PT foi contra solução para crise de água na RMBH. Confira

nota

Partido do atual governador tentou impedir implantação da PPP Rio Manso, em 2012; sindicato ligado aos petistas afirmou que a obra era necessária apenas em 2025

Através de inverdades, o governo do PT falta com a realidade dos fatos em relação à crise de abastecimento de água que assola Minas e vários estados brasileiros. Mente sobre os esforços e planejamento realizados pela Copasa, em Minas, mas adota como solução a continuidade de ações implantadas pela empresa de saneamento, ao longo dos últimos anos, como a PPP Rio Manso. O que o governo de Fernando Pimentel não diz, é que, se dependesse do seu partido, o PT, a expansão do sistema de abastecimento de água de Belo Horizonte e região metropolitana não seria possível.

Em 2012, o PT tentou impedir a implantação da PPP Rio Manso, obra iniciada nas gestões anteriores para ampliar os reservatórios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Hoje reconhecida e priorizada pelo atual governo do PT, a obra foi alvo de críticas do deputado petista Rogério Correia e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos de Minas Gerais (Sindágua), ligado à CUT e ao PT. O deputado chegou a afirmar, de forma irresponsável e eleitoreira, que a PPP do Rio Manso estaria servindo para “privatizar” o abastecimento de água na RMBH.

Convidado pelo PT a participar de Audiência Pública na Assembleia Legislativa, o Sindágua chegou a dizer que “segundo estudos da Copasa, sobre produção e demanda da água na RMBH, a obra seria necessária somente em 2025”.Leia aqui.

Agora, o governador Fernando Pimentel, não só reconhece a PPP como solução para acabar com a crise de água na RMBH, como fez aditivo ao projeto para acelerar a conclusão dos serviços e consolidar a capacidade do sistema de abastecimento da região.

O que o governo do PT também não assume para a população é que se a presidente Dilma Rousseff, aliada do atual governador, tivesse cumprido promessa feita por ela, em 2010, quando garantiu publicamente a isenção do Pis/Cofins para as empresas de saneamento (Leia aqui) e assim aumentar os investimentos no setor, poderíamos não estar lendo nas manchetes dos jornais que vai faltar água em metade das cidades brasileiras este ano, e que a falta de investimentos no setor pode levar o país a ter um colapso nos próximos 10 anos. Leia aqui

É importante ressaltar que, ano passado, a Copasa realizou a campanha “Água, se não economizar vai faltar”, divulgada nos veículos de comunicação do Estado. Ainda realizou visitas técnicas, audiências públicas e debates regionais por meio do Comitê de Bacias Hidrográficas.

Nos últimos 12 anos, a Copasa investiu mais de R$ 8,5 bilhões em saneamento. As estações de Tratamento de Água saltaram de 34 ETEs em 2003, para 160 em 2014, e outras 60 estão em construção. As ações levaram a Copasa a ser a única empresa do país reconhecida com a premiação máxima do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento, pelo seu modelo de excelência de gestão. Instituído pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), o prêmio é reconhecido pela International Water Association (IWA).

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