Com dez anos de atraso, Governo Federal avança na privatização das estradas em Minas

Aeroportos, estradas… o Governo Federal do PT pode até fingir ser contra, mas continua apostando nas privatizações para tentar solucionar alguns dos vários gargalos de infraestrutura do país. Depois de passar anos criticando e negando este modelo de gestão, o PT está sendo obrigado a reconhecer a eficiência da parceria com a iniciativa privada para garantir investimentos, principalmente para as rodovias federais.

Em dois anos de governo Dilma a lista das privatizações não para de crescer. O jornal Folha de S.Paulo divulgou que o Tribunal de Contas da União(TCU) já marcou para a próxima quarta-feira (31/07/2013) a votação da análise dos Estudos de Viabilidade das duas primeiras rodovias que vão a leilão no Programa de Investimento em Logística do Governo Federal, a BR-050 (Goiás a Minas Gerais) e a BR-262 (Minas ao Espírito Santo).

Para o vice-líder do Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Rômulo Viegas (PSDB), o PT tenta negar, mas sabe que a privatização é capaz de trazer mais desenvolvimento econômico ao país e assegurar investimentos que muitas vezes o governo não consegue fazer. “Estamos muitos satisfeitos. Até que enfim a presidente Dilma resolveu adotar o modelo que eles tanto repudiaram, que é modelo de privatizações, concessões ou seja lá o nome que eles queriam dar”, afirmou Viegas.

Fonte: Minas Transparente

Governo Dilma pede ao FMI para maquiar contas do Brasil

Depois de já ter feito uso do artifício da “contabilidade criativa”  para fechar as contas públicas e aumentar o superávit primário – a economia que faz para o pagamento da dívida, o governo do PT aparece com mais uma. Desta vez, quer que o FMI mude a forma de cálculo da dívida bruta do país, com o objetivo de dar a impressão que o país deve menos, como mostra jornal O Globo.

O mesmo governo petista que reluta a renegociar com os estados a dívida que impede o crescimento regional, quer que a instituição financeira internacional mude a metodologia, pois  afirma que a forma atual infla o indicador. Leia mais no jornal Hoje em Dia

O governo do PT vem sendo criticado por gastar demais. Analistas econômicos temem que, se não tiver uma política econômica mais austera, o país perderá credibilidade internacional e a situação poderá se agravar ainda mais.

Mantega pede ao FMI novo cálculo da dívida

O Brasil vem elevando seu estoque e hoje, pelo critério do FMI, é a economia emergente em pior situação. Os dados do Fundo apontam que, no Brasil, a dívida bruta fechou 2012 em 68,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Na Índia, o estoque é de 66,8%, na China, de 22,8%, e na Rússia, de 10,9%. No entanto, pela metodologia usada pelo governo para calcular o número, a dívida está num patamar bem menor: em 58,7% do PIB no ano passado e agora em 59,6%.

Leia mais em O Globo

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Economista diz que incompetência e ideologia do governo atrasam crescimento do Brasil

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o economista José Alexandre Scheinkman, da Universidade de Princeton (EUA), afirma que a economia brasileira deixa de avançar, entre outros fatores, por causa da incompetência e da ideologia do governo federal. De viagem marcada para participar de um evento no País esta semana, Scheinkman cita como entraves ao desenvolvimento o excesso de intervencionismo, a ausência de reformas estruturantes e baixos investimentos em educação e saúde.

Leia aqui a entrevista de José Alexandre Scheinkman à Folha.

Brasil cai no ranking de bem estar social

O Brasil caiu em indicadores como saúde, educação e renda, mesmo sendo a sétima economia do mundo. A conclusão faz parte do estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) com base em dados da ONU. Como economia fraca, desindustrialização e poucos avanços sociais, o Brasil figura atrás de países como Arábia Saudita e Turquia como mostra reportagem do jornal Hoje em Dia.

Não é a toa que a população indefesa tem ido para as ruas protestar contra as péssimas condições dos serviços de saúde e educação, a inflação e alta dos preços dos produtos nos supermercados. O estudo revela que nem mesmo o programa de transferência de renda Bolsa Família tem colaborado para diminuir a pobreza no país.

 

 

Para Azeredo, Dilma ignora problemas de gestão e admite influência excessiva de Lula em seu governo

O deputado Eduardo Azeredo (MG) criticou nesta segunda-feira (29) o teor da entrevista da presidente Dilma Rousseff publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” no fim de semana. Ao declarar que Lula não vai voltar porque ele nunca saiu do governo, a presidente admite que age o tempo todo à sombra do petista. O tucano lembra que a presidente não chegou ao Planalto por conta das suas propostas, mas graças ao ex-presidente, que moveu mundos e fundos para eleger a sua sucessora.

Na avaliação do parlamentar, a petista deixou claro que o seu governo é uma continuidade da bagunça deixada pelo seu antecessor. Além disso, também reconheceu que age o tempo todo sob a forte influência de seu padrinho político. São contantes encontros entre os dois, em especial para tratar dos reiterados problemas envolvendo não apenas o governo, mas também o PT e os “aliados”. O semestre legislativo, por exemplo, chegou ao fim sem perspectiva de solução da crise envolvendo o PMDB a a gestão petista.

“Se Dilma assume que ele continua mandando, ela mesma está passando o ônus de um governo que descumpre o prometido. Além disso, faz com que o Brasil perca a confiança tão duramente conquistada com a estabilidade econômica. Portanto, a presidente está reconhecendo e querendo passar a culpa dos seus problemas para o ex-presidente Lula”, avaliou Azeredo, ex-senador e ex-governador de Minas Gerais.

Durante a entrevista, a presidente reafirmou que não cortará o número de ministérios – atualmente são 39 em funcionamento, um recorde na história brasileira. Para o deputado, ela continua insistindo no erro. “Todos reconhecem e o próprio PMDB defendeu a diminuição da quantidade de ministérios, mas a presidente faz ouvido de mercador, finge não ouvir as vozes das ruas e nem os consideram 39 ministérios um absurdo”, ressaltou, ao lembrar a inexistência de tantas pastas em qualquer democracia mundial.

Alheia à realidade, Dilma negou ainda dificuldades econômicas apontadas inclusive por parlamentares de sua base e pelo próprio Lula, e garantiu que o governo cumprirá a meta de inflação. Para Azeredo, a cada manifestação pública mais fica claro que a presidente está vivendo em um país diferente do Brasil real.

“Estamos vendo a inflação crescer e a manutenção de uma infraestrutura precária, mas ela insiste em dizer que está tudo muito bem. Dilma repete o que fez nos movimentos de junho, quando foi para a TV com soluções estapafúrdias como a realização de um plebiscito”, apontou.

Por fim, Azeredo foi enfático: “o que a presidente precisa fazer agora é ouvir e ter humildade. Deveria aproveitar os ensinamentos do Papa Francisco de ser humilde e reconhecer que seu governo tem muito ministério, é indeciso e não está fazendo o bem para o Brasil.”

Petista zomba da inteligência dos brasileiros – Em sua página no Facebook, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou a “obsessão” de Dilma pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, citado pela petista na entrevista, e considerou que Dilma anunciou ao país que “o governo não fará nenhum esforço no sentido de diminuir sua estrutura e, com isso, reduzir o seu custeio”. A petista atacou a gestão de Fernando Henrique no que diz respeito ao controle à inflação fazendo comparações de contextos econômicos totalmente diferentes.

“Ao insistir em comparar o seu governo com a gestão do ex-presidente, a presidente Dilma zomba da inteligência dos brasileiros ao tratar apenas de números absolutos, ignorando as gigantescas diferenças entre as conjunturas das duas épocas”, defendeu Aécio. “O sentimento que fica ao final da entrevista é o de um governo incapaz de novas iniciativas, refém das circunstâncias que o cercam. Enfim, uma gestão que chegou ao seu final de forma extremamente prematura.”

À “Folha.com”, o ex-vice-governador de São Paulo e ex-líder do PSDB na Câmara Alberto Goldman foi taxativo: “Lula nunca saiu, e Dilma nunca entrou.” Para o tucano, a petista se “autofirma como um pequeno joguete” ao reconhecer tamanha influência de seu mentor político no seu governo.

Do Portal do PSDB na Câmara

Governo Dilma continua ignorando reivindicações de Minas

As demandas dos mineiros continuam só mesmo nas promessas da presidente Dilma. Em maio, a bancada de Minas Gerais na Câmara dos Deputados apresentou um conjunto de ações prioritárias para o desenvolvimento do Estado, mas não foram para frente pelo descaso do governo da presidente mineira do PT.

Entre os temas estão a renegociação das dívidas de estados e municípios, as novas regras para os fundos de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM), o novo marco regulatório da mineração, distribuição dos royalties do petróleo, a instalação do Tribunal Regional Federal, como mostra o jornalEstado de Minas.

Os mineiros também aguardam a definição sobre a duplicação das estradas federais que cortam o Estado, entre elas estão a BR-381, a Rodovia da Morte, além da BR-040, BR-262 e BR-116. Leia reportagem do jornal Estado de Minas Mais um atraso ronda a BR-381.

Bancada mineira na Câmara tem pendências para resolver até o fim do ano

 

No início de 2013, a bancada mineira na Câmara elaborou uma lista de propostas consideradas prioritárias para o estado. Até agora, no entanto, por diferentes motivos, quase nada vingou

Publicado em 29-07-13

A bancada mineira na Câmara dos Deputados retomará os trabalhos nesta semana com uma lista de propostas que não foram para frente durante o primeiro semestre. Seja por dificuldades na construção de maioria no Parlamento ou por divergências com outros poderes, as principais reivindicações apresentadas pelos representantes mineiros no início do ano continuam pendentes. Entre os temas estão projetos que geram impasses com o Executivo, como a renegociação das dívidas de estados e municípios e as novas regras para os fundos de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM). O novo marco regulatório da mineração, que tramitará em uma comissão que tem grande participação de deputados mineiros, também dependerá dos parlamentares para sair do papel.

Leia também: Mais um atraso ronda as obras de duplicação da BR-381

Em janeiro, a bancada entregou ao então candidato à Presidência da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), uma lista com cinco tópicos considerados fundamentais para o estado. Em troca do apoio do parlamentar na disputa pela principal cadeira da Casa, os deputados mineiros cobraram uma atenção maior aos temas que podem aumentar as receitas de Minas nos próximos anos. Alguns chegaram até a ser aprovados no Congresso, como foi o caso das novas regras de distribuição dos royalties do petróleo e a instalação dos novos tribunais regionais federais (TRF), um deles em Belo Horizonte, mas acabaram barrados no Judiciário.

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