Governador Anastasia se reúne com prefeitos da Granbel

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Discutir os desafios da Região Metropolitana foi um dos objetivos da reunião desta segunda-feira (1º/7) entre o governador Antonio Anastasia e prefeitos da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Granbel), no Palácio Tiradentes. Durante o encontro, os prefeitos agradeceram ao governador os investimentos realizados nos últimos meses para fortalecer os municípios mineiros, entre eles o Programa Metropolitano de Resíduos Sólidos, o Águas de Minas e o ProMunicípio. A Granbel é presidida pelo prefeito de Betim, Carlaile Pedrosa (PSDB).

Os prefeitos falaram da necessidade de melhoria do transporte coletivo e elogiaram a atitude do governador em reduzir as tarifas das linhas de transporte público metropolitano. Anastasia ressaltou o esforço do Estado em melhorar o serviço de transporte em toda a região e destacou a construção dos terminais metropolitanos que vão ligar os municípios aos terminais do BRT na capital mineira. “Estamos tentando identificar tudo o que é possível para tentar ajudar os municípios”, afirmou o governador.

Aécio defende corte de ministérios e cargos para atender mudanças que brasileiros clamam

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu um corte de metade dos atuais 39 ministérios para que o governo federal possa atender ao povo brasileiro, que cobra por melhores serviços de saúde, educação e transporte público e por mais investimentos em todo país.

Em entrevista nesta segunda-feira (1º/7), Aécio Neves disse que a presidente Dilma Rousseff precisa dar uma resposta ao clamor da população, a começar pela redução dos atuais 25 mil cargos de confiança existentes no governo.

Como presidente nacional do PSDB, ele lamentou que a presidente não tenha convidado nenhum dos integrantes dos partidos de oposição para debater a atual situação do país.

Na entrevista a seguir, Aécio Neves fala sobre a importante queda de popularidade sofrida pela presidente Dilma e sobre a proposta de reforma política em discussão no Congresso. Ouça

Leia a entrevista

Governo federal precisa reduzir número de ministérios e cortar gastos, defendem deputados

A reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros nesta segunda-feira (1º) seria uma ótima oportunidade para a petista anunciar a redução dos 39 ministérios, na avaliação de deputados do PSDB. Os gastos do Executivo federal estão no foco dos protestos em todo o país. O governo possui 984.330 servidores, com custo anual de R$ 192,8 bilhões. O custeio de todas as pastas – sem considerar investimentos – é de R$ 611 bilhões. O número de pessoas com cargo comissionado bateu recorde: 22.417. Os tucanos criticam o gigantismo da máquina pública e os gastos excessivos da estrutura governamental.

Estrutura governamental grande e cara

39
É o número de ministérios do governo Dilma Rousseff.

984.330
É o número de servidores contratados para fazer as pastas funcionarem.

R$ 192,8 bilhões
É o custo anual com o gasto de pessoal dos ministérios.

R$ 611 bilhões
É o valor das despesas de custeio de todas as pastas do Executivo – sem considerar investimentos.

22.417
É o número de pessoas com cargos comissionados na administração direta, autarquias e fundações do Poder Executivo federal.

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Plano Real completa 19 anos com legado fundamental para a economia brasileira, avaliam tucanos

Charge Fernando Cabral
Charge Fernando Cabral

O Plano Real completa 19 anos nesta segunda-feira (1º). O legado conquistado com a moeda vai desde a estabilidade da economia nacional até a melhoria na qualidade de vida dos brasileiros. Como destacou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no Facebook, o Real é “mais do que uma moeda, mais do que um plano econômico, uma conquista do brasileiro: orgulho de pertencer a uma nação economicamente estável”.

O líder da Minoria na Câmara, Nilson Leitão (PSDB-MT), e o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) destacaram algumas das conquistas deixadas por Fernando Henrique e pelo plano elaborado durante o governo Itamar Franco. Na avaliação dos tucanos, o momento é de comemoração, mas também de reflexão sobre o crítico cenário econômico montado pela gestão petista.

“Na história recente do Brasil, a ideia de estabilidade econômica se confunde com o Plano Real. Divisor de águas, o conjunto de medidas alcançou o que muitos planos econômicos anteriores perseguiram sem sucesso: controlar a inflação, um fantasma nacional. De um índice de 47% no mês anterior ao plano passou a uma média mensal de 0,74%”, destaca um dos murais da exposição comemorativa aberta para visitação na Câmara até quinta-feira (4).

Para Domingos Sávio, com o Real foi possível estabelecer ganhos reais para as classes menos favorecidas que não tinham como se defender da inflação. “O PSDB deixou uma herança muito positiva ao Brasil. O que tem salvado esses dez anos de desgoverno do PT é a herança de um plano bem montado, com linhas muito eficientes e responsáveis criadas nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique”, destaca. Continuar lendo

Anastasia ressalta importância de se investir nos municípios para melhorar a vida das pessoas

Foto Wellington Pedro / Imprensa MG
Foto Wellington Pedro / Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia recebeu, nesta segunda-feira (01/07), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, prefeitos de municípios integrantes da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande (Amvale), no Triângulo Mineiro. Durante a reunião, foram abordados temas nas áreas de educação, saúde, segurança, infraestrutura, desenvolvimento socioeconômico e geração de empregos. Anastasia ressaltou aos prefeitos a importância da região para o Estado e destacou que o Governo de Minas tem entre os principais objetivos desenvolver ações que melhorem a vida das pessoas no dia a dia. O presidente da Amvale e prefeito de Uberaba, Paulo Piau, agradeceu ao governador pelos investimentos e benfeitorias que o Governo do Estado tem feito, nos últimos anos, na região.

Popularidade de Dilma despenca para 30% e evidencia insatisfação geral dos brasileiros

A desaprovação do governo da presidente Dilma Rousseff vem crescendo a cada pesquisa realizada. A avaliação positiva da gestão despencou para 30%, de acordo com o último levantamento da Datafolha. Em março, o índice era de 65%, e caiu para 57% no início de junho. Os números refletem a indignação dos brasileiros, que levou milhares de pessoas à ruas em todo o país. A população quer mudanças como o fim da corrupção, a melhoria dos serviços públicos e a redução da carga tributária.

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Anastasia recebe prefeitos da Associação dos Municípios da Microrregião do Rio Piranga

Foto Wellington Pedro / Imprensa MG
Foto Wellington Pedro / Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia recebeu, na tarde desta segunda-feira (01/07), prefeitos da Associação dos Municípios da Microrregião do Rio Piranga (Amapi). Durante a reunião, os prefeitos apresentaram as demandas da associação e dos municípios. O governador mostrou preocupação especial em resolver problemas referentes à destinação dos resíduos sólidos, um dos desafios enfrentados pelas cidades da microrregião. Anastasia lembrou o esforço que o Governo do Estado tem feito para melhorar questões de infraestrutura, saúde e educação, principalmente nos pequenos municípios mineiros. A Amapi representa 26 municípios.

Fernando Henrique Cardoso participa do programa Roda Viva, nesta segunda-feira

Foto George Gianni
Foto George Gianni

O sociólogo e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso ocupará o centro do Roda Viva nesta segunda-feira (1º), ao vivo, a partir das 22 horas, na TV Cultura e no Portal cmais+. Em Minas Gerais, o programa é retransmitido pela Rede Minas.

Na última quinta-feira (27/6), Fernando Henrique foi eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL). De um total de 39 votos, ele recebeu 34. Sociólogo, professor universitário e ex-presidente da República, o agora imortal ocupará a cadeira de número 36.

Além do assento na ABL, FHC deve falar ainda sobre seu livro lançado recentemente, Pensadores Que Inventaram o Brasil. Na obra, ele aborda intelectuais que elaboraram grandes teorias sobre o país.

As manifestações de rua realizadas pela população no Brasil todo também estão na pauta do programa.

Para essa edição, o Roda Viva conta com os seguintes entrevistadores: Ricardo Gandour (diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo); Lilia Schwarcz  (historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP); Plínio Fraga (jornalista); Lourdes Sola (cientista política, ex-presidente da Associação Internacional de Ciência Política); e Sérgio Dávila (editor-executivo do jornal Folha de S. Paulo).  A atração ainda tem a participação fixa do cartunista Paulo Carus.

ITV: comandante de um governo fantasma, Dilma confiscou a esperança dos brasileiros

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Dilma Rousseff sofreu a mais rápida queda de popularidade de um presidente da República desde que Fernando Collor confiscou a poupança. “Mas ela parece ter feito pior: confiscou a esperança dos brasileiros. A população parece ter percebido que está diante de um governo fantasma”, critica a Carta de Formulação e Mobilização Política desta segunda-feira (1°). De acordo com o órgão de estudos políticos do PSDB, falta solidez à gestão de Dilma e são rarefeitas as perspectivas positivas em razão do pouco que a presidente conseguiu construir nestes 30 meses até agora.

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Confira artigo de Marcus Pestana: Indignação, cidadania e vandalismo nas ruas

Artigo do deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG, no jornal O Tempo – 1º/7/13

Manifestações vigorosas reunindo milhares de pessoas varreram o país. Muito, quase tudo, já foi dito. É preciso ouvir, entender, decifrar a voz das ruas. Nenhum instituto de pesquisa, serviço de inteligência, direção partidária ou cientista social captou o inimaginável potencial que havia no inconsciente coletivo ou no imaginário popular. As manifestações foram uma explosão de indignação e cidadania, difusa, surpreendente, instigante, desafiadora. Quem procurar um sentido único, reducionista, unilateral, teleológico, excessivamente coerente, com reivindicações e comando claros, vai errar feio.

O movimento que explodiu nas ruas é absolutamente diferente dos que vivenciamos em passado recente. As Diretas Já, o impeachment de Collor e o movimento estudantil nas décadas de 70 e 80 tinham uma pauta clara e comando político. No Egito, na Síria e na Tunísia, a população foi ou está nas ruas para derrubar o governo. Não é nosso caso. A ocupação de Wall Street e os indignados na Espanha foram movidos por profunda crise que envolveu o capitalismo central e resultou em níveis de desemprego insuportáveis. Continuar lendo