Anastasia define prioridades com delegados da Assembleia Popular Horizontal de BH em reunião

Foto Wellington Pedro / Imprensa MG
Foto Wellington Pedro / Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia e 15 delegados da Assembleia Popular Horizontal de Belo Horizonte chegaram a um acordo e definiram prioridades, contemplando várias das reivindicações apresentadas pelos representantes das recentes manifestações populares. O acordo foi feito após quatro horas de reunião, realizada nesta terça-feira (09), no Palácio da Liberdade.

“Os delegados da Assembleia Popular trouxeram muitos itens, são vários temas, e estabelecemos o princípio do diálogo, da conversação, da negociação de boa fé, com o objetivo naturalmente de avançarmos. Reconhecemos que é uma grande oportunidade de melhorarmos as questões das prestações de serviços públicos no Estado, sabendo que estamos diante de uma questão que hoje é nacional. Depois de uma reunião que foi longa, muitos assuntos foram debatidos, temas, volto a dizer, bastante complexos, chegamos a algumas conclusões”, afirmou Anastasia, durante entrevista. Continuar lendo

Deputados defendem proposta de reforma política apresentada em reunião da Executiva do PSDB

Foto Alexssandro Loyola
Foto Alexssandro Loyola

Após reunião da Executiva nacional do PSDB nesta terça-feira (9), o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves (MG), apresentou à imprensa o posicionamento da legenda em relação a uma possível reforma política. Deputados membros da Executiva participaram do encontro e defenderam os pontos apresentados.

Os tucanos compreendem que há uma necessidade de atender aos apelos da sociedade quanto à melhoria dos serviços públicos e de combate à corrupção. Essas são as principais frentes nas quais o Executivo e o Legislativo precisam atuar, nas palavras de Aécio. Além disso, o senador vê uma oportunidade de melhorar a legislação eleitoral, já que o tema voltou para a pauta nacional devido à insistência do Planalto, que viu no assunto uma forma de abafar os protestos Brasil a fora.

Na proposta defendida pelo PSDB, a ideia de plebiscito ou mesmo de constituinte exclusiva levantada pela presidente Dilma está fora de cogitação. Os tucanos querem votar mudanças na legislação e só então coloca-las em análise popular por meio de um referendo.

Leia matéria completa no Diário Tucano

Fim do voto secreto é aprovado pela ALMG e se torna medida pioneira entre os parlamentos do Brasil

Minas Gerais dá mais um importante passo no caminho da transparência. Foi aprovado, nesta terça-feira (09/07), o fim do voto secreto na Assembleia Legislativa do Estado. Os deputados decidiram, por unanimidade, que todo voto individual registrado no Plenário da Casa deverá se tornar público. Essa atitude, conforme afirmou o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), é pioneira entre todos os parlamentos no Brasil.

O voto secreto não será mais utilizado nem para a eleição da Mesa Diretora da Assembleia. Além disso, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/11 também determina que as votações sobre as principais proposições que tramitam na Casa sejam feitas com voto nominal (individualmente por cada deputado e registrado em painel eletrônico).

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PSDB define seis prioridades para a reforma política

O senador Aécio Neves entre os líderes do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, e no Senado, Aloysio Nunes, durante reunião da Executiva Nacional, em Brasília. Foto George Gianni
O senador Aécio Neves entre os líderes do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, e no Senado, Aloysio Nunes, durante reunião da Executiva Nacional. Foto George Gianni

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), divulgou nesta terça-feira (9) as seis propostas que o partido defenderá na reforma política. Entre as prioridades definidas pela Executiva Nacional está a defesa do fim da reeleição e mandato de cinco anos para cargos eletivos.

As novas regras, segundo Aécio, não seriam aplicadas na eleição de 2014, em razão do princípio da anualidade. A expectativa é de que as mudanças só sejam aplicadas a partir de 2018, caso sejam aprovadas pelo Congresso Nacional e referendadas pela população.

Para Aécio, o governo da presidente Dilma Rousseff desmoralizou o instituto da reeleição quando deixou de governar para fazer campanha antecipada. “O PSDB está apresentando um conjunto de propostas que, nós queremos, sejam debatidas e votadas no Congresso e depois submetidas a um referendo por parte da população”, ressaltou.

Durante entrevista coletiva nesta terça-feira, o presidente do PSDB também comentou as propostas apresentadas pela presidente Dilma para a Saúde e criticou a gestão temerária no BNDES.

Assista à entrevista coletiva

Governo federal privilegia o marketing em detrimento de soluções na saúde, diz Aécio

O senador Aécio Neves falou à imprensa depois de presidir a reunião da Executiva Nacional do PSDB. Foto George Gianni
O senador Aécio Neves falou à imprensa depois de presidir a reunião da Executiva Nacional do PSDB. Foto George Gianni

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (9) na sede do partido, em Brasília, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou a falta de apoio do governo federal à medida de iniciativa popular, apoiada pelo PSDB, que determina a aplicação de 10% das receitas correntes brutas da União na saúde.

Para ele, o governo “privilegia o marketing em detrimento de soluções objetivas”.

“Essa sim é uma urgência. É dessa forma, aplicando adequadamente recursos na saúde e com gestão eficiente, que nós vamos ao núcleo da questão. Não é com medidas marqueteiras e paliativas”, disse.

O senador destacou a diminuição da participação da União no financiamento do setor: de 56%, em 2001, para 45% no ano passado, queda de 11%.

“O governo do PT jamais tratou saúde pública como prioridade. Entre 2005 e 2012, foram mais de R$ 32 bilhões não aplicados em saúde, aprovados no orçamento da União. Por quê? Porque não tem capacidade de gestão. Há um distanciamento enorme entre aquilo que o governo federal propõe, e aquilo que o governo federal entrega”, avaliou.

Mais médicos

Aécio comentou também sobre o programa “Mais Médicos”, apresentado nesta segunda (8) pelo governo federal, que prevê a contratação de mais profissionais para atendimento em áreas carentes, inclusive estrangeiros, além do acréscimo de dois anos à formação em medicina, que deverão ser dedicados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“Não me oponho que aqueles que se formam em uma universidade pública prestem uma contrapartida à população. Mas fazer isso sem uma discussão, sem ouvir com calma, com cautela, a comunidade médica, é uma violência que tem que ser repudiada”, considera.

O tucano disse ainda que o problema principal não é a contratação de médicos estrangeiros, mas sim a dispensa de aprovação no Revalida, exame de revalidação de diploma dos profissionais que se formaram fora do Brasil.

“É fundamental que se respeite o Revalida. Nós não podemos tratar a população dessas comunidades como cobaia, com médicos que não se sabe que nível de formação tiveram. Essa preferência pelo marketing, essa forma permanente de tentar criar sempre um fato novo, sem se preocupar em tentar resolver os problemas centrais, sem dar respostas a eles, é que tem levado o governo a esse descrédito”, completou.

Confira os principais trechos do pronunciamento de Aécio Neves sobre saúde: Continuar lendo

“Por que Dilma não oferece mais saúde?”, questiona ITV ao apontar descumprimento de promessas

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Não há quem seja contra colocar mais médicos à disposição da população. O problema é que muito do que a presidente da República agora promete não vem sendo feito nestes últimos anos, lembra a Carta de Formulação e Mobilização Política desta terça-feira (9). “A atenção básica tem sido negligenciada e muito dinheiro do Orçamento de saúde simplesmente tem deixado de ser gasto. Há um histórico de práticas que desmentem as boas intenções oficiais. De promessas vazias, nossos hospitais e postos de saúde estão lotados”, diz o documento editado pelo Instituto Teotônio Vilela. Confira: Continuar lendo

No Paraná, Aécio passa Marina e se aproxima de Dilma, mostra pesquisa

Senador Aécio Neves (PSDB-MG)
Senador Aécio Neves (PSDB-MG)

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (08/07) pelo Instituto Data Veritas sobre a sucessão presidencial de 2014 mostra crescimento do pré-candidato tucano e presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), no Paraná.

Aécio aparece em segundo, com 19,5% das intenções de votos. Dilma Rousseff (PT) tem 28,6%. Marina Silva, que tenta viabilizar sua pré-candidatura com a criação de um novo partido, tem 15,9%. Eduardo Campos (PSB) aparece com 2,4%, e Fernando Gabeira (PV), 0,7%. Não sabe/nenhum somaram 29,2% e Branco/nulo 3,7%.

Na pesquisa espontânea, Aécio está empatado com ex-presidente Lula em segundo, com 3,4%. Dilma tem 9,2%, Serra 1,4%, Marina 0,9%, Joaquim Barbosa 0,8%, FHC 0,4%, Eduardo Campos 0,3% e Alckmin 0,2%.

Foram entrevistados 2 mil eleitores, entre os dias 12 e 26 de junho, em 102 cidades do Paraná. O levantamento foi feito a pedido do curso de Ciências Políticas da Uninter.

Rejeição

A presidente Dilma Rousseff é mais rejeitada pelos entrevistados, com 31,3%, seguida de Gabeira (6,7%), Marina (5,6%), Aécio Neves (4,3%), Eduardo Campos (2,9%). Não sabe/nenhum (46,7%) e Branco/nulo – 2,8%.

Paraná

A pesquisa do Instituto Data Veritas mediu também as intenções de votos para o governo estadual. O governador Beto Richa, do PSDB, aparece na frente, com 38,1%, seguido de Gleisi Hoffmann (PT), com 24,3% e Roberto Requião (PMDB), com 17,4%. Não sabe/nenhum somaram 17,40%, Branco/nulo (3,20%) e Joel Malucelli (PSD), com 1,4%

Já na corrida para o Senado quem lidera é Alvaro Dias, também do PSDB, com 34%. Osmar Dias (PDT) vem em seguida, com 22,9%; Orlando Pessutti (PMDB), com 6,5%; Ricardo Barros (PP) 5,5%; André Vargas (PT), 2,9%. Não sabe/nenhum somaram 24,5% e Branco/nulo, 3,9%.

Fonte: Site do PSDB

Leia “Futebol e batata quente”, artigo de Rodrigo de Castro

Artigo do deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB-MG) publicado no jornal Estado de Minas – 09/07/13

Dentro de campo, o Brasil está indo muito bem. Fora, que os manifestantes o digam!

Gostaria de entender o que quis dizer a presidente Dilma Rousseff com a frase “meu governo é padrão Felipão”. Com certeza não é por causa da eficiência da Seleção canarinha na Copa das Confederações. Em menos de um ano, Felipão conferiu uma identidade ao nosso futebol, conquistou um título importante, logrando seu reposicionamento, do 22º para o nono lugar, no ranking oficial das melhores seleções de futebol do mundo. Em dois anos e meio, Dilma conseguiu deixar o Brasil, comparativamente aos resultados, tanto da América Latina quanto dos países emergentes, na última posição em relação ao desempenho da economia, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB), e com a agravante combinação de inflação alta, que chegou a situar-se acima da média mundial e dos países emergentes e como sexta maior na América Latina. Em situação oposta também aos resultados da Seleção de Felipão, estão os indicadores de bem-estar social que os 10 anos de governo do PT, incluída a gestão Dilma, não conseguiram melhorar dentro da expectativa da população e como permitia o ambiente jurídico-econômico legado pelo governo anterior. De acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem como balizadores renda, educação e saúde, o Brasil encontra-se em 85º lugar, logo atrás de Azerbaijão e Bósnia Herzegovina e atrás, na América do Sul, da Argentina, Chile, Uruguai e Peru. Continuar lendo

Dinis Pinheiro comemora decisão histórica da Assembleia Legislativa de Minas

Dep.Dinis Pinheiro, presidente da ALMG
Dep.Dinis Pinheiro, presidente da ALMG

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), considerou ‘histórica’ a decisão tomada pelo Parlamento mineiro na manhã desta terça-feira (09/07), de acabar com o voto secreto em toda e qualquer votação. Segundo o deputado, a decisão “refletiu a maturidade da Assembleia, que há muito tempo vem se pautando por um comportamento transparente e sintonizado com a vontade da sociedade”. Dinis lembrou, inclusive, que as principais reivindicações apresentadas durante as recentes mobilizações de rua “estavam há muito tempo na nossa pauta, como mais recursos para a saúde e para a educação, a redução da pobreza e das desigualdades e a maior transparência no comportamento dos agentes públicos”.

Como exemplos, o presidente citou a campanha “Assine + saúde”, que busca garantir 10% da receita da União para o setor; a abolição do pagamento dos 14º e 15º salários e do pagamento por sessões extras aos parlamentares; proibição de contrtação de vereadores como assessores parlamentares; e a aprovação de projetos como o da exigência de ficha limpa para os servidores a serem contratados pelo Estado.

Fonte: Página do deputado Dinis Pinheiro no Facebook

Após reunião da Executiva do PSDB sobre reforma política, Aécio concede coletiva

A Executiva Nacional do PSDB está reunida na sede do partido, em Brasília. Na pauta, a reforma política. Após a reunião, às 11h30, o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves (MG), concederá entrevista coletiva à imprensa.

A nova direção partidária foi eleita no último dia 18 de maio. Vários deputados tucanos assumiram cargos na direção do PSDB. Antonio Carlos Mendes Thame (SP) é o secretário-geral da legenda, enquanto o ex-líder Bruno Araújo (PE) foi eleito para uma das seis vice-presidências. O líder da legenda na Câmara, Carlos Sampaio (SP), também integra o grupo de direção. Já Sérgio Guerra (PE) assumiu o comando do Instituto Teotônio Vilela. Antonio Imbassahy (BA) é o 1º Secretário da Executiva, e Nelson Marchezan Júnior (RS) o 2º Secretário, enquanto Rodrigo de Castro (MG) foi para a Tesouraria.

Entre os vogais, estão Alfredo Kaefer (PR), Jutahy Junior (BA) e Andreia Zito (RJ). Marco Tebaldi (SC) e Otavio Leite (RJ) são suplentes. Além disso, vários deputados integram o diretório nacional, formado por 213 titulares e 59 suplentes. Bonifácio de Andrada (MG) preside o Conselho de Ética, enquanto César Colnago (ES) está à frente do Conselho Fiscal Nacional.

Na primeira reunião do colegiado, realizada em 28/05, foi debatida a reestruturação administrativa do partido e os desafios políticos para os próximos anos.

Fonte: Diário Tucano