Gustavo Valadares cobra de Pimentel promessa de redução do ICMS da energia elétrica

O líder da Minoria na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Gustavo Valadares (PSDB), criticou nesta terça-feira (03/03) as contradições do governador do PT, Fernando Pimentel, que na campanha eleitoral, ano passado, prometeu reduzir o ICMS inserido sobre a energia elétrica em Minas (veja promessa do candidato durante debate). Na tribuna do plenário da Assembleia, Gustavo Valadares mostrou gravação em que Pimentel promete reduzir o ICMS e critica os valores cobrados pela energia no Estado. Mas, ao contrário do que prometeu de forma populista e oportunista, Pimentel não reduziu o ICMS e ainda pediu aumento extra para a energia elétrica.

A conta de luz dos mineiros sofreu, esta semana, acréscimo de 28,8% e, nos próximos 30 dias, deve aumentar ainda mais, penalizando os consumidores com aproximadamente 40% de reajuste. Por conta do governo do PT, Minas terá três reajustes e não dois, como nos demais estados brasileiros.

“Pimentel disse em setembro do ano passado que grande parte do custo da energia cobrado em Minas Gerais era fruto dos 30% de alíquota do ICMS. Disse ainda que se ganhasse a eleição e estivesse no governo faria uma redução. Com o reajuste da energia elétrica dado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), extraordinário à Cemig, de 28% em média, e com o que se vislumbra para os próximos 30 a 40 dias, de mais 15 a 20%, estou pedindo ao governador que cumpra suas promessas de campanha e faça a redução do ICMS”, afirmou o deputado em entrevista.

Gustavo Valadares chamou a atenção dos deputados para duas falas do então candidato a governador, Fernando Pimentel, durante debate na campanha eleitoral. Pimentel fazia duras críticas à tarifa do ICMS cobrada pela Cemig e garantiu aos mineiros que, se fosse eleito, reduziria o imposto cobrado sobre a energia, sem causar prejuízos à estatal.

“Ele ainda disse que é inconcebível Minas cobrar 30% de alíquota de ICMS na conta de energia, sendo que São Paulo cobra 18% e o Rio de Janeiro cobra 12%. Então, queremos que ele cumpra o seu compromisso. O consumidor mineiro não aguenta mais e vai ter mais de 40% de aumento na conta de luz”, disse.

Assista à entrevista

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