Empresário ligado a Pimentel é denunciado por suposto desvio de R$ 2,9 milhões

E continua a todo vapor a fábrica de escândalos do PT. Mais dois exemplos foram destaque na imprensa nesta quinta-feira (39/7). Confira abaixo:

 Empresário ligado ao PT é denunciado por suposto desvio de R$ 2,9 milhões
bene
O Ministério Público Federal em Brasília ofereceu denúncia à Justiça contra o empresário Benedito Rodrigues Oliveira Neto, ligado a campanhas do PT, e mais oito pessoas por suspeita de fraude em licitação para organização de 14 eventos realizados pelo Ministério das Cidades.

O grupo teria desviado, segundo a Procuradoria, R$ 2,9 milhões. A Procuradoria da República no Distrito Federal pede que Bené, como é conhecido o empresário, sete ex-­funcionários do ministério e um segundo empresário respondam pelos crimes de peculato (desvio de recursos públicos) e fraude em licitação.

Bené também é investigado em inquérito aberto no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que apura irregularidades no financiamento e na prestação de contas da campanha do governador Fernando Pimentel (Minas Gerais), em 2014.

Bené é o pivô da Operação Acrônimo, que investiga essas supostas irregularidades. No ano passado, foram encontrados R$ 113 mil em dinheiro vivo dentro de um avião turboélice que transportava o empresário, o que motivou as investigações da PF. A aeronave apreendida pertence a suas empresas.

Ele foi preso em maio deste ano e deixou a cadeia após pagamento de fiança. Tanto ele quanto Pimentel negam ter cometido irregularidades.

Leia matéria completa na Folha de S.Paulo

Gráfica que recebeu R$ 6 mi do PT desperta suspeita da Justiça Eleitoral

A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição pagou R$ 6,15 milhões a uma gráfica que não tem nenhum funcionário registrado e cujos documentos apontam como presidente o motorista Vivaldo Dias da Silva, que em 2013 recebia R$ 1.490.

A Rede Seg Gráfica e Editora, de São Paulo, aparece como a oitava fornecedora que mais recebeu dinheiro da campanha presidencial petista no ano passado, de acordo com os registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Funcionários do TSE que examinaram as contas da campanha de Dilma descobriram a situação da gráfica ao cruzar as informações da empresa com o banco de dados do Ministério do Trabalho.

A descoberta fez surgir a suspeita de que a gráfica não tinha a estrutura necessária para prestar os serviços pelos quais foi remunerada pelo PT.

Algumas das notas da gráfica entregues pelo partido ao TSE trazem a afirmação de que a empresa produziu folders para a campanha eleitoral.

As contas da presidente foram aprovadas em dezembro por unanimidade pela Justiça Eleitoral, mas com ressalvas. Por isso, o tribunal continuou analisando os casos que provocaram as ressalvas.

Não é a primeira vez que vem à tona que uma empresa contratada pela campanha de Dilma Rousseff em 2014 tem como dono, nos documentos oficiais, um motorista.

Leia matéria completa Gráfica que recebeu R$ 6 mi do PT desperta suspeita da Justiça Eleitoral

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