Sob suspeita: Secretário petista do governo Pimentel é investigado na “Máfia do Combustível”

 

Paulo Guedes é suspeito de usar recibo forjado para embolsar dinheiro público
Paulo Guedes é suspeito de usar recibo forjado para embolsar dinheiro público

O secretário de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas, o deputado estadual do PT Paulo Guedes, condenado à perda dos direitos políticos por oito anos, em ação de improbidade administrativa e crime eleitoral, é investigado também pelo Ministério Público Estadual em desdobramento da ação policial que desvendou a chamada “máfia do combustível”.

O atual secretário do governo de Fernando Pimentel é suspeito de usar cupons forjados de abastecimento para obter reembolso da verba indenizatória paga pela Assembleia Legislativa de Minas. Toda a prestação de contas do deputado petista na legislatura passada já foi solicitada pelo promotor responsável pelo caso. Leia mais

É a segunda vez nos últimos dias que o petista ganha as manchetes dos jornais. No dia 2 de abril, o jornal “Hoje em Dia” trouxe matéria informando que a Polícia Federal (PF) havia solicitado ao procurador regional eleitoral do Estado, Patrick Salgado, pedido de abertura de inquérito para investigar suposto crime eleitoral em favor das campanhas do deputado Paulo Guedes e de outro petista, o deputado federal Reginaldo Lopes. Leia mais

Ambos foram citados na Operação Curinga da PF como beneficiários do esquema de compra de votos montado pelo o vice-prefeito de Monte Azul, Antônio Idalino Teixeira, o Toninho da Barraca (PT), no Norte de Minas, nas eleições deste ano. Segundo a PF, os investigados chegaram a trocar bolsa família por votos.

Paulo Guedes foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos, pela juíza Rosana Siqueira Paixão, da Segunda Vara da Fazenda Pública de Montes Claros (Norte de Minas). Conforme mostrou reportagem do Estado de Minas, Guedes foi acusado de uso indevido da estrutura da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams), entre 2001 e 2004, período em que presidiu a entidade – ele também exerceu o cargo de vereador em Manga. De acordo com a representação, Paulo Guedes teria usado as instalações da Avams, sediada em Montes Claros, e um ex-servidor da associação (também réu na ação), para confecção do jornal Vale do Sol, que seria de sua propriedade. Leia mais

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