Aécio Neves inicia no Rio encontros do ITV para debate de propostas ao país

“O que falta ao Brasil hoje são respostas para questões essenciais”, diz Aécio em evento do ITV no Rio. Foto George Gianni
Segundo o senador Aécio Neves, o que falta ao Brasil hoje são respostas para questões essenciais. Foto George Gianni

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, participou, nesta sexta-feira (05/07), de debate promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) para o desenvolvimento de um projeto para o Rio de Janeiro. Organizado pelo centro de estudos do partido, o encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os economistas Edmar Bacha e Armínio Fraga e representantes de vários setores da sociedade. Aécio Neves afirmou que o partido ampliará a estratégia de comunicação com a sociedade em defesa das reformas e mudanças importantes para o país.

“Ao invés de construirmos em casa algumas propostas, vamos abrir esse debate, chamar pessoas de fora do partido. Vamos entender com maior clareza o que está acontecendo no Brasil e buscar representar esse sentimento. Hoje, estamos dando uma largada na busca também na construção de um projeto para o Rio de Janeiro para os próximos anos. Uma coisa que vai além do próprio PSDB”, disse o senador em entrevista.

Aécio Neves afirmou que falta ao Brasil respostas para as questões primordiais que afetam a população, como a melhoria dos serviços de saúde, educação e a falta de transparência. O senador garantiu que, nas eleições do próximo ano, o PSDB irá representar o novo para o Brasil.

“Vamos discutir primeiro o que podemos propor de diferente e o palanque virá com maior naturalidade. Nossa intenção é que as pessoas olhem para o PSDB e enxerguem algo absolutamente novo. Na ousadia para fazer as reformas que eles não fizeram, na transparência, na valorização da ética. Na gestão eficiente, na capacidade de ter sensibilidade para os problemas reais das pessoas. O que falta ao Brasil hoje são respostas para questões essenciais. É o sujeito que sai de casa e demora duas horas para chegar ao trabalho. Volta e demora mais três. A questão precária da saúde e da educação que passa por investimentos, mas também por gestão, por inovações. Tenho muita convicção de que, no momento da eleição, o novo seremos nós”, disse.

Também participaram do encontro, a presidente do ITV do Rio de Janeiro, a advogada Elena Landau, representantes de movimentos populares e da cultura, economistas e acadêmicos. É o primeiro evento promovido pela nova presidente do órgão.

Inflação: “Brasil ficou muito caro, bem antes de virar um país rico”, diz líder do PSDB

Carlos sampaioA inflação de 6,7% nos últimos doze meses e, portanto, acima da meta de 6,5%, divulgada nesta sexta-feira (5) pelo IBGE, revela que o governo não tem feito a lição de casa para conter o aumento de preços, o que inclui eliminar desperdícios no gasto público e adotar ações para eliminar obstáculos ao crescimento e à redução dos custos de produção no país, como investimentos em infraestrutura e diminuição da carga tributária. Essa é a opinião do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP).

“O governo não consegue controlar a inflação porque o desperdício nos gastos públicos, que alimentam o aumento de preços, é alto. E dizer que vai cortar despesa e eliminar desperdícios sem diminuir o número de ministérios, que hoje soma 39, não passa de um discurso vazio, elaborado por marqueteiro”, disse.

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Desorientada, presidente Dilma insiste em proposta inviável de plebiscito

charge_0407-300x200A falta de acordo entre a presidente Dilma Rousseff e sua base aliada sobre o plebiscito da reforma política comprova a incapacidade do governo petista até na articulação interna. Primeiro surgiu a ideia da Constituinte, derrubada em 24 horas. Depois, passaram a defender como prioridade nacional a realização da consulta popular. Com resistência da própria base aliada, o vice-presidente Michel Temer afirmou ser impossível fazer as mudanças a tempo das eleições de 2014 e depois, sob pressão da presidente, voltou atrás.

Após reclamações da base aliada, o governo reconheceu que a realização de consulta neste ano se tornou inviável. Agora, o Planalto tenta viabilizar a votação no ano que vem para que as regras comecem a valer em 2016. Na avaliação dos deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Antonio Imbassahy (PSDB-BA), as propostas são inviáveis.

“Se estivéssemos vivendo em um sistema parlamentarista, o impeachment da presidente Dilma era fato consumado pela incapacidade gerencial e de articulação política. Na primeira mobilização, reconhecemos a falta da unidade da sua equipe e dos partidos aliados, a ponto do próprio ministro da Justiça e do vice-presidente afirmarem que o plebiscito é inviável”, apontou Gomes de Matos.

O parlamentar considera grave o fato de a presidente insistir no plebiscito – que poderá custar R$ 500 milhões aos cofres públicos – e espera que a população reconheça a impossibilidade de pode viver com um governo autoritário. Gomes de Matos concorda com a avaliação do senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, de que a ideia de plebiscito nasceu morta.

“O plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso. Quando criaram a Constituinte exclusiva, que durou 24 horas, sabiam que ela era inviável. Quando apresentaram uma proposta de plebiscito sobre temas tão complexos em um prazo tão curto, sabiam que era inviável. Era um engodo. Uma forma de desviar a atenção da população das questões centrais”, disse Aécio.

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ITV: Dilma tentou mais uma vez ser esperta ao insistir em plebiscito, mas acabou “engolida”

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O plebiscito e a constituinte estão mortos para este ano. Menos para o PT e para Dilma Rousseff. “A presidente e seu partido tentam exibir boa vontade com a voz das ruas e culpar o Congresso pelo insucesso. Mas ninguém mais – nem no governo, nem na base aliada – parece muito disposto a seguir as ordens da chefe”, analisa a Carta de Formulação e Mobilização Política desta sexta-feira (5). “Acontece que, mais que nunca, ficou claro que a ações de Dilma Rousseff sempre se orientaram pela esperteza. De tanta, acabou engolindo a dona”, completa o documento editado pelo Instituto Teotônio Vilela. Confira abaixo a íntegra: Continuar lendo

Manifestações refletem insatisfação generalizada com governo e instituições, avalia tucano

Dep.Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)
Dep.Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)

As manifestações populares que tomaram conta do país no último mês são o resultado da insatisfação generalizada da sociedade, na avaliação do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). O tucano avalia que, no geral, a população brasileira sente as deficiências de setores básicos como saúde, educação, segurança e transportes. Aliado a isso, problemas no campo, como conflitos entre indígenas e produtores de terra, eclodiram em protestos pelas ruas. As “soluções” apresentadas pelo Planalto não atendem, segundo o deputado, as expectativas dos cidadãos.

“Essas manifestações são muito peculiares porque são bem diferentes daquelas ocorridas em outros momentos, nos quais havia um foco e um propósito muito específico. Hoje o que há é uma insatisfação generalizada contra o governo da presidente Dilma e também contra as instituições públicas de modo geral, pois o povo vê que elas não estão correspondendo aos seus anseios na resolução dos problemas nacionais”, avalia.

Bonifácio acredita ser necessário encontrar respostas práticas para atender as demandas sociais, os problemas do dia a dia. Como destaca, a população reclama porque o SUS fracassou, o sistema educacional não tem a atenção necessária, os impostos elevados dificultam o trabalho das empresas e impede que elas ofereçam melhores condições aos funcionários.

A precariedade do sistema de transporte e o aumento no preço das passagens em várias cidades foi a gota d’água para que as manifestações começassem, na avaliação do deputado. Caso, a sociedade não veja suas necessidades atendidas, o tucano afirma que uma grave crise irá afetar o Planalto. Continuar lendo

Tucanafro convoca prefeitos tucanos para etapa municipal da Conferência de Igualdade Racial

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O Tucanafro, núcleo da militância negra do PSDB, convoca prefeitos e vice-prefeitos de cidades mineiras administradas pelos tucanos para realizar a etapa municipal da 3ª Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial. Até o dia 28 de julho de 2013, todos os municípios podem realizar seminários e debates preparatórios para a Conferência Estadual, que será realizada nos dias 28 a 30 de agosto, em Belo Horizonte.

A 3ª Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial será promovida pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimentos Social, e terá como tema central “Democracia e Desenvolvimento sem Racismo: por um Brasil Afirmativo”.

O objetivo é analisar e avaliar a implementação dos princípios e diretrizes aprovados nas I e II Conferências Municipais e debater os temas da 3ª Conferência Nacional e eleger os delegados para a Conferência Estadual. Continuar lendo