Triste fim do PT, por Gustavo Valadares

Gustavo Valadares (deputado estadual PSDB/MG)
Gustavo Valadares, líder da Minoria na Assembleia Legislativa. Foto ALMG

Artigo do líder da Minoria na Assembleia Legislativa, deputado Gustavo Valadares (PSDB), publicado no jornal “O Tempo” desta quarta-feira (26/7), ressalta o desespero do PT e de seus parlamentares ao atacarem o senador Aécio Neves, hoje o maior líder das oposições no país. Ao tentar atingir a imagem do senador, o partido atinge, na verdade,  os milhões de brasileiros que estão indignados e protestam contra os escândalos de corrupção patrocinados pelo PT que, no poder por mais de uma década, perdeu tudo: seus líderes, suas bandeiras, seus eleitores. Triste fim!, constata Gustavo Valadares. Confira abaixo íntegra do artigo:

Triste fim do PT

Deputado estadual Gustavo Valadares, líder da Minoria na ALMG 

Foram evidentes o incômodo e o desespero de parlamentares petistas na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal de Belo Horizonte na última semana, quando tentaram atacar a presença do senador Aécio Neves nas manifestações que levaram milhares de mineiros às ruas no último domingo. Ao tentarem atingir a imagem de um líder da oposição e presidente do PSDB, atacaram inclusive os brasileiros que foram às ruas protestar contra os escândalos de corrupção e o buraco negro que o PT nos lançou a todos, indiscriminadamente.

O Partido dos Trabalhadores tem sua história forjada na participação popular. Esse mesmo partido tenta hoje, através da sua propaganda na TV, nos artigos e nas redes sociais, desqualificar, diminuir e ridicularizar o livre direito do cidadão de se manifestar. Em cada manifestação a impressão é que o PT fica com uma máquina calculadora nas mãos a contar quantos são, como se os números pudessem salvá-los ou dar alguma sobrevida a um partido que perdeu tudo: seus líderes, suas bandeiras, seus eleitores. O partido que ostenta os trabalhadores em seu nome é o mesmo que tem a total responsabilidade pelos milhões de chefes de família hoje desempregados.

Triste fim.

Fica difícil criticar os brasileiros que estão nas praças contra a corrupção, quando não se pode mais sair livremente às ruas sem enfrentar a indignação de quem um dia acreditou na imagem bem vendida pelo marketing de que o PT era o partido das virtudes. Não me refiro apenas aos dirigentes petistas hoje presos pela Polícia Federal e pela Justiça por corrupção, assalto à Petrobras e estatais federais, cobrança de propinas e ou enriquecimento pessoal à custa do dinheiro público. Nem mesmo a presidente da República eleita pelo PT pode mais se apresentar em atos públicos sem que o serviço de segurança garanta, antes, a presença no local apenas de uma claque ensaiada e uniformizada.

Aécio Neves perdeu as últimas eleições para Dilma Rousseff, mas quem estava ao seu lado na Praça da Liberdade, ou o viu na TV nas imagens da manifestação de domingo, viu nele a força e o vigor que só o poder das ruas é capaz de dar a um homem público. Aécio foi saudado, abraçado e beijado por dezenas de pessoas de todas as idades, nomes e sobrenomes: Silvas, Pereiras, Santos, Alves, Oliveiras.

Hoje o Brasil sabe que a oposição perdeu as eleições para a mentira, a calúnia e para a máquina alimentada pela corrupção. Por isso, os vencedores se envergonham e se escondem do povo, enquanto Aécio caminha de cabeça erguida.

A tentativa de desconstrução dos protestos dos mineiros por meio de discursos e nos jornais foi o que restou a deputados e vereadores petistas fazer numa semana em que os brasileiros confirmaram o recado. Basta de PT!

Mais que ao ataque, o constrangimento deveria levar ao reconhecimento do erro ou, na pior hipótese, ao silêncio. Mas o PT sempre preferiu o ataque a qualquer um que ameace seu projeto de poder. Dilma Rousseff já dizia: “Faz-se o diabo”.

O Brasil não merecia estar hoje assombrado pela inflação, pelo desemprego e novamente exibido frente ao mundo como o país do pixuleco. Portanto, as lideranças da oposição continuarão indo às ruas ao lado de quem já mudou tantas vezes o futuro do país e que cada dia mais assume o protagonismo da nossa história: os brasileiros.

Fonte: O Tempo

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