Aécio diz que redução de custos em MG reafirma compromisso do PSDB com gestão eficiente

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta quinta-feira (1º/08) que a reestruturação administrativa anunciada pelo governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia, reafirma o compromisso da gestão do PSDB de Minas com a eficiência da administração pública.

“São decisões que revelam coragem, responsabilidade e sensibilidade”, declarou Aécio em sua página no Facebook.

As medidas de Anastasia, divulgadas na quarta-feira (31), proporcionarão uma economia de R$ 1 bilhão ao estado. O governador reduzirá o número de secretarias e de cargos comissionados, entre outras decisões. Leia matéria da Agência Minas

Confira abaixo a nota do senador Aécio Neves:

O governador Antonio Anastasia anunciou, ontem, uma série de medidas que visam a redução de custos do Estado e que reafirmam o compromisso da gestão do PSDB de Minas com a eficiência da administração pública e com a qualidade dos serviços oferecidos pelo Estado à população.

São decisões que revelam coragem, responsabilidade e sensibilidade. Nos últimos 10 anos, Minas Gerais avançou muito e temos, hoje, segundo índices do governo federal, o melhor sistema de saúde pública da região Sudeste e a melhor educação básica do país. Ainda assim, há muito o fazer para a constante melhoria da qualidade de vida dos mineiros.

Fonte: Site do PSDB

Crítica de Dilma “esquece” investimento zero do PT no metrô e trens de São Paulo

Em visita a São Paulo nessa quarta-feira (1), a presidente Dilma Rousseff mais uma vez deixou de lado seu papel de Chefe de Estado para vestir a roupa da candidata petista à reeleição. Usando de ilações, Dilma criticou o sistema de transporte sobre trilhos dos paulistas. Para a candidata, São Paulo é “a maior cidade do mundo com o menor sistema de transporte metroviário do mundo”.

“A presidente mostrou total desconhecimento do sistema de transporte metroviário e ferroviário, de São Paulo e mundial. E, como sempre, usa de frases de efeito para garantir o noticiário sem qualquer compromisso com a verdade ou com a sua responsabilidade enquanto presidente, que é ajudar o Governo de São Paulo a ampliar ainda mais a rede de trens e metrôs na capital e na região metropolitana”, afirmou o presidente do PSDB-SP, deputado Duarte Nogueira.

Em quase 11 anos de governo, os presidentes petistas Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não repassaram nem um só centavo a São Paulo para investimentos no sistema de transporte sobre trilhos. A “ajuda” que a presidente diz dar ao Estado foi concedida por meio de empréstimos, que serão pagos, centavo a centavo, com os recursos arrecadados pelos paulistas.

O Brasil é o único país no mundo em que o Governo Federal não participa diretamente da construção de Metrô em suas metrópoles. Estados Unidos e Inglaterra, que possuem grandes extensões de metrô em grandes cidades, e México e Chile, na América Latina, têm sua malha ferroviária custeada, totalmente ou em parte, pelo governo federal.

O sistema de transporte sobre trilhos de São Paulo é responsável pelo transporte de 80% dos brasileiros que usam trens para se locomover no país, transportando diariamente 7,3 milhões de pessoas.

Leia matéria completa no Diário Tucano

ITV: Com suas idas e vindas, fazendo e depois desfazendo, governo Dilma perde tempo precioso

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No auge dos protestos de junho, Dilma Rousseff anunciou cinco “pactos” voltados a responder aos clamores das ruas. “Passados menos de dois meses, nenhuma de suas propostas parou de pé. Pelo jeito, o que a presidente promete não se escreve: a cada decisão de seu governo corresponde um recuo”, critica a Carta de Formulação e Mobilização Política desta quinta-feira (1). Ontem foi a vez de cair por terra a proposta de ampliar o período de graduação em Medicina e de forçar os estudantes da área a atuar por dois anos no SUS. Leia abaixo a íntegra do documento. Continuar lendo

PT terá de encarar a privatização e a cobrança de pedágio

Mais uma vez a máscara populista do PT vai caindo. Depois de tanto anos demonizando e fazendo discursos inflamados contra as privatizações, o PT se rende ao modelo adotado há décadas em todo o mundo para conceder as rodovias brasileiras à iniciativa privada.

Os petistas ficarão ainda mais sem argumentos quando tiverem de admitir a cobrança de pedágio em razão da concessão da prestação do serviço público.

E agora PT? O que os petistas dirão aos manifestantes que forem às ruas e estradas protestar contra o valor dos pedágios?

Esta semana, o Tribunal de Contas da União aprovou a privatização das BRs 262 e 050, em Minas. Os mineiros ainda aguardam as obras das BRs 381, 040 e 116. Na BR-262, a previsão é que a tarifa do pedágio chegue a R$ 7,82. Uma viagem de Belo Horizonte a Vitória pode custar ao motorista R$ 31,28. Veja mais detalhes na reportagem do jornal “O Tempo“.

Pedágio na BR–262 vai custar até R$ 7,82 com privatização

Motorista gastará até R$ 31,28 no trecho entre João Monlevade e o litoral do Espírito Santo

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Luz verde para o início das privatização das rodovias BR–050 e BR–262. O processo de licitação foi aprovado sem ressalvas pelos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, ontem à tarde. Nas duas rodovias, o vencedor das licitações terá que construir pelo menos 10% da obra de duplicação, antes de começar a cobrar os pedágios. O modelo seguido, previsto para acontecer na segunda quinzena de setembro, será o de leilão público, considerado o vencedor aquele que cobrar os menores valores para os pedágios.

As duas estradas são manchetes frequentes nos jornais do país. A BR–262, que liga Minas Gerais ao Espírito Santo, é considerada uma das mais perigosas do país. Só no primeiro semestre deste ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 226 acidentes, com sete mortos e 139 feridos. Na BR–050, o perigo fica nas proximidades de Uberlândia. No trecho conhecido como curva do Parque Sabiá foram registrados 38 colisões e 17 feridos, apenas nos primeiros cinco meses do ano. Esses números eram mais altos quando a pista que ligava Uberaba a Uberlândia era simples.

Diálogo. A aprovação pelo TCU foi considerada uma referência de diálogo entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e os ministros do tribunal, que já haviam reprovado o processo de licitação das duas rodovias anteriormente. Segundo declaração do ministro-relator em substituição, Augusto Sherman Cavalcanti, “a melhoria notada pela auditoria nos estudos de viabilidade técnica e das soluções de engenharia adotadas nos projetos foi resultado de um amplo debate entre a ANTT e o TCU”.

O objetivo das atuais concessões é a duplicação total dos trechos leiloados até o quinto ano do contrato. E 10% das obras devem estar prontas antes de início da cobrança de pedágio: 19 meses após a privatização. Em etapas anteriores do programa, houve grandes deságios da tarifa básica de pedágio na fase de licitação, proporcionados pelos ajustes propostos pelo TCU e pela competitividade dos leilões.

Na BR–262, o leilão ocorrerá entre as cidades de João Monlevade (MG) e Viana (ES), num total de 376,9 quilômetros. O prazo para a concessão é de 25 anos, renováveis por mais 25 anos em caso de necessidade pública. Haverá quatro postos de pedágio.

Na BR–050, que liga a divisa de Minas com São Paulo à Cristalina (GO), passando por Uberaba e Uberlândia, o prazo de concessão também é de 25 anos, renováveis pelo mesmo período. Serão seis praças de pedágio. Nas duas rodovias são prioridades iniciais a melhoria dos acostamentos e o fim dos buracos no asfalto. Na estrada, também haverá suportes para motoristas, tanto para a parte mecênica como para o socorro em acidentes.

Anastasia ressalta importância do Caderno de Indicadores para o planejamento da gestão em Minas

Palavra do Governador

Dizia o filósofo Sêneca que “quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável”. Para conquistar um objetivo, é preciso saber onde se quer chegar e, principalmente, onde se está e que caminho já se percorreu. É pensando dessa forma que, em mais uma ação pioneira, o Governo de Minas lança a quinta edição do Caderno de Indicadores, elaborado sob a coordenação do Escritório de Prioridades Estratégicas. Esse é o tema que o governador Antonio Anastasia trata no programa Palavra do Governador desta semana.

“Esta é uma iniciativa do Governo de Minas baseada, em grande parte, no êxito da nossa experiência de planejamento. Durante muitos anos, acompanhamos a necessidade de aprimorarmos a gestão pública em Minas e no Brasil. Para isso, precisamos ter números, indicadores, metas, resultados que serão estimados para alcançar. E assim, realizamos um planejamento muito sólido com a sociedade civil. Esse planejamento apresentou bons frutos. E é claro que nós temos de apresentar à sociedade mineira o que aconteceu durante esse período”, explica o governador.

O Caderno de Indicadores 2013 é um documento completo que aglutina, com transparência, em um único local, os resultados alcançados por Minas nos últimos anos. Por meio dele, a população pode acompanhar as áreas em que o Estado tem avançado e aquelas que ainda permanecem como desafio e, a partir daí, cobrar uma ação mais efetiva dos governos em cada setor. Por meio da publicação, o próprio governo pode apontar que áreas precisam de mais investimentos ou de uma atenção mais específica.

“Nos últimos cinco anos, anualmente, o Governo de Minas edita, de maneira pioneira no Brasil, o chamado Caderno de Indicadores, que é um grande raio-X, um amplo diagnóstico, sobre tudo o que ocorre em relação aos programas e projetos desenvolvidos pelo Estado. Lá estão os números da educação, da segurança pública, da saúde, da infraestrutura, da agricultura, da área econômica e outras, mostrando o que nós alcançamos, como alcançamos, as áreas que estão bem, as áreas que ainda estão regulares e as que merecem uma atenção especial. Então é um grande diagnóstico da ação do Governo, mas com base em estatísticas e dados numéricos que demonstram o estágio que alcançamos e o que conseguimos desenvolver em Minas Gerais”, afirma.

Quanto mais transparente é um governo, mais democrático ele tende a ser. Por isso, o Caderno de Indicadores se une a uma série de ações que o governo mineiro tem realizado nos últimos anos para fornecer à sociedade informações para um exercício pleno da cidadania.

“O nosso grande objetivo é a apresentação desse conteúdo de indicadores através do portal Minas em Números. O que eu poderia destacar, como maior novidade, é esse esforço imenso que estamos realizando em Minas para dar transparência e conhecimento às pessoas daquilo que o Governo realiza e, mais do que isso, daquilo que Minas Gerais tem, quais são as nossas potencialidades, quais são as nossas riquezas, onde estão os nossos pontos fortes a ser explorados – até para trazermos mais empresas, empregos e desenvolvimento para o estado. Os indicadores, portanto, são muito positivos nesses aspectos. E o portal Minas em Números permite que aquele usuário que acessa o site tenha acesso também a outras informações”, explica Anastasia.


IFrame

O portal Minas em Números, plataforma eletrônica mantida pelo Escritório de Prioridades Estratégicas, pode ser acessado por meio do site http://www.numeros.mg.gov.br. Lá está disponível a edição 2013 do Caderno de Indicadores e as suas versões anteriores, além de informações diversas sobre o Estado, com gráficos e mapas, links diretos para o Portal da Transparência, da Ouvidoria Geral do Estado e da Agência Minas, dentre outros.

O Palavra do Governador pode ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto, áudio e vídeo (em qualidade HD).

Fonte: Agência Minas

Liberação bilionária de emendas será insuficiente para acalmar base aliada, avalia vice-líder tucano

Autorizada pela presidente Dilma Rousseff com o objetivo de acalmar a base aliada, a liberação bilionária de emendas parlamentares não surtirá efeito. Essa é a avaliação do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), vice-líder do PSDB na Câmara. A petista determinou nessa terça-feira (31) que os ministérios autorizem um total de R$ 6 bilhões em emendas até o fim do ano. Os recursos seriam divididos em três lotes numa tentativa de impedir uma nova rebelião no Congresso durante a votação de matérias polêmicas a partir da próxima semana, quando as votações serão retomadas. Para o tucano, o Planalto recorre ao “toma lá, dá cá”, o que fragiliza as relações entre Legislativo e Executivo.

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