Proposta do PSDB para Educação valoriza professores e prevê mais recursos para estados e municípios

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Mais recursos do governo federal para estados e municípios, política de valorização da carreira e mudanças na formação dos professores, universalização da pré-escola e integração do ensino infantil com as áreas da saúde e da assistência social. Esses são alguns dos pontos defendidos pelo candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, no programa de governo que o partido apresentará ao país na eleição deste ano.

A proposta contempla professores, primeira-infância, pré-escola, ensino básico, juventude, ensino profissionalizante, garantia da expansão de programas federais como o Fies e Pro-Uni, entre outros pontos. As diretrizes do programa educacional do PSDB vão ao encontro e aprimoram as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado nesta quarta-feira (25) pela Presidência da República.

Pelo texto publicado hoje, O Brasil terá de ampliar os investimentos públicos no setor dos atuais 6,4% do PIB para 7% até 2019, e para 10% até 2024. Em números absolutos, isso significa saltar de R$ 338,6 bilhões para R$ 370,3 bilhões nos próximos cinco anos, e para R$ 529 bilhões até o fim do decênio, com base no PIB estimado para 2014. Continuar lendo

Aécio Neves reúne-se com o presidente nacional do PTB

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) reuniu-se, nesta quarta-feira (25/06), com o presidente nacional do PTB, Benito Gama. As articulações para as eleições presidenciais deste ano foram o principal tema do encontro. O PTB fará sua convenção nacional, no próximo dia 27 (sexta-feira), e Benito Gama apresentará a proposta de que seu partido oficialize o apoio à candidatura de Aécio Neves à Presidência da República. A aliança com o PSDB, afirmou Benito Gama, deverá ser aprovada.

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Empregos a perigo, alerta ITV

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O governo Dilma sempre se recusa a discutir a sério os problemas da economia, sob alegação de que a criação de emprego ia bem. O que dirão agora que a geração de empregos despencou? Maio foi o pior mês neste quesito em 22 anos, com resultados particularmente ruins na indústria. Se já tínhamos a mais perversa das combinações, com inflação alta e crescimento baixo, agora adicionamos uma pitada a mais de pimenta. O caldo entornou, ressalta o Instituto Teotônio Vilela (ITV). Leia abaixo:

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Criação de empregos formais tem pior resultado para maio em 22 anos

Publicado no Portal G1

O Brasil criou 58.836 empregos com carteira assinada no mês de maio, o que representa uma queda de 18,3% frente ao mesmo mês do ano passado (72.028 vagas formais), segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho.

De acordo com dados oficiais, este foi o pior resultado para meses de maio desde 1992, quando foram abertas 21.533 empregos com carteira assinada. A série histórica do Ministério do Trabalho para este indicador tem início justamente em 1992. O resultado do mês passado, portanto, foi o segundo pior da série histórica para meses de maio.

“Esperávamos que houvesse um crescimento maior [do emprego formal] em maio por causa da Copa, em torno de 100 mil empregos criados. Tivemos um fevereiro que talvez tenha antecipado muitos dos empregos da Copa, na medida em que precisávamos de treinamento. Os empregos da Copa têm sido elogiados pelo mundo inteiro. Isso demandou cursos de capacitação”, declarou o ministro do Trabalho, Manoel Dias. Continuar lendo