Minas Gerais cria mais de 200 mil empregos formais em 2011

O governador Antonio Anastasia comemorou os resultados da geração de emprego em Minas, no ano passado. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (24/01), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) registrou, em 2011, a criação de 206.402 empregos com carteira assinada em todo o Estado. Segundo o Ministério do Trabalho, entre os 27 estados da Federação, Minas Gerais só perdeu para São Paulo na geração de postos de trabalho. Em todo o Brasil, foram criados 1,94 milhão de empregos formais em 2011.

O setor de Serviços, com 103.923 postos, foi o que mais gerou empregos no ano passado em Minas, seguido por Comércio (47.170), Indústria de Transformação (26.015) e Construção Civil (13.965 postos). Na região metropolitana de Belo Horizonte de Belo Horizonte foram 88.217 empregos formais no ano de 2011.

O resultado de 2011 em Minas foi o segundo maior desde 2003. É a segunda vez, no mesmo período, que o saldo de empregos ultrapassa a marca de 200 mil vagas criadas em um só ano. Em 2010, foram criados, no Estado, 297 mil empregos, enquanto, no Brasil, o número chegou a 2,35 milhões.

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Minas Gerais tem o segundo melhor índice de criação de empregos do país em 2011

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, nesta terça-feira (24), dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referentes a 2011. Considerando a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, Minas Gerais apresentou saldo positivo de 206.402 empregos celetistas – ou seja, trabalhadores registrados com a Carteira de Trabalho. O resultado coloca o Estado com o segundo melhor desempenho da região Sudeste e do país, sendo São Paulo o estado com a maior geração em ambos os casos, com 551.771 postos.

Durante o ano de 2011, os setores que apresentaram melhor desempenho em Minas foram os de serviços (+103.923), comércio (+47.170), indústria de transformação (+26.015) e a construção civil (+13.965).

A Região Metropolitana de Belo Horizonte registrou acréscimo de 88.217 empregos formais no ano de 2011 no comparativo com o ano anterior. Em relação aos municípios mineiros que apresentaram melhor saldo, o destaque ficou para a cidade de Governador Valadares, na região Leste, em primeiro lugar, seguida por Ouro Branco, Ituiutaba, Matozinhos e Ouro Preto.

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Destaque na Imprensa: Para FH, nome natural ao Planalto é o de Aécio

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como “candidato natural” do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à revista britânica The Economist, FHC previu, no entanto, uma “luta interna muito forte” entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais.

O ex-presidente destacou que o PSDB precisa de unidade para escolher o nome que disputará a Presidência pelo partido. Questionado sobre quem seria o “candidato natural”, FHC respondeu sem rodeios: “Aécio Neves”.

Ele conversou com a jornalista Helen Joyce no dia 12 de janeiro, antes do anúncio de Serra de que não concorreria à Prefeitura da capital paulista para e dedicar a um projeto nacional. A entrevista foi publicada no site da revista, conforme antecipou ontem o estadão.com.br.

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Leia íntegra da entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na revista The Economist

The Economist: Podemos começar pela maneira como a posição do Brasil no mundo está mudando? O Brasil parece estar tentando criar um novo tipo de poder mundial – um “soft power”.

Cardoso: No século passado a economia do Brasil cresceu muito consistentemente até 1980. Só o Japão cresceu mais depressa em termos per-capita. Daí em diante o Brasil tem sempre procurado novos papéis. Na cabeça do povo brasileiro, somos um gigante. Mas nosso tamanho, por muito tempo ele foi uma ilusão. Nós ainda não temos capacidade de desempenhar um papel importante. Ficamos o tempo todo imaginando o que poderíamos vir a ser.

O Brasil aspirava ser parte do grupo central da Liga das Nações; depois da Segunda Guerra Mundial o Brasil levantou essa possibilidade de novo [durante a criação das Nações Unidas]. Churchill vetou, dizendo que as Américas não poderiam falar com duas vozes. Churchill errou. Assim, nós sempre aspiramos um papel importante.

No século XIX, por causa do confronto entre Espanha e Portugal, nós nos envolvemos em guerras no Sul, e o império brasileiro foi percebido por nossos vizinhos como uma ameaça. Depois o eixo deslocou-se para os Estdos Unidos e o Brasil virou uma República e muito mais acomodado – e novamente hesitou. Até que ponto deveríamos desempenhar um papel hegemônico na região? Nunca assumimos esse papel. Preferimos ser amados a ser temidos.

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Destaque na Imprensa: Inflação pelo IPCA-15 acelera em janeiro com reajustes de ônibus

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, iniciou o ano em aceleração com aumento de 0,65% em janeiro, acima da taxa de 0,56% de dezembro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. O índice, no entanto, ficou abaixo dos 0,76% verificados em janeiro de 2011. Nos últimos 12 meses até janeiro, o IPCA-15 ficou em 6,44%, abaixo da taxa de dezembro (6,56%).

— Não é um bom resultado. Se olharmos em relação ao mesmo período do ano passado, está havendo uma desaceleração, mas a base de 2011 foi elevada. Acreditamos que esta desaceleração deve acontecer até maio, com o acumulado de 12 meses chegando a 5%, e depois volte a acelerar. Nossa previsão é que o índice termine o ano em 5,45% — analisa a economista Alessandra Ribeiro, da consultoria Tendências.

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Destaque na Imprensa: Por fraude, TCU para licitação do Projeto Torcida Legal

Mediante suspeita de fraude, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu concorrência pública do Ministério do Esporte para fornecimento de equipamentos, implantação e manutenção dos sistemas de controle de acesso e monitoramento de imagens dos estádios brasileiros. A alteração da nota técnica fora do prazo e sem respeitar o direito de defesa desclassificou a proposta vencedora e deu o contrato à segunda colocada, com prejuízo de R$ 13 milhões ao erário público.

Os sistemas previstos na licitação fazem parte do Projeto Torcida Legal e serão utilizados nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro, com o objetivo de aumentar a segurança e combater a violência de torcidas. O relator do processo, ministro Marcos Bemquerer Costa, acatou a representação do consórcio Torcida Segura, por entender que a alteração da nota técnica, após a publicação do resultado dessa fase, inverteu a colocação dos primeiros colocados de forma irregular.

Os responsáveis pelo certame terão que apresentar esclarecimentos sobre as alterações na concorrência, que pode ser anulada no julgamento de mérito. Conforme alegaram as empresas do consórcio prejudicado, houve ilegalidade clara, pois o Ministério promoveu alteração nas notas após a publicação da pontuação das propostas técnicas, “quando tal fase já estaria preclusa, além de não ter propiciado o contraditório e a ampla defesa”.

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