotéricos que temem perder suas licenças

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Deputados do PSDB saíram nesta quinta-feira (03/9) em defesa dos lotéricos que vieram a Brasília para protestar contra a licitações de mais de 6 mil unidades que a Caixa Econômica Federal pretende realizar até 2018 (46% do total), levando temor aos atuais proprietários de perda de suas licenças. Quatro comissões promoveram audiência pública para debater o tema no Auditório Nereu Ramos, que ficou completamente lotado.

A Caixa alega que atua para regularizar a concessão das casas lotéricas, unificando o regime jurídico das unidades que começaram a funcionar antes de 1999, em cumprimento a um acordo feito com o Tribunal de Contas da União (TCU).

Até 1999, a permissão para entrar no ramo de casas lotéricas era concedida por credenciamento na Caixa. Os donos dos estabelecimentos pretendem entrar na Justiça contra as novas licitações. Os manifestantes alegam que a lei 12.869 de 2013, que trata da gestão das unidades, garante a permanência de permissionários por mais 20 anos. No entanto, a Caixa disse que “não há respaldo” para a reivindicação e que respeita determinação da corte de contas.

O deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) elogiou a capacidade de mobilização dos lotéricos, que em curto espaço de tempo conseguiram “acordar o Brasil para um assunto pertinente”. “Todos nós fomos abordados por vocês e, quando soubemos da injustiça em andamento, esta Casa respondeu à altura. Contem conosco”, discursou.
Eduardo Barbosa disse que conhece uma pessoa de 80 anos que teme perder da noite para o dia o seu sustento. “Às vezes as medidas são tomadas sem pensar nas pessoas, que têm compromissos e construíram sua trajetória com suor”, alertou.

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Deputados destacam governança diferenciada na Previ, mas alertam para prejuízos

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A CPI dos Fundos de Pensão ouviu nesta quinta-feira (03/9) o presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), Gueitiro Matsuo Genso. Após o depoimento, deputados do PSDB avaliaram que o Previ é o único entre os grandes fundos (Previ, Postalis, Funcef e Petros) que possui certa governança e que menos danos vem causando a seus associados. Apesar disso, os tucanos ressaltaram que os prejuízos são evidentes em todos eles, fruto de um aparelhamento político que deu margem à corrupção nas instituições.

“Não há dúvida de que a Previ tem a melhor governança e as melhores práticas entre os quatro. Salta aos olhos uma diferença grande entre a sua gestão e a dos outros fundos, sobretudo do Postalis”, observou o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).

Antes do depoimento de Genso, a CPI aprovou uma série de requerimentos. Entre eles, a convocação do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-vice-presidente da Engevix Gerson Almada e do lobista Milton Pascowitsch.

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Tucanos questionam ex-presidente do BNDES sobre grande volume e direcionamento de empréstimos

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Os deputados do PSDB que questionaram Demian Fiocca na CPI criada para investigar a atuação do BNDES chamaram a atenção, entre outros pontos, para o crescimento surpreendente no ritmo dos valores liberados nos últimos anos. Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) disse que, entre 2007 e 2014, a instituição financiou R$ 1,3 trilhão, o triplo do montante na comparação com o período em que Fiocca comandou a instituição.

“Uma dinheirama inacreditável. O que justificou esse aumento?”, questionou o parlamentar. Segundo o tucano, esse processo de concessão de créditos fez a dívida interna aumentar “barbaramente”’. O mau uso dos bancos públicos é um dos fatores que levaram à difícil situação fiscal vivida atualmente pelo país, lembrou. Continuar lendo