Governo de Minas encerra ano com avaliações positivas e avanços em diversas áreas

 Ações e programas do Governo tiveram boa receptividade – Montagem: Equipe Secom

 

 

As ações e programas desenvolvidos pelo Governo de Minas ao longo de 2011 nas diversas áreas da administração pública encontraram boa receptividade junto à população de todas as regiões do Estado. Isso é o que se pode depreender dos resultados de duas pesquisas de opinião divulgadas nos últimos dias por órgãos de imprensa.

A primeira pesquisa – realizada pelo Ibope em todo o Estado para a rádio e TV Bandeirantes – revela que a atual administração estadual tem aprovação positiva de 69% dos entrevistados. Nesta pesquisa, que foi divulgada em rede nacional, o governador Antonio Anastasia aparece em quarto lugar no ranking de avaliação de governadores de nove estados brasileiros e do Distrito Federal. Já o Governo de Minas foi avaliado como ótimo e bom por 55% dos entrevistados, a terceira melhor colocação, ao lado do Ceará, entre os estados pesquisados.

A outra enquete – realizada pelo Instituto DataTempo/CP2 junto a moradores de Belo Horizonte – revela que 74,3% dos entrevistados também consideram positiva a gestão do governador Antonio Anastasia. De acordo com esta pesquisa, o governo estadual tem melhor desempenho em dois setores: a atração de empregos e a manutenção de estradas.

“Fico muito agradecido aos mineiros por essas avaliações tão positivas do nosso governo. Sabemos da necessidade de promovermos aperfeiçoamentos em diversas áreas e, por isso, eu e minha equipe trabalhamos muito, todos os dias, para que Minas tenha cada vez mais progresso, com empregos de qualidade e felicidade para todos”, comentou o governador Antonio Anastasia.

Mais empregos – Com relação à geração de empregos citada na pesquisa do Instituto DataTempo/CP2, vale destacar que em novembro último a taxa de desemprego da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) caiu dos 6% registrados em outubro para 5,7% da População Economicamente Ativa (PEA). O número é o menor registrado desde o início da série histórica da Pesquisa de Emprego e Desemprego da RMBH, que é realizada desde 1996 pela Fundação João Pinheiro (FJP). A RMBH permaneceu ainda com a menor taxa entre as sete regiões metropolitanas avaliadas (Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Salvador e São Paulo), apresentando também taxa inferior à média nacional, que foi de 9,7%.

Melhores estradas – Já a boa qualidade das estradas estaduais, também destacada pela pesquisa do Instituto DataTempo/CP2, é fruto de expressivos investimentos que o Governo de Minas tem desenvolvido na área de infraestrutura rodoviária. Nos últimos nove anos, a malha pavimentada em Minas Gerais cresceu 45%, passando de 14.000 para 20.000 quilômetros. Neste período, foram investidos cerca de R$ 8 bilhões nessa área, sendo R$ 1,3 bilhão em 2011. Apenas o Programa de Pavimentação de Ligações e Acessos Rodoviários aos Municípios (Proacesso) já pavimentou 5.000 quilômetros de acessos a 196 municípios, beneficiando cerca de 1,2 milhão de habitantes. Outros 5.000 quilômetros foram recuperados, desde 2006, pelo Programa de Recuperação de Manutenção Rodoviária do Estado de Minas Gerais (ProMG). Em função destes e de outros investimentos, o percentual de rodovias sob responsabilidade do DER/MG em “bom estado de conservação” aumentou de 36% em 2002 para 73% em 2011.

Minas é destaque no ranking The Economist/Veja

Outra avaliação positiva do Governo de Minas foi publicada na edição desta semana da Veja. A maior revista do país divulga um levantamento inédito elaborado pela Unidade de Inteligência da revista inglesa The Economist, no qual Minas Gerais é destacado como um dos estados brasileiros mais preparados para receber o fluxo recorde de investimentos estrangeiros que devem chegar ao Brasil, graças à estabilidade econômica interna e em função do país ser a sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

O documento divulgado por Veja, intitulado “Ranking de gestão dos estados brasileiros 2011”, analisa 25 indicadores em oito categorias e, a partir daí, revela quais os melhores locais do país para se investir. Minas Gerais integra o seleto time de sete dos estados brasileiros que, de acordo com a reportagem da Veja, “apresentam um bom ambiente de negócios para quem quer investir no setor produtivo do país”. Minas alcançou nota máxima – numa escala de 01 a 100 – em oito dos 25 quesitos específicos analisados e lidera em duas das oito categorias gerais analisadas: sustentabilidade e políticas para investimentos estrangeiros. No ranking geral, o Estado aparece na terceira posição, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. (Acesse aqui mais detalhes sobre a pesquisa The Economist/VEJA).

“Essa pesquisa da The Economist e da Veja demonstra que estamos no caminho certo e nos anima a trabalhar ainda mais em busca do nosso objetivo maior, que é transformar Minas no melhor Estado para se viver e se investir”, comentou o governador Antonio Anastasia.

Bons resultados também no Relatório da Unicef e no Proalfa

“Relatório sobre a Situação da Adolescência Brasileira 2011”, divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no início de dezembro, também confirma o acerto das políticas públicas implementadas pelo Governo de Minas. O documento revelou que nos últimos anos Minas Gerais alcançou avanços significativos nos indicadores sociais relativos à cidadania dos adolescentes que vivem no Estado.

De acordo com o documento, Minas melhorou seus índices em oito dos dez itens analisados, que incluem indicadores nas áreas de educação, saúde, segurança pública e assistência social. Em nove quesitos, o Estado apresenta um desempenho superior à média nacional. (Acesse aqui mais detalhes sobre o Relatório do Unicef).

A edição de 2011 do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) também trouxe boas notícias para os mineiros. De acordo com os resultados da avaliação deste ano – que foi desenvolvida pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) em parceria com a UFMG e com a Universidade Federal de Juiz de Fora – 88,9% dos alunos avaliados da rede estadual atingiram o nível adequado de letramento (capacidade de ler e interpretar textos) – um aumento de 2,7 pontos percentuais em relação a 2010, quando o índice foi de 86,2%.

Os resultados do Proalfa 2011 demonstram mais uma vez a significativa evolução no percentual de alunos do 3º ano do ensino fundamental da rede estadual de ensino que já atingiram o padrão recomendado de desempenho. Em 2006, primeiro ano em que a avaliação foi aplicada, o percentual de alunos com desempenho recomendado era de apenas 49%. Em comparação com o índice alcançado em 2011, tem-se um expressivo crescimento de 81,4%.

“Esses resultados refletem muito bem uma decisão tomada ainda em 2004, quando o Governo de Minas foi o primeiro Estado da Federação a incluir as crianças de seis anos de idade na escola, o que melhorou muito o nível não só da alfabetização, mas também da capacidade de compreensão dos alunos – o que significa um letramento melhor e um futuro jovem mais apto”, afirmou o governador Antonio Anastasia durante a divulgação dos resultados do Proalfa. (Acesse aqui mais detalhes sobre a edição de 2011 do Proalfa).

Unicef verifica melhoria na condição de adolescentes em Minas

Minas Gerais  registrou em 2011 avanços nos indicadores relativos à presença e frequência dos jovens na escola e na redução da taxa de homicídios entre esse grupo da sociedade. Esses são algumas das informações divulgadas recentemente pelo Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef). A entidade avaliou a situação de jovens de 12 a 17 anos em todo o país e produziu o relatório “Situação da Adolescência Brasileira 2011”.

De acordo com a Unicef, o Brasil ainda vive um significativo quadro de disparidades regionais e étnicas. A chance de um jovem negro ser assassinado é quatro vezes superior à de um branco. E a gravidez na adolescência, que nacionalmente atinge 2,8% das meninas, está presente na vida de 4,6% das jovens da região amazônica.

Com este quadro, as iniciativas de governos estaduais se mostraram imprescindíveis para que se registrasse a melhora em alguns critérios. O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), lembrou a importância de ações em áreas como combate à violência e educação profissional mantidas pelo seu estado.

“Estes projetos dão alternativas aos nossos jovens para que eles não entrem na criminalidade”, declarou o governador. Anastasia celebrou também o fato das melhorias em Minas Gerais terem se manifestado de maneira distribuída por todo o estado – o segundo mais populoso do Brasil. “Minas Gerais é um estado ainda com muitas desigualdades regionais. Então, apresentar indicadores melhores que a média brasileira, significa um grande esforço do estado como um todo”, ressaltou.

Fonte: Agência Minas/Agência Tucana

Segurança pública sofreu retrocesso na gestão de Dilma Rousseff

As ações positivas dos governos estaduais foram as principais responsáveis pela segurança do Brasil não apresentar um resultado ainda pior do que o registrado em 2011. A administração federal aplicou para a área uma política de muitos discursos e poucos investimentos efetivos.

A avaliação é do PSDB, que divulgou o Balanço Crítico do Governo Dilma Rousseff. No documento, o partido verifica o desempenho da administração federal em diferentes áreas, como economia, educação, saúde e outras.

Em seus primeiros dias de mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) convocou governadores para anunciar a implantação de uma nova política de combate à violência. Além de ser uma repetição de algo lançado em 2007 – no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do qual Dilma fazia parte – o projeto não saiu do papel.

O governo federal, ainda na gestão Lula, prometeu reduzir o índice de homicídios no Brasil: de 26 por 100 mil habitantes para 12 por 100 mil habitantes. O patamar não apenas não foi reduzido como a violência se elevou em algumas regiões. De fato, o cenário só não é mais grave porque alguns estados – notadamente Minas Gerais e São Paulo – tiveram uma melhora expressiva em sua segurança pública.

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Retrato do Brasil

Senador Aécio Neves

Publicado em 02/01/12

Fechamos o ano com a notícia de que o Brasil deverá ascender à posição de sexta economia do planeta, ultrapassando o Reino Unido.

Se essa é uma boa-nova, devemos recebê-la, porém, sem as tintas do excesso de euforia. Ainda temos um oceano pela frente para chegar ao patamar do PIB per capita inglês. As projeções de 2011 do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) revelam que o Brasil ocupa a 84ª posição no IDH, muito distante da 28ª posição do Reino Unido.

Do ponto de vista da nossa realidade, aos poucos, o Censo de 2010, do IBGE, desnuda o Brasil real e as suas grandes tragédias, que convivem com os avanços conquistados desde o advento do Plano Real.

Leia a íntegra na Folha de S.Paulo (para assinantes)

A importância das eleições municipais de 2012

Deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG

Publicado em 02/01/2012

O calendário político do novo ano é marcado pelas eleições municipais em outubro. Elegeremos mais de 5.000 mil prefeitos e vice-prefeitos e milhares de vereadores. O poder local é aquele que proporciona o mais efetivo exercício da democracia. A cidade é o cenário que emoldura o cotidiano das pessoas. A qualidade de vida é dada, em última análise, pelo ambiente vivido em cada município.

Nas experiências locais de poder é possível um acompanhamento muito mais próximo dos cidadãos em relação ao desenrolar das diversas políticas públicas, possibilitando participação direta e um maior controle social.

Eleger um bom prefeito faz toda a diferença. Assim como um mau prefeito pode provocar efeitos desastrosos. É nas cidades que a base de tudo é construída. Nenhum outro nível de poder consegue integrar com tal intensidade políticas de geração de emprego e renda, justiça social, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental.

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Destaque na Imprensa: Previsão de crescimento da economia brasileira em 2012 cai para 3,30%

Projeções da pesquisa Focus, elaborada pelo Banco Central, também pioraram para o setor industrial

Publicado em 02-01-12

A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2012 voltou a cair. Pesquisa semanal realizada pelo Banco Central junto aos analistas de mercado, a Focus, mostra que a expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – índice que mede o tamanho e a evolução da economia – caiu de 3,40% para 3,30%. Há um mês, o mercado previa expansão mais forte da economia, de 3,48% neste ano.

Para o ano passado – dado que será conhecido apenas em algumas semanas, os números também caíram novamente. De acordo com o levantamento, a mediana das expectativas para a expansão do PIB em 2011 recuou de 2,90% para 2,87%, ante os 3,09% registrados quatro semanas antes.

Em linha com a economia mais fraca, as projeções para o desempenho do setor industrial também pioraram. Para 2011, a expectativa de expansão do segmento caiu de 0,82% para 0,78%. Há um mês, o mercado apostava em avanço industrial de 0,94% no ano passado. Para 2012, os números não foram alterados e analistas mantiveram a previsão de crescimento de 3,43%, ante 3,46% de um mês atrás.

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Destaque na Imprensa: PF flagra desvio recorde de recursos públicos em 2011

Valor de R$ 3,2 bilhões é o dobro do apurado em 2010 e 15 vezes o de 2009

Operações da Polícia Federal sustentam que dinheiro foi usado, por exemplo, para subornar servidores e políticos

Publicado em 02-01-12

Operações da Polícia Federal flagraram desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos.

O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões). A título de comparação, representa quase metade do dinheiro previsto para as obras de transposição do rio São Francisco.

O total de servidores públicos presos também aumentou: de 124, em 2010, para 225, no ano passado.

Os números, a que a Folha teve acesso, estão em um relatório produzido a partir apenas das operações. Segundo a PF, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público tentar reaver o dinheiro.

Apesar de coincidir com o ano em que houve a chamada “faxina” no ministério de Dilma Rousseff, com a queda de seis ministros sob suspeitas de irregularidades, não há relação causal -as grandes operações decorrem de investigações mais antigas.

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