Confira repercussão do senador Aécio Neves sobre declarações da presidente Dilma Rousseff

“O Brasil não precisa de ufanismo nem de avaliações distantes da realidade neste momento ruim da economia. Até porque essa postura compromete o diagnóstico dos problemas que o país precisa enfrentar. O momento atual é resultado de muito esforço do governo da presidente Dilma e de seu antecessor para desmontar os pilares macroeconômicos que receberam do presidente FHC.

É preocupante abrir os jornais hoje e ler que os fundos de investimento no Brasil, que têm apresentado maior retorno para os seus investidores, são aqueles que reduziram as aplicações em empresas brasileiras e apostaram em empresas americanas. O Brasil é um país com um potencial elevado de crescimento econômico, desde que o governo não atrapalhe, como tem feito, ao ser leniente no combate à inflação ao mesmo tempo em que promove o crescimento excessivo do gasto público.

As expectativas em relação ao país vêm piorando não por culpa da oposição, dos empresários nem tão pouco dos analistas de mercado, e sim em decorrência de erros do próprio governo. Os dados oficiais divulgados pelo IBGE mostram claramente a escalada da inflação no Brasil. O teto da meta só não foi ultrapassado ano passado e poderá não ultrapassar os 6,5% este ano porque o governo fez várias desonerações de emergência, que, se por um lado seguraram a inflação, por outro, reduziram ainda mais o superávit primário.

O governo federal precisa, com rapidez e responsabilidade, criar condições objetivas de menor crescimento do gasto público e aumento do investimento público e privado. De janeiro a maio deste ano, o gasto não financeiro do governo federal cresceu R$ 40 bilhões. Enquanto o investimento público ficou praticamente estagnado.

Todos nós queremos que as taxas de juros sejam menores e que o país supere o ambiente de desconfiança e pessimismo, mas, para que isso ocorra de forma sustentável, é preciso antes que o governo faça sua parte”.

Senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB

PSDB Mulher discute nova agenda para encontros regionais

Foto George Gianni
Foto George Gianni

Em reunião da Executiva nesta quarta-feira (17), em Brasília, o Secretariado Nacional do PSDB Mulher fez um balanço das reuniões realizadas com coordenadoras do segmento nas capitais. O objetivo é reestruturar os Secretariados Estaduais, oficializando o PSDB Mulher nessas regiões.

“De uma maneira geral, todas as visitas foram consideradas muito satisfatórias”, disse a presidente do Secretariado Nacional, Solange Bentes Jurema. “Nós enfatizamos o que já era nosso pensamento: a importância da direção nacional estar nos estados. Esse contato corpo a corpo dá motivação às mulheres, faz com que elas saiam dali reabastecidas para o embate político”, afirmou.

Minas Gerais foi representada pela presidente do PSDB Mulher-MG, Lenita Noman.

Também foi discutida a reprogramação dos encontros regionais que irão abordar os desafios da representação política feminina no país e o fortalecimento do segmento, postergados por conta das manifestações populares no mês de junho.

Presente à reunião, a presidente de honra do PSDB Mulher, Yeda Crusius, acrescentou que a troca de informações entre o Secretariado Nacional e os estados é importante para a construção de uma agenda pós-manifestos.

“Essa força viva que a gente tem no relato das representantes dos estados vai agora se materializar em uma proposta, que os estados vão receber de volta para incluir naquela agenda anterior ao mês de junho, quando as mobilizações demonstraram que o que tem sido feito até o momento é muito pouco”, avaliou.

Reforma política

Durante o encontro, também foram debatidas as seis propostas para a reforma política apresentadas pelo PSDB.

“É impossível falar de reforma política sem falar daquilo que é a demanda da sociedade: voto obrigatório ou não, cláusula de desempenho, parlamentarismo ou presidencialismo, uma série de itens que a voz das ruas, como já se convencionou, está pedindo”, acredita Yeda.

“Foi apresentada a reforma política em si: o que significa voto distrital e cada um desses temas. Chegamos à conclusão que devemos mexer na nossa programação, nesses encontros que nós estamos fazendo, para que este tema, a partir de agora, entre em debate. É importante que as mulheres possam entender o que é essa reforma, já que muitos desses temas não são de fácil entendimento. É preciso que eles sejam traduzidos de uma maneira mais popular”, completou Solange.

Fonte: Site PSDB

Eduardo Azeredo critica omissão do Planalto com a segurança digital do país

Dep.Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Dep.Eduardo Azeredo (PSDB-MG)

Da tribuna nesta quarta-feira (17), o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) abordou a importância da segurança digital no Brasil e criticou a omissão do governo federal em relação ao tema. Reportagem do jornal “O Globo” no início do mês mostrou que, na última década, brasileiros se tornaram alvos de espionagem dos EUA. Não há números precisos, mas em janeiro passado o Brasil ficou pouco atrás dos norte-americanos, que tiveram 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens espionados.

O tucano classificou a prática de inaceitável e lembrou que a ação de espionagem realizada em vários outros países não é só em questão de internet, mas também em ligações telefônicas.

“É inadmissível que o Brasil não tenha até hoje adotado práticas de combate a esse tipo de delito, os chamados crimes cibernéticos. As ações de espionagem evidenciam, para além de qualquer interferência inaceitável, que o ciberespaço brasileiro não tem qualquer tipo de segurança, que está totalmente vulnerável a invasões”, alertou Azeredo durante o discurso. Continuar lendo

Eduardo Barbosa apresenta projeto que muda critério para concessão de benefício

Dep.Eduardo Barbosa (PSDB-MG). Foto Ag.Câmara
Dep.Eduardo Barbosa (PSDB-MG). Foto Ag.Câmara

O Deputado Federal Eduardo Barbosa (PSDB-MG) apresentou Projeto de Lei (PL 5933/2013) para prever que, na concessão do Benefício de Prestação Continuada – BPC, a renda familiar mensal seja considerada como um limite mínimo, sendo possível a utilização de outros elementos para comprovar a condição de miserabilidade do grupo familiar. O BPC é um benefício da assistência social, pago pelo Governo Federal, que permite o acesso de pessoas com deficiência e idosos às condições mínimas de uma vida digna e corresponde ao valor de um salário mínimo.

Pelas regras atuais, para ter direito ao BPC, as pessoas com deficiência e os idosos precisam comprovar renda mensal familiar per capita de até 1/4 do salário mínimo. Mas, segundo Eduardo Barbosa, o estabelecimento de um corte de renda tão restritivo impossibilita que muitos idosos e pessoas com deficiência carentes tenham acesso ao beneficio, garantido pela Constituição Federal.
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Lula esquece mensalão e atribui manifestações populares ao “sucesso” da gestão petista

lulaO líder da Minoria na Câmara dos Deputados, Nilson Leitão (PSDB-MT), avaliou as declarações do ex-presidente Lula sobre os protestos ocorridos no país desde junho como irresponsáveis e sem correspondência com a realidade. Em artigo divulgado pelo jornal americano “The New York Times”, o petista atribuiu as manifestações ao “sucesso econômico, político e social” de seu governo.

O parlamentar do PSDB afirma que a avaliação do ex-presidente é, no mínimo, incoerente, já que não existe protesto por algo que está bom.  “Ele é irresponsável ao falar isso. Achar que não é uma insatisfação ou indignação da sociedade em relação ao modelo político do Brasil. Ele faz um grande desserviço quando se pronuncia mais uma vez querendo tapar o sol com peneira”, critica.

Lula sugere que a onda de protestos seja resultado do que chamou de “sucesso econômico, político e social” da gestão petista. Segundo ele, há mais jovens nas universidades, famílias pobres compraram carro e passaram a viajar de avião e o brasileiro, tomado por uma sensação de incômoda felicidade, foi às ruas para pedir mais. O ex-presidente vai contra os especialistas, que enxergam nas ruas uma rejeição à política. Continuar lendo

Leia “Mais política, menos propaganda”, por Danilo de Castro

Artigo do secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro

A governabilidade do PT há tempos está colocada em xeque. Essa crise em curso é formada por diversos episódios políticos. No coração do governo federal, ainda no governo Lula, a sociedade brasileira deparou-se com o escândalo de corrupção, depois, já no governo Dilma, assistiu à queda sucessiva de ministros iniciada em junho de 2011.

Agora, sob a ressaca das cascatas de manifestações, o governo petista atinge seu ponto crítico no que tange à governança: pactos frágeis, racha da base aliada no Congresso, economia de mal a pior e articulações caducantes. Continuar lendo

“O PSDB não foge à luta”, por Thelma de Oliveira

Thelma de Oliveira é vice-presidente do PSDB Mulher

logoO PSDB surgiu das ruas, surgiu no Parlamento, na Constituinte de 88, como uma nova força política que queria acabar com antigas e velhas práticas político-partidárias ainda existentes no reinício da redemocratização do Brasil.

Passados 25 anos, conquistamos muito para o país, para a boa pratica política e administrativa, combatemos a corrupção, modernizamos o Estado brasileiro, estabilizamos a economia e não nos furtamos – no governo ou na oposição – a enfrentar os graves problemas nacionais.
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