Governador Anastasia recebe prefeitos da microrregião do Alto Paraopeba

Foto Wellington Pedro / Imprensa MG
Foto Wellington Pedro / Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia recebeu em audiência, nesta segunda-feira (15/07), no Palácio Tiradentes, 16 prefeitos que integram a Associação dos Municípios da Microrregião do Alto Paraopeba (Amalpa).

Acompanhados dos deputados estaduais Alencar da Silveira Júnior, Tiago Ulisses e os tucanos Bonifácio Mourão e Lafayette Andrada, os chefes dos executivos municipais apresentaram demandas em áreas como infraestrutura e saúde.

O prefeito de Mantena e presidente da Associação dos Municípios da Microrregião do Leste Minas (Assoleste), Wanderson Coelho, também participou do encontro.

Após acusações levianas contra a oposição, governo continua em silêncio sobre inquérito do Bolsa Família

Para Azeredo, a oposição questiona a politização feita pela ministra Maria do Rosário, querendo transferir uma culpa que é do próprio governo
Para Azeredo, a oposição questiona a politização feita pela ministra Mª do Rosário, querendo transferir uma culpa que é do próprio governo

Após a conclusão do inquérito da Polícia Federal que apurou a corrida às agências por conta de supostos boatos sobre o fim do Bolsa Família, a ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, se esquivou de comentar o ocorrido. Em maio, a titular acusou a oposição de espalhar a notícia. A investigação da PF, no entanto, concluiu que o boato teria sido espontâneo, não havendo como responsabilizar uma pessoa ou grupo. Os deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG) cobraram da ministra um pedido de desculpas por ter acusado a oposição de forma leviana.

Diante disso, líderes da oposição ingressarão com representação contra a ministra na Comissão de Ética Pública do Planalto. Como ficou clara a confusão da Caixa Econômica no caso, a oposição considera que Rosário deve se explicar. Continuar lendo

“A economia vai de mal a pior”, análise do Instituto Teotônio Vilela

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Entra mês, sai mês, as perspectivas para a economia brasileira só pioram. É frustração atrás de frustração, sem que a gestão da presidente Dilma Rousseff consiga sequer esboçar alguma reação à altura. Este é um governo que se especializou em prometer muito e fazer muito pouco.

Na sexta-feira, mais um indicador veio jogar água fria nas já congeladas expectativas quanto ao desempenho do PIB brasileiro neste ano. O Banco Central divulgou que a economia local recuou 1,4% em maio. Se o dado em si já é bem ruim, as circunstâncias o tornam pior ainda. Continuar lendo

Leia artigo “Nova agenda nacional”

Artigo do vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, publicado no jornal Estado de Minas – 14/07/13

Este artigo tem o propósito de manifestar à Presidenta da República, Dilma Rousseff, a confiança de que há meios e recursos para atender, em horizonte mais próximo de tempo, as grandes demandas populares que tomaram conta das ruas do país nas últimas semanas. Demandas estas que vão desde o combate à corrupção e o controle dos gastos públicos até reivindicações para a melhoria da mobilidade urbana e dos transportes públicos, da qualidade da educação e da saúde, além da garantia cidadã de segurança pública. Continuar lendo

Mercado reduz previsão de crescimento da economia pela 9ª vez seguida

Publicado no UOL Economia

Economistas de instituições financeiras elevaram sua projeção para a Selic em 2014, prevendo que o Banco Central seguirá com o aperto monetário no ano eleitoral, ao mesmo tempo em que mantiveram a perspectiva para a taxa básica de juros neste ano e reduziram as de inflação e crescimento.

Segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, os analistas consultados mantiveram a projeção de que a Selic encerrará este ano a 9,25% depois de o BC ter dado continuidade, na semana passada, ao ciclo de aperto monetário elevando a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, a 8,5%.

Para a reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, os analistas esperam nova alta de 0,5%, mantendo o ritmo de aperto monetário. Mas para o final de 2014 elevaram a perspectiva a 9,5%, ante 9,25% na pesquisa anterior.

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Despesa do governo supera inflação e passa de R$ 1 trilhão pela primeira vez

Matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo – 15/07/13

Evolução dos gastos mostra que governo terá dificuldade de fazer corte de até R$ 15 bilhões do Orçamento, cujo anúncio está previsto para esta semana

As despesas do governo apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2012. Os desembolsos romperam a barreira do trilhão, atingindo R$ 1,01 trilhão. É o que mostra levantamento realizado pela organização não-governamental Contas Abertas com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

A evolução das despesas mostra que o governo terá dificuldade em concretizar o corte de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, cujo anúncio é prometido para esta semana, da forma como foi encomendado. A ordem é preservar investimentos e programas sociais e apontar a tesoura para gastos de custeio da máquina pública. O que se vê na prática, é que os investimentos estão estagnados, enquanto as demais despesas sobem.

Os gastos com investimento somaram R$ 20,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 20,3 bilhões em igual período de 2012, um avanço de apenas 1% acima da inflação. Em comparação com 2010, o ano do “pibão” de 7,5%, os investimentos estão 12,7% menores, em termos reais. “É um desempenho pífio”, comentou o secretário-geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco.

Investimentos. Dos R$ 90,2 bilhões disponíveis para investir, apenas R$ 19 bilhões haviam cumprido, até junho, a primeira etapa do processo de gasto, o empenho, que consiste em reservar a verba para pagar um contrato específico. Apenas R$ 3,7 bilhões foram pagos, ou seja, foram desembolsados mediante a entrega de um bem ou serviço ao governo.

Porém, no período foram liberados outros R$ 16,8 bilhões para pagar investimentos contratados com verbas de orçamentos de anos anteriores – os chamados restos a pagar.

Objeto desconhecido

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Leia “Morte e ressurreição da reforma política”, por Marcus Pestana

Artigo do deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG, publicado no jornal O Tempo – 15/07/13

É preciso colocar alguns pingos nos is. Sob pena de não atendermos uns dos maiores clamores das ruas: menos mentira, mais verdade, menos cinismo e hipocrisia, mais autenticidade e coerência.

Há tempos a reforma política é apontada como uma necessidade para o aprimoramento da democracia brasileira. Nosso sistema não aproxima as pessoas da representação política, impõe campanhas caríssimas que abrem as portas para relações incestuosas entre financiadores e financiados, fragiliza os partidos, dificulta a governabilidade. Continuar lendo

Aécio Neves: Governabilidade

Artigo do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, publicado no jornal Folha de S.Paulo – 15/07/13

Por incrível que pareça, o maior problema que a presidente Dilma Rousseff enfrenta não está nas manifestações de rua, na queda da popularidade ou nas vaias em eventos. Quem se dedica à vida pública sabe que faz parte da democracia enfrentar adversidades como essas, por mais constrangedoras que sejam.

A grande dificuldade vem do seu próprio partido, o PT. Nunca antes na trajetória de um chefe de nação foi tão oportuno invocar a máxima segundo a qual quem tem determinado tipo de amigos, não precisa de inimigos. Continuar lendo

O governo na emergência

Matéria publicada na revista Veja

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Depois da Constituinte e do plebiscito, Dilma quer resolver o problema da saúde obrigando estudantes de medicina a trabalhar dois anos para o governo – mais uma proposta autoritária produzida pelo “pensamento mágico” e destinada ao fracasso.

A sabedoria política imorredoura informa que “quem monta no lombo do tigre acaba dentro da barriga do bicho”. Colocado de outra forma: “O governante que acha que pode controlar os fatos acaba controlado por eles”. As duas lições acima se aplicam com perfeição ao atual momento de Dilma Rousseff e seu governo. Desde que os brasileiros saíram às centenas de milhares às ruas nas grandes cidades, a presidente e seus oráculos estão dando demonstração atrás de demonstração de que não entenderam o recado das ruas. Estão imaginando que podem montar o tigre. Iludem-se com a fantasia de que podem controlar os fatos. As pesquisas já apontavam uma queda significativa da popularidade da presidente quando eclodiram as primeiras manifestações de rua que deixaram o governo em estado de animação suspensa. Era preciso reagir, dar uma resposta firme, mostrar que havia comando — e, principalmente, um comando sintonizado com a opinião pública. O governo optou pelo ilusionismo. Primeiro, anunciou que convocaria uma Assembleia Constituinte para realizar uma reforma política. A ideia, de tão autoritária e inconstitucional, não resistiu 24 horas. A fracassada Constituinte transmutou-se em uma proposta de plebiscito, que, por ser igualmente autoritária e inconstitucional, também teve vida curta. Continuar lendo