PSDB resgata bandeiras históricas e amplia diálogo com a sociedade com nova Executiva

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A nova Executiva Nacional do PSDB, eleita no último dia 5, conta com membros do Tucanafro e da Diversidade Tucana em sua composição. Além disso, traz o nome da deputada federal Mariana Carvalho (RO), de 28 anos, como vice-presidente da sigla. A renovação nos quadros do partido é definida pelos tucanos como um reforço da postura histórica do PSDB de defesa desses segmentos da sociedade, além de um mecanismo de aprimoramento do diálogo entre a legenda e a população.

“Estamos ajudando a decidir o andamento de um país importante como o Brasil”, diz a desembargadora aposentada Luislinda Valois, militante do Tucanafro e recém-integrada à Executiva Nacional tucana.

A deputada Mariana aponta que o PSDB está preparado para “uma nova forma de incluir”. “As escolhas para a Executiva deixam claro que o PSDB quer mostrar a todos que é possível influir no processo político. E não somente pelas lutas específicas de cada segmento, mas também nas demandas gerais”, afirma. Mariana está em seu primeiro mandato como deputada e é hoje uma das vice-líderes do PSDB na Câmara.

Na verdade, essa renovação da executiva pôde ser sentida na própria convenção realizada no último dia 5, quando houve expressiva participação desses segmentos que apostam na união de forças em torno dos objetivos do partido de fazer uma política diferente voltada para a ética e os ideais democráticas que vão fazer do Brasil uma nação maior.

Bandeiras históricas

Presidentes, respectivamente, dos segmentos Diversidade Tucana e Tucanafro, Marcos Fernandes e Juvenal Araújo apontam a ligação histórica do PSDB com os temas de seus núcleos.

“O PT tenta se colocar como precursor dos direitos da população LGBT, mas o primeiro homem público a mudar a política de segurança e lutar para reprimir a perseguição a homossexuais foi o Franco Montoro, quando era governador de São Paulo, em 1983”, diz Fernandes, em referência a um dos fundadores do PSDB.

Juvenal Araújo reforça a opinião e lembra que a gestão de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República “foi a que mais fez pelos negros”. “FHC foi o responsável pela assinatura do Tratado de Durban, uma referência na luta pela igualdade, entre outros feitos”, explica.

Os tucanos apontam ainda que a mentalidade do PSDB de defesa dos direitos humanos se vê, hoje em dia, nas prefeituras e governos estaduais administrados pelo partido, que mantêm políticas públicas de combate à discriminação e de promoção da inclusão.

Metas

“Quero que consigamos, em todo o país, trazer mais participação para dentro do PSDB. Mais gente interessada em lutar pelo país”, diz a deputada Mariana sobre as metas de sua atuação na Executiva.

A opinião é endossada por Juvenal Araújo: “nossa busca é pelo aprimoramento da formação política com recorte racial nas periferias brasileiras”, diz, e lembra que os resultados do Tucanafro chegaram mesmo com o núcleo tendo menos de três anos de existência.

Gestão petista

Juvenal Araújo destaca que a atuação do PSDB nos diferentes segmentos é essencial também porque, na sua visão, houve retrocesso da promoção dos direitos humanos ao longo dos anos em que o PT ocupa a Presidência da República.

“O PT, quando virou governo, esqueceu a causa do negro no Brasil”, afirma Juvenal Araújo. Ele destaca que a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que tem status de ministério, dispõe da menor verba entre as pastas do Executivo federal e que parte de seus recursos tem sofrido com o contingenciamento de verbas promovidas pelo governo Dilma.

Outro problema, aponta o tucano, está na falta de articulação que existe entre as diferentes instâncias do governo federal. A confusão administrativa, para Araújo, impede que programas contra a desigualdade alcancem resultados satisfatórios. “Não se combate o racismo sem pensar de maneira conjunta com a educação, a saúde, a justiça. Mas nesse governo isso não acontece”, declara.

Participação

Os integrantes da Executiva do PSDB reforçam que a política partidária permanece como o melhor caminho, na sociedade brasileira, para a luta por desenvolvimento social. “Não se faz política fora dos partidos. E precisamos conhecer melhor a política para votarmos melhor”, diz Marcos Fernandes.

“Compreendemos que exista, hoje, uma desilusão com os partidos, em virtude dos escândalos de corrupção que a cada dia aparecem no Brasil. Mas é preciso que todos tenham em mente uma coisa: sempre que alguém com interesse em lutar desiste, abre caminho para que pessoas sem seriedade e ética participem da política. Por isso devemos permanecer com compromisso e determinação, como é a cara do PSDB”, destaca a deputada Mariana Carvalho.

Fonte: PSDB

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