Governador do Piauí, do PMDB, declara apoio a Aécio Neves

O governador do Piauí, Zé Filho (PMDB-PI), declarou, nesta sexta-feira (20/06), apoio a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. Candidato à reeleição ao governo do Estado tendo como vice o tucano Silvio Mendes, Zé Filho se reuniu com Aécio no Rio de Janeiro e ressaltou que tomou a decisão porque acredita no projeto de mudança proposto pelo candidato do PSDB.

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“Somos a mudança corajosa e segura que o Brasil espera”, diz Aécio

Foto George Gianni/PSDB
Aécio Neves e os colaboradores do plano de governo. Foto George Gianni/PSDB

O presidente e candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, destacou nesta sexta-feira (20) que o plano de governo que o partido apresentará aos eleitores durante a campanha será resultado de um debate amplo com a sociedade brasileira.

Ao anunciar os novos integrantes da equipe responsável pelo plano, Aécio disse que o PSDB tem a obrigação de apresentar um novo projeto para o país.

“Esse é o início de um trabalho que tem como objetivo final mostrar que nós queremos construir um projeto de país ouvindo a sociedade brasileira. Vamos entregar ao Brasil o que o Brasil almeja: um projeto ousado, eficiente, vanguardista, contemporâneo e corajoso”, disse Aécio Neves ao reunir o grupo esta manhã.

O tucano apresentou no Rio de Janeiro sete novos nomes da equipe. Todos eles com reconhecido trabalho e atuação em suas áreas e que, a partir de agora, reunirão propostas e sugestões da sociedade. O plano tem a coordenação geral do ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia.

Participação pela internet

Aécio Neves antecipou que o PSDB divulgará na internet as propostas em estudo para que possam ser debatidas e receber novas contribuições.

“Este projeto não é de um candidato ou de um partido político, vai muito além disso. É de um setor da sociedade brasileira que espera que um governo possa conciliar ética com eficiência e construir um caminho novo para o Brasil”, destacou o candidato do PSDB a presidente.

Na área de educação, os trabalhos serão coordenados pela socióloga e ex-secretária de Estado em São Paulo Maria Helena Guimarães de Castro. Na segurança pública pelo sociólogo e professor da UFMG Cláudio Beato. O escritor Affonso Romano de Sant’Anna coordenará os trabalhos na área da cultura.

Políticas sociais

Coordenada pelo deputado federal Eduardo Barbosa e pela ex-deputada Rita Camata, a área de políticas sociais reunirá especialistas e colaboradores de diversas regiões do país. Entre eles: a professora da PUC-SP Carminha Brant, ex-superintendente da ONG Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), entre 2000 a 2010.

Fundador do grupo cultural Afroreggae, José Júnior coordenará o debate de políticas associadas à juventude.

Aécio Neves disse que a pluralidade de ideias será uma das marcas do plano, que terá como princípios a descentralização, eficiência, simplicidade, confiança, transparência e a inovação.

“Isso é tudo o que está faltando ao Brasil hoje. Nós, cada vez mais, mostraremos que somos a mudança corajosa e segura que o Brasil espera”, reiterou Aécio.

A economista e ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Maria Silvia Bastos, e empresária e atriz Neila Tavares também prestarão colaboração ao plano de governo.

O candidato do PSDB anunciou que outros nomes serão apresentados nos próximos dias. Ele ressaltou que as diretrizes do trabalho serão feitas no início de julho, conforme determina a legislação eleitoral.

“Todas as lideranças que estão aqui terão a oportunidade de entrar em contato com outras representações de setores com ideias diferentes e complementares e que serão muito bem vindas nesta discussão”, disse Aécio.

Em maio passado, o PSDB já havia anunciado o ambientalista e ex-deputado Fabio Feldmann na coordenação das propostas na área de meio ambiente e sustentabilidade.

Conheça abaixo os colaboradores do programa de governo:
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Pimenta da Veiga defende planejamento e capacitação para mais avanços da saúde em Minas

Para Pimenta da Veiga, técnicas de atendimento, adquiridas por meio de cooperação com França e Portugal, devem ser mantidas na capital e ampliadas para todo o Estado
Para Pimenta da Veiga, técnicas de atendimento, adquiridas por meio de cooperação com França e Portugal, devem ser mantidas na capital e ampliadas para todo o Estado

Minas Gerais saiu na frente e, nos últimos anos, se preparou para oferecer o melhor atendimento em saúde à população durante a Copa do Mundo. Pela primeira vez no Brasil, uma equipe do Samu de Paris esteve em Belo Horizonte para repassar técnicas de enfrentamento a situações de emergência em eventos de grande porte, garantindo um serviço ágil e de qualidade a mineiros e turistas.

O planejamento e a preparação oferecidos pelo Governo de Minas estão assegurando atendimento de saúde eficiente nos hospitais estaduais da capital, uma das sedes dos jogos do Mundial. Para o candidato do PSDB, Pimenta da Veiga, é preciso levar essas técnicas repassadas aos profissionais da saúde que atendem emergências em Belo Horizonte também para cidades do interior.

“Defendo a continuidade e extensão desse planejamento na área da saúde em todo o Estado. Temos hoje no interior de Minas diversos hospitais regionais. Por isso, é perfeitamente possível levar essa capacitação internacional que tivemos para a Copa do Mundo às demais cidades do Estado. O mérito desse treinamento que tivemos é, em caso de emergência, conseguir desenvolver as atividades de forma coordenada, traduzindo na melhora da assistência médica”, disse Pimenta.

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ITV: O outono da presidente

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Dilma Rousseff vai de mal a pior. Suas perspectivas eleitorais são muito ruins e a avaliação sobre seu governo é cada vez mais negativa. Enquanto o voto é decisão futura e, portanto, ainda postergada para depois, outra, a avaliação de governo, é percepção presente, fruto da vivência cotidiana. E, naquilo que pensa de seu dia a dia, o brasileiro está claramente infeliz com as condições de vida que lhe oferecem. A petista parece estar vivendo seu outono. Leia a análise desta sexta-feira (20/06) do Instituto Teotônio Vilela (ITV). Continuar lendo

Destaque na imprensa: PT tenta censurar dados sobre TV pública

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Reportagem publicada no jornal O Estado de S.Paulo

TV pública avalia pôr papéis sob sigilo

Diretoria da EBC discute proteger atas por 5 anos e documentos sobre ‘vida privada, honra e imagem de pessoas’ por até um século

BRASÍLIA – A cúpula da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – estatal vinculada à Secretaria de Comunicação da Presidência da República responsável por emissoras públicas de rádio e televisão – avalia transformar parte de seus documentos em material protegido por sigilo oficial por até 100 anos. Hoje, nenhum papel da empresa é mantido sob segredo de Estado.

Se for aprovada, a nova regra abrangerá as atas do conselho de administração – colegiado que pode definir critérios para firmar contratos sem licitação e para realização de auditorias – e do conselho curador da EBC, grupo que orienta e fiscaliza a linha editorial de veículos jornalísticos da TV Brasil, emissora pública criada no governo Luiz Inácio Lula da Silva, e da Agência Brasil, que produz conteúdo usado por diversos veículos de comunicação do País, além das rádios públicas.

A proposta está em um documento de dez páginas obtido pelo Estado, chamado “Norma de Tratamento da Informação Corporativa – NOR 904”. Ela foi incluída na pauta da reunião realizada na segunda-feira pela Diretoria Executiva da EBC – um grupo restrito, composto por sete diretores da estatal, incluindo o diretor-presidente da empresa, Nelson Breve. O encontro terminou, no entanto, sem uma decisão sobre a adoção do sigilo. Continuar lendo

Cresce o custo da política energética de Dilma

Matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo – 20/06/14

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Não duraram nem dois anos os pífios efeitos da política de modicidade tarifária para o setor elétrico anunciada em julho de 2012 pelo ministro de Minas e Energia e efetivada dois meses depois por meio de medida provisória. A redução de tarifas prometida pela presidente Dilma Rousseff, de 16% para as residências e de até 28% para as indústrias, se esvaiu com os reajustes deste ano. As tarifas já superam as praticadas antes do corte. Mas a política continuará impondo custos às empresas de energia, em especial às distribuidoras, que pagam pela eletricidade mais do que podem cobrar dos consumidores. A diferença terá de ser coberta parcialmente pelos contribuintes.

Os custos de R$ 4,6 bilhões, sem contar as indenizações às geradoras, superaram as previsões e foram suportados, no ano passado, pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Mas, neste ano, esses custos foram sucessivamente reestimados e estavam em R$ 12,4 bilhões, em abril. Com nova revisão, poderão crescer outros R$ 8 bilhões, admite o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. O valor dependerá do preço que as distribuidoras pagarem pela energia. Continuar lendo