Aécio Neves: Lula expõe fragilidade do governo Dilma ao antecipar candidatura

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“Lula colocar seu nome, menos de um ano do segundo mandato da presidente Dilma, só escancara a fragilidade desse governo. Acho que os brasileiros prefeririam ouvir do ex-presidente, ou dos dirigentes do PT, as razões pelas quais estamos perdendo 1,5 milhão de postos de trabalho este ano”, disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Rádio Itatiaia, nesta sexta-feira (28/08). Confira abaixo íntegra da entrevista:

“É preciso que fique claro que para as oposições qualquer desfecho para essa crise se dará estritamente dentro daquilo que prevê a Constituição. As investigações que ocorrem em relação à conduta da presidente da República, seja no TCU, seja em relação à eventual utilização de dinheiro da propina da Petrobras na campanha da reeleição, investigação essa já em condição de ser aberta no TSE, se dá única e exclusivamente por ações desse governo e não das oposições.

Caberá a nós das oposições garantir qualquer desfecho se dê, respeitando as regras do jogo. E se a presidente conseguir fazer a roda da economia voltar a girar e se defender adequadamente dessas acusações, o calendário será 2018 e as oposições estarão prontas disputar lá as eleições.

O fato de o presidente Lula colocar seu nome como alternativa, vejo como algo absolutamente natural. Mas, ao fazer isso agora, menos de um ano do segundo mandato da presidente Dilma, só escancara a fragilidade desse governo.

Acho que os brasileiros prefeririam ouvir do ex-presidente, ou dos dirigentes do PT, as razões pelas quais estamos perdendo 1,5 milhão de postos de trabalho este ano. Por que estamos, por exemplo, tendo a inflação já em torno de 10% tirando comida da mesa do trabalhador brasileiro. Faria melhor o PT, e o ex-presidente, se explicassem porque as taxas de juros na estratosfera estão fazendo com que mais de 55 milhões de brasileiros estejam com suas contas atrasadas.

Lamentavelmente, o governo do PT colocou o Brasil na maior e mais grave crise da sua história, com recessão, inflação, e o que é mais grave, a perda de esperança e de expectativas em relação ao futuro. O PSDB e as oposições continuarão firmes defendendo a população brasileira dos desmandos do PT.”

Rádio Gaúcha

Durante entrevista concedida também nesta sexta-feira à Rádio Gaúcha, de Porto Alegre, Aécio Neves comentou sobre a queda do PIB do país no segundo trimestre, sobre as últimas declarações do ex-presidente Lula e sobre impeachment da presidente Dilma.

“O que contribui para todo esse pessimismo, essa perda de confiança que impacta nos investimentos, no resultado da economia, é o desgoverno, a mentira que prevaleceu na campanha eleitoral”, afirmou o senador. Clique AQUI e leia trechos da entrevista

 

Governo Pimentel mentiu em propaganda oficial anunciando corte de 20% de cargos comissionados

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O corte de cargos comissionados de direção e assessoramento no governo Fernando Pimentel não chegou a 1%. Mesmo assim, o governo gasta recursos públicos em publicidade veiculada em horário nobre para divulgar dados sabidamente falsos. A mentira de que cortou 20% também está estampada no portal de notícias do governo, em discursos de seus representantes, nas redes sociais do próprio governador e em propaganda do PT. Questionado pela oposição, governo admitiu que cortou apenas 0,27%.

Em resposta a um pedido de dados enviado pelo deputado Gustavo Corrêa (DEM), líder do bloco de oposição Verdade e Coerência, o governo teve que admitir que está mentindo e que foram cortados somente 64,91 pontos dos cargos, o que corresponde a uma economia de apenas R$ 35,7 mil mensais. O pedido de informações foi feito pelo deputado por meio do Portal da Transparência, com base na Lei de Acesso à Informação. Continuar lendo

Marcus Pestana ressalta que gasto federal na saúde caiu substantivamente

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Integrante da Comissão Especial para debater a PEC Nº 1/2015, que determina que a União deve investir gradativamente um percentual na saúde, o deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG) ressaltou, nesta quarta (26/08), a queda significativa, em termos relativos, do investimento do governo federal na saúde. Segundo o parlamentar, o subfinanciamento à saúde é uma constatação inequívoca.

“Ampliação do orçamento é desafio e uma meta a ser alcançada. O que apontamos de forma contundente é que o Governo federal tem se desobrigado, em termos relativos. Na situação pré-SUS, 80% gasto agregado de saúde no Brasil era do governo federal, nos últimos anos, no governo do PT, saímos de 55% para 45%. Hoje a regulamentação prevê recursos menores que já tínhamos, então foi um retrocesso,” explicou. Continuar lendo