Anastasia destaca que planejamento de ações é essencial para a qualidade de vida da população

Governador Anastasia ressaltou importância da parceria entre poder público e sociedade no planejamento das ações. Foto Wellington Pedro/Imprensa MG
Governador Anastasia ressaltou importância da parceria entre poder público e sociedade no planejamento das ações. Foto Wellington Pedro/Imprensa MG

Especialistas apontam que para o Brasil alcançar níveis de excelência na prestação de serviços públicos é preciso solidificar cada vez mais no país a cultura do planejamento. Essa ferramenta de trabalho se torna cada vez mais necessária quando as ações da administração pública são voltadas para as regiões metropolitanas, que possuem maior densidade populacional e grandes desafios a serem enfrentados. Com o objetivo de refletir sobre a necessidade de tornar cada vez mais o planejamento a base das ações do Estado nas áreas metropolitanas, o governador Antonio Anastasia abriu, nesta terça-feira (22), no Auditório JK, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, a IV Conferência Metropolitana da RMBH.

“O planejamento deverá ser sempre o parâmetro, a vereda e a trilha segura que devemos acompanhar, e é evidente que essa Conferência faz parte desse processo, porque o planejamento, no caso, jamais pode ser monopólio do poder público. Ao contrário, ele tem que ter a participação fundamental da sociedade civil, universidades, empresários, trabalhadores e especialistas que vão contribuir, porque o planejamento não é obrigatório, mas sempre fruto de indução, fomento e estímulo. Certamente, muitas sugestões e soluções daqui brotarão para termos caminhos sempre mais alternativos e mais auspiciosos no futuro de nossa Região Metropolitana de Belo Horizonte”, ressaltou o governador.

Leia matéria completa na Agência Minas

Para deputados, fracasso em leilão confirma desconfiança de investidores na gestão petista

Deputados tucanos se manifestaram na tribuna e nas redes sociais sobre o fracasso do leilão do pré-sal do campo de Libra, que teve apenas um concorrente. Para deputados do PSDB, o resultado reforça que o regime de partilha estabelecido pelo PT causou desconfiança e afastou investidores de peso.

O editorial da “Folha de S.Paulo” desta terça-feira (22) relata que há desconfiança quanto à capacidade da estatal brasileira de suportar o desafio. Segundo a Folha, a Petrobras é a empresa não financeira mais endividada do globo, segundo o Bank of America Merril Lynch, com US$ 112,7 bilhões em obrigações – além do compromisso de investir mais de US$ 200 bilhões para ampliar a produção com o pré-sal.

Ao avaliar a aparição da presidente Dilma em cadeia nacional de rádio e TV comemorando o leilão, Marcus Pestana (PSDB-MG) disse que há um festival de mentiras, manipulações, informações, abuso de poder e do uso da máquina de comunicação do governo para fazer proselitismo partidário-eleitoral.

Leia matéria completa no Diário Tucano

Encontro do PSDB Sindical reunirá mais de 600 trabalhadores em Betim

Convite PSDB Sindical

Núcleo Sindical do PSDB realiza nesta quinta-feira (24/10), em Betim, o segundo Encontro Nacional da categoria. A expectativa é reunir mais de 600 trabalhadores e representantes de todos os estados. O evento terá como tema a nova agenda do mundo do trabalho e contará também com a presença de lideranças do partido, como o prefeito de Betim, Carlaile Pedrosa (PSDB), deputados federais e estaduais.

Integrantes de centrais como Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) também deverão participar. A programação inclui palestras e debates.

Segundo o presidente do PSDB Sindical de Minas Gerais, Rogério Fernandes, o encontro tem como objetivo aproximar as lideranças sindicais das diversas demandas apresentadas pela sociedade – e que, não necessariamente, têm ligação direta com o universo trabalhista. “Queremos abordar o mundo do trabalho, e fazer uma discussão bem ampla sobre o movimento sindical”, afirma.

“Vimos, nos últimos meses, as pessoas indo para as ruas protestarem por mais saúde, educação, mobilidade; enfim, uma pauta ligada à nossa Constituição. É isso que queremos trazer para o Núcleo Sindical do PSDB”, declarou.

Leia, abaixo, entrevista com Rogério Fernandes. Continuar lendo

Dilma canta vitória em rede nacional três anos após demonizar privatização do pré-sal

Dilma na TV

Três anos após ter classificado de criminosa a privatização do pré-sal, Dilma usou cadeia nacional de rádio e TV para cantar vitória sobre a venda do campo de Libra, apesar da falta de concorrência no leilão. Parlamentares do PSDB reagiram ao discurso e afirmaram que o pronunciamento foi eleitoreiro e bem distante da realidade. Para eles, além de contraditória, a petista usa a máquina pública em benefício próprio.

Em nota, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou o pronunciamento de eleitoreiro, “mais uma vergonhosa tentativa de impor à opinião pública a versão da realidade que interessa ao governo”. Segundo o tucano, essa foi a 16ª vez que a presidente contrariou a legislação para se apropriar indevidamente de mais uma rede nacional de rádio e TV, “reduzindo um instrumento do Estado a mera ferramenta de propaganda política e eleitoral”.

O senador lamentou o fato de Dilma não ter usado parte do tempo para esclarecer os brasileiros sobre a gigantesca desvalorização que administrações do PT causaram à Petrobras. Para ele, o governo mistura os deveres da presidente com os interesses da candidata à reeleição.

Os deputados tucanos mineiros Rodrigo de Castro e Domingos Sávio criticaram a postura do governo. “O PT está usando de forma criminosa a máquina pública para fazer campanha antecipada para a presidente Dilma”, criticou Sávio. “Isso nos traz preocupações. A situação administrativa e financeira da Petrobras é um descalabro e o viés estatizante do governo Dilma também”, observou Rodrigo de Castro, ao avaliar a fala da petista. Continuar lendo

Uma luz para a Aneel, por Rodrigo de Castro

Artigo do deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB-MG), publicado no jornal Estado de Minas – 22/10/13

Maioria dos municípios não tem como assumir a gestão da iluminação da cidade, em janeiro, como manda resolução da agência

Esgota-se em 31 de janeiro de 2014 o prazo dado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às distribuidoras de energia elétrica para transferirem aos municípios a responsabilidade pela iluminação pública, passando a ser encargo dos entes municipais a gestão do sistema, que abrange elaboração dos projetos de expansão, operação e manutenção. Será, portanto, o município – e não a Cia. Energética de Minas Gerais (Cemig, em nosso estado) –, o órgão a acionar nos casos de reposição de lâmpadas, suportes, chaves, luminárias, reatores, relés, cabos condutores e outros materiais correlatos.
Apesar de a ameaça estar posta desde 2010, com a Resolução 414, a mudança assusta prefeitos e usuários tanto pelo risco de prejuízo na qualidade do serviço quanto pela elevação dos custos operacionais e inevitável repasse à população, que deverá suportar, segundo estimativas de entidades do setor, aumento de tarifa da ordem de 30%. Para assumir o novo papel, os municípios terão que se aparelhar, criando estrutura própria, ou contratando terceiros, hipótese que dificulta a contenção tarifária.

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Riquezas do pré-sal poderiam estar jorrando há muito tempo, alerta ITV

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Um leilão que termina sem concorrência, vencido por quem não ofereceu uma gota de óleo de ágio, não pode ser considerado um sucesso. “Mas o que há de mais lamentável na licitação do campo de petróleo de Libra são os malefícios que a tardia conversão do PT às privatizações causou ao país”, lamenta a Carta de Formulação e Mobilização Política desta terça-feira (22). Como aponta o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela, as riquezas do pré-sal já poderiam estar jorrando há muito tempo. Confira abaixo a íntegra: Continuar lendo

Dilma acertou: a oposição precisa estudar. Leia artigo

Artigo de Guilherme Fiuza, publicado no Blog do Noblat

O que Dilma e sua turma conseguiram fazer com o Brasil não é para leigos. Como arrebentar as finanças públicas com politicagem e trazer de volta a inflação, sem que uma única e miserável passeata identifique seu crime e peça sua cabeça? É coisa de gênio – só estudando muito mesmo.

As tecnologias petistas de sucção e privatização da máquina pública alcançaram tal grau de sofisticação que, é duro dizer, a oposição talvez precise de gerações para estudá-las razoavelmente. Leia íntegra abaixo:

Dilma acertou: a oposição precisa estudar

Guilherme Fiuza, ÉPOCA

Conforme previsto neste espaço, passada a onda das manifestações de junho/julho, a presidente Dilma Rousseff – que perdera popularidade, teria de dar lugar a Lula etc. – voltou ao conforto nas pesquisas de opinião: hoje, venceria a eleição no primeiro turno. Os indignados que foram às ruas acham que o Brasil não será mais o mesmo depois de sua explosão cívica. O médico mandou não contrariá-los.

Falando baixinho para não incomodar os revolucionários: o grande legado das manifestações foi o surgimento de um bando de débeis mentais de preto que quebram tudo o que veem pela frente, diante de outro bando de débeis mentais que consentem – e eventualmente apoiam – o chilique fascista.

Dilma assiste a tudo isso tão a salvo que até já recuperou a soberba: declarou que seus adversários eleitorais “têm de estudar muito” o país.

E têm mesmo. O que Dilma e sua turma conseguiram fazer com o Brasil não é para leigos. Como arrebentar as finanças públicas com politicagem e trazer de volta a inflação, sem que uma única e miserável passeata identifique seu crime e peça sua cabeça? É coisa de gênio – só estudando muito mesmo. Continuar lendo