Pimenta da Veiga recebe apoio de ex-vereadores da capital

Pimenta da Veiga afirma que prioridade é manter diálogo aberto com lideranças de todo Estado; na foto, com o ex-veredor Antônio Pinheiro. Foto Leo Lara
Pimenta da Veiga afirma que prioridade é manter diálogo aberto com lideranças de todo Estado; na foto, com o ex-veredor Antônio Pinheiro. Foto Leo Lara

O candidato ao Governo do Estado pela Coligação Todos por Minas, Pimenta da Veiga (PSDB), recebeu nesta quinta-feira (10/07) o apoio dos ex-vereadores da capital da época em que era prefeito de Belo Horizonte, durante encontro realizado na sede do Instituto Cultural Amílcar Martins (ICAM). O clima foi de grande emoção e alguns ex-vereadores relembraram que o trabalho com Pimenta da Veiga foi de muita parceria, o que proporcionou realizações positivas para Belo Horizonte. Eles também afirmaram que Pimenta da Veiga será um grande governador por ser um homem de visão e de ideias inovadoras.

O candidato lembrou que se naquela época os desafios eram outros, quando encontrou Belo Horizonte com muitas dificuldades econômicas, hoje elas são, em certa medida, até maiores. “Se naquele momento nós vivíamos um início da fase pós-Constituinte, e que abriu muito as expectativas, agora nós precisamos cuidar de Minas e do Brasil”, afirmou.

“Eu tenho enormes preocupações com a forma com que o Brasil está sendo governado, desde a falta de compromisso ético, como, por exemplo, o que tem acontecido com empresas como a Petrobras, que é símbolo nacional e que deixou de frequentar as páginas econômicas para estar presente nas páginas policiais da imprensa brasileira”, destacou.

Segundo Pimenta da Veiga, quem viaja pelo país sabe que já há milhares de brasileiros querendo que as reformas iniciadas em Minas Gerais, há 12 anos, possam atingir o Brasil inteiro. Para Pimenta da Veiga, estamos diante de dois cenários: “Um é a nossa eleição, com o governo federal que está aí, aprofundando as dificuldades brasileiras, agravando os problemas. E outro, completamente diferente, se me eleger governador de Minas tendo como presidente da República Aécio Neves. Aí, é outro cenário. Vamos fazer uma grande parceria. Aécio conhece os problemas do Estado e está disposto a cooperar para a solução deles, e é por isso que digo sempre que a eleição de Aécio será muito boa para o Brasil, mas melhor ainda para Minas Gerais.”

Diálogo

Pimenta disse que sua prioridade é manter o diálogo aberto com lideranças de todo o Estado, repetindo a experiência de quando esteve à frente da Prefeitura de Belo Horizonte.

“No dia seguinte da posse começamos a andar por Belo Horizonte para ouvir a população. As dificuldades eram enormes, mas isso não nos impediu de logo buscar no diálogo com a população quais seriam as prioridades efetivas para que nós pudéssemos fazer os projetos, a engenharia financeira e executar as obras e os serviços”, ressaltou o tucano.

“As administrações, quando assumimos, além de poucas, não tinham prestígio. Eram entidades quase que apenas honoríficas, e nós demos poder efetivo às administrações e, através desse sistema, conseguimos iniciar o processo de descentralização, que depois se aprofundou, e com isso estabeleceu-se uma nova forma de administração, mais participativa”, completou.

Regionalização

O candidato afirmou ainda que a forma mais moderna hoje de governar é por meio das administrações regionais. “Significa levar o poder decisório para perto do cidadão. Por exemplo, na área da saúde, quando se faz um hospital regional no Norte de Minas, o que se está evitando é que o morador de lá tenha que vir a Belo Horizonte para tratar de algum problema, o que seria muito custoso, demandaria mais tempo e, em alguns casos, poderia ser fatal. É isso que queremos: levar a administração para perto do cidadão”, disse.

O encontro foi organizado pelos diretores do ICAM, Amílcar e Roberto Martins. O ex-prefeito de BH mencionou alguns nomes daquela época, dentre os muitos que compareceram ao encontro desta quinta-feira com os ex-vereadores, como José Lincoln, João Gualberto, Joaquim Valentim, Totó Teixeira, Augusto Drummond, Otimar Bicalho, César Massi, Aristides Vieira, Zé Brasil, Las Casas, Reinaldo Gontijo, Jaime Guimarães, Mauro Mathias, José Lincoln, José Raimundo Moreira e José Lino de Souza Barros.

“Quero agradecer a todos e dizer que, se naquele momento, nós tivemos um desafio e vencemos, agora os desafios são outros. Eu tenho enormes preocupações com o que está acontecendo no Brasil e a nossa participação política, aqui em Minas Gerais, certamente tem reflexos nacionais”, destacou.

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