Minas merece a verdade: Fernando Pimentel desconhece economia do Estado

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O ministro que mais desindustrializou o Brasil nas últimas décadas, agora na figura de governador, critica o Estado que mais aumentou sua industrialização e sua participação no PIB brasileiro nos últimos anos. Assim age o governador do PT, Fernando Pimentel.

É bom que se lembre que sob a administração do então ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a indústria brasileira chegou a ter a mesma participação no PIB que havia na década de 1950. São dados concretos, levantados pela Federação das Indústrias de São Paulo. Leia aqui

Foi sob a mesma administração do ministro Pimentel, do Comércio Exterior, que o Brasil apresentou déficit (exportações menos importações) de US$ 3,930 bilhões na balança comercial, fato que não ocorria no Brasil há 14 anos. É com esse histórico, toda essa moral, que o agora governador vem criticar Minas, o Estado que, a despeito de toda ingerência federal, mais aumentou a participação da indústria na sua economia.

Dados do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI) mostram que, mesmo sem nenhum apoio e contra todos os entraves postos pelo governo federal, Minas atraiu nada menos que R$ 182 bilhões em investimentos privados nos últimos anos, gerando milhares de empregos. Hoje, nosso PIB per capita é três vezes maior que em 2002 e, segundo dados do próprio ministério que Pimentel gerenciou, o valor das exportações de produtos com maior valor agregado de Minas triplicou em uma década.

Nos últimos anos, Minas Gerais foi, de todos os estados da federação, aquele que mais aumentou a sua participação no PIB do Brasil. Entre 2002 e 2012, a participação mineira subiu de 8,6% para 9,2%. Um crescimento de 0,6 pontos percentuais. Enquanto isso, o Sudeste como um todo diminuiu sua participação em 1,5 pontos. Dos cinco estados com maior participação no PIB, apenas Minas teve crescimento no período. Isso foi resultado do esforço do governo Aécio/Anastasia em diversificar a economia, aumentar a industrialização e a produtividade.

Minas Gerais tem hoje o primeiro aeroporto industrial do país, instalado em Lagoa Santa.

aeroporto industrial

Além de impulsionar as vocações regionais e os setores tradicionais da economia, o governo trabalhou para atrair novas empresas da chamada Nova Economia, em diferentes regiões do Estado. Veja os exemplos:

Belo Horizonte (GE Equip. Médicos, Steinert)
Vespasiano (Wal Mart)
Contagem (GE Locomotivas, Vigor, Globalpack)
Lagoa Santa (Philips – equipamentos médicos)
Ribeirão das Neves (Six Semicondutores)
Nova Lima (Biomm)
Santa Luzia (Três Corações)
Betim (GE Power Conversion)

Central
Barroso (Holcim)
Itabirito (Coca-Cola)
Sete Lagoas (Caterpillar locomotivas)
Mariana (Samarco)

Norte de Minas
Montes Claros (Havaianas)
Capitão Enéas (Marluvas)

Triângulo Mineiro
Uberaba (Duratex, Amanco, Mafra Hospitalar)
Uberlândia (Americanas, Sadia, Ambev)

Sul de Minas
Pouso Alegre (Unilever, Yoki, Chaves Gold)
Extrema (Panasonic, Bauducco, Kopenhagen)
Varginha (Polishop, Philips)
Poços de Caldas (Danone, Ferrero Rocher)
Três Pontas (Brinquedos Estrela)
Jacutinga (Kathrein Automotive, Rodofort)
Varginha (Amino Química) Camanducaia (Deb’Maq)

Zona da Mata
Ponte Nova (Laticínios Porto Alegre)
Visconde do Rio Branco (American Blend Importação e Exportação Indústria e Comércio de Tabacos)

Centro Oeste
Itaúna (BMB Belgo Mineira Bekaert Artefatos de Arame)
Piumhi (Foods Indústria e Comércio)

Um dos grandes indutores do desenvolvimento do Estado nesse período foi o próprio BDMG, onde o governador do PT foi, nesta quarta-feira (05/03), para propagar inverdades. De 2003 a 2014, o banco aumentou em 239% o valor anual para financiamentos. Foram bilhões destinados a programas de incentivo ao desenvolvimento dos municípios mineiros e atração de investimentos em tecnologia e alto valor agregado.

Os dados são públicos. As atitudes mostram que o governador torce contra, desvaloriza o Estado e tudo o que foi construído nos últimos anos, ignora a força de trabalho e de resultados da gente mineira. As conquistas dos governos pertencem ao povo mineiro, não aos partidos.

Estamos há mais de dois meses sem governo. A população continua torcendo para que o atual governo faça aquilo para o que foi eleito: governar. Até agora, o que se viu é um político que parece querer figurar como líder de oposição de um governo que se encerrou em 2014.

Afinal. Quando o PT vai começar a trabalhar em favor dos mineiros?

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