Bolsa Família: PSDB cobra novos esclarecimentos do governo

destaque_nota-300x200O PSDB decidiu apresentar requerimento de convocação da ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, para que ela ajude a esclarecer de uma vez por todas a contradição entre as versões do Ministério do Desenvolvimento Social e da Caixa Econômica Federal sobre a antecipação do pagamento do Bolsa Família, que gerou grande tumulto em todo o país.

Esperamos também que seja marcada logo a audiência com o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, cujo convite já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização e Controle do Senado.

Nesta terça-feira, Jorge Hereda foi desmentido mais uma vez pelo jornal Folha de São Paulo, com a reportagem “Caixa antecipou pagamento do Bolsa Família sem licença”, contrariando uma portaria do Ministério do Desenvolvimento Social que só autoriza esse tipo de antecipação mediante o seu aval.

No fim de maio, o presidente da Caixa havia declarado à imprensa que o Ministério do Desenvolvimento Social foi informado previamente da antecipação do pagamento dos benefícios.

Hereda só admitiu que a Caixa Econômica Federal havia antecipado o pagamento dos benefícios do Bolsa Família após ser desmascarado pela imprensa.

É preciso que a verdade venha à tona e que os responsáveis sejam penalizados.

Senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB

Aprovação do governo Dilma despenca 22,9 pontos em um mês, mostra nova pesquisa

A avaliação positiva do governo Dilma caiu 22,9 pontos entre junho e julho. O indicador recuou de 54,2% para 31,3%, de acordo com a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (16).

O levantamento constatou também que a avaliação negativa subiu de 9% para 29,5%.

A pesquisa identificou ainda que Dilma Rousseff tem a maior rejeição entre os pré-candidatos à presidência da República – 44,7% dos brasileiros, de acordo com o levantamento, não votariam na petista nas eleições presidenciais do ano que vem.

Segundo a pesquisa, houve diminuição da expectativa dos brasileiros quanto a melhorias em setores como emprego e aumento de renda. O levantamento constatou também que saúde, transporte público e gastos excessivos com a Copa do Mundo lideram a insatisfação dos cidadãos.

A pesquisa foi realizada entre 7 e 10 de julho, com 2.002 pessoas, em 134 municípios, nas cinco regiões do País. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Comemoração do Dia de Minas Gerais reforça os valores culturais e a história do Estado

Governador Antonio Anastasia presidiu a solenidade em Mariana, primeira cidade  e primeira capital mineira, fundada há 317 anos. Foto Gil Leonardi/Imprensa MG
Governador Anastasia presidiu a solenidade em Mariana, primeira cidade e primeira capital mineira, fundada há 317 anos. Foto Gil Leonardi

Uma viagem pela cultura e pela história mineira. Esse foi o clima que tomou conta de Mariana, na região Central, primeira cidade e primeira capital do Estado e que, nesta terça-feira (16/07), voltou a ser a capital simbólica dos mineiros durante a cerimônia do Dia de Minas. No evento, 40 pessoas foram agraciadas com a Medalha do Dia do Estado de Minas Gerais, comenda entregue à personalidades e instituições que contribuíram para o desenvolvimento do Estado.

Em seu discurso, o governador Antonio Anastasia homenageou a cultura literária mineira. O orador oficial da cerimônia, neste ano, foi o presidente da Academia Mineira de Letras, Olavo Celso Romano. “O momento atual por que passa o Brasil nos impõe séria reflexão sobre diversos aspectos da vida nacional. Nós, em Minas, não podemos deixar de fazer este registro e oferecer nossa contribuição ao debate deste singular instante de nossa história. Neste contexto, em ambiente da comemoração do dia de nosso Estado, dedicado a esta nossa primeira Vila e Capital, e dia de Nossa Senhora do Carmo, decidi aludir, em meu pronunciamento, àquele que é dos nossos maiores patrimônios: a cultura mineira”, afirmou Anastasia.

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Governo tenta empurrar goela abaixo programa para ampliar número de médicos no SUS, alerta ITV

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O programa criado pelo governo federal para ampliar o número de médicos no SUS nasceu como uma excrescência, na base do improviso e da arbitrariedade, avalia a Carta de Formulação e Mobilização Política desta terça-feira (16). “Aos poucos, porém, vai se mostrando coisa pior: uma violência imposta goela abaixo da classe médica. Nosso péssimo sistema de saúde está sendo tratado como caso de polícia, com o governo da presidente Dilma Rousseff transformando nossos médicos em monstros”, condena o documento editado pelo Instituto Teotônio Vilela. Leia abaixo a íntegra: Continuar lendo