A Carta de Formulação e Mobilização Política desta sexta-feira (18) faz o alerta: feios sinais de crise começam a emergir na economia. “A geração de empregos está em queda livre, a dívida em dólar de empresas brasileiras disparou e as companhias locais já não conseguem acessar o mercado internacional para financiar seus investimentos”, enumera o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela. Para o órgão de estudos políticos do PSDB, o melhor que o governo tem a fazer é não apelar para improvisos, como já se teme por aí. “Para vencer as dificuldades, será preciso bem mais do que continuar apostando em lotar shopping centers”, recomenda o ITV. Confira:
Governo petista tenta enfraquecer lei de licitações ainda mais por meio de contrabando em MP
16/05/2012A Carta de Formulação e Mobilização Política desta quarta-feira (16) faz o alerta: mais uma vez o governo petista tenta legislar por meio de contrabandos. “Agora, busca estender o RDC, até aqui restrito a obras relacionadas à Copa e à Olimpíada, a uma carteira de mais de 8 mil empreendimentos. Os preparativos para os dois eventos continuam eivados de atrasos e de aumentos de custos. Numa situação assim, o que se exige é mais fiscalização e não menos, mas o desejo do PT de libertar-se das amarras da lei é antigo, e recorrente”, critica o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela. Confira a íntegra:
Dilma aproveita datas comemorativas para fazer anúncios, mas promessas ficam no papel
14/05/2012Como primeira mulher a governar o país, Dilma Rousseff tem tentado transmitir à população que dispensa atenção especial ao público feminino. “É bom que a presidente cuide das mamães, mas seria melhor ainda se o zelo se estendesse por todos os dias do ano e não apenas às datas comemorativas. Governar é muito mais do que distribuir bolsas, mas, também neste quesito, a presidente não fez diferença: continua tudo na promessa”, alerta a Carta de Formulação e Mobilização Política desta segunda-feira (14). Confira a íntegra abaixo:
Queda dos juros propagandeada pelo governo Dilma tem fôlego menor que o prometido
11/05/2012Começam a surgir indícios de que a queda de juros propalada pelo governo tem fôlego mais curto do que o prometido. “Há muita pirotecnia nas ações anunciadas, mas até agora elas só se mostraram boas para poucos”, atesta a Carta de Formulação e Mobilização Política desta sexta-feira (11), que completa: em banco de ferreiro, o juro é de pau. O documento editado pelo Instituto Teotônio Vilela aponta, por exemplo, que Caixa e BB não estão entre os que cobram menos para emprestar a seus clientes. “Com as evidentes limitações da economia brasileira, o fogo da inflação também ameaça alastrar”, avisa o documento do órgão de estudos políticos do PSDB. Leia abaixo:
Limites ao crescimento econômico do país estão mais evidentes do que nunca, alerta ITV
07/05/2012A Carta de Formulação e Mobilização Política desta segunda-feira (7) afirma que a cruzada contra os juros mostrou-se oportuna para o governo desviar o foco das dificuldades para o país crescer neste ano. “Os limites à expansão estão mais evidentes do que nunca, seja na indústria, no comércio exterior ou nos investimentos. Para ressuscitar a economia, não bastará mexer apenas algumas peças do tabuleiro. A mudança tem de ser mais profunda, a fim de criar ambiente favorável a um novo círculo virtuoso de crescimento, com equilíbrio”, diz o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela. Leia abaixo a íntegra:
Poupança é a primeira vítima do palavrório do governo Dilma contra os juros, avalia ITV
03/05/2012Tombou a primeira vítima do palavrório do governo contra os juros: Dilma Rousseff deve anunciar hoje uma “tunga” nas cadernetas de poupança, como aponta a Carta de Formulação e Mobilização Política desta quinta-feira (3). De acordo com o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela, o porto seguro das pequenas economias pagará o pato da “guerra santa” deflagrada pela presidente, “que, pelo jeito, não tem coragem para mexer no que realmente interessa: tributos e ganhos de bancos”. Ainda segundo o órgão de estudos políticos do PSDB, o PT repete a traumática experiência que o país viveu há 22 anos, com o hoje aliado Fernando Collor. Leia a íntegra abaixo:
Dilma tenta posar de mocinha após petistas praticarem maiores taxas de juro do mundo
02/05/2012Dilma Rousseff está em busca de uma bandeira para chamar de sua: a candidata da hora é a redução dos juros. “O problema é que a gestão petista sempre se comportou como usurária, praticando as maiores taxas do planeta. Com os efeitos da ilusória ‘faxina’ se desvanecendo na população, o governo tenta erigir novos mitos para manter alta a popularidade presidencial”, avalia a Carta de Formulação e Mobilização Política desta quarta-feira (2). No entanto, como avalia o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela, só com base na saliva os juros continuarão, porém, perversamente onde estão.
Intenção do PT de afrouxar regras para licitações abrirá espaço para verdadeira farra
27/04/2012Segundo a Carta de Formulação e Mobilização Política desta sexta-feira (27), logo, logo as discussões da CPI do Cachoeira devem desaguar na necessidade de rever e reforçar os mecanismos de fiscalização e controle existentes no país. “O submundo conseguiu transformar as licitações num crime que compensa. As dificuldades que a lei 8.666 impõe se tornaram uma forma de autoridades públicas venderem facilidades. Em vez de reformá-la, o PT quer disseminar o liberou geral do RDC nas obras do PAC”, alerta o documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela. Como alerta o órgão de estudos políticos do PSDB, será a farra do boi com dinheiro público. Confira a íntegra abaixo:
Dilma e Lula se juntam para atrapalhar CPI e transformar suspeitos em vítimas
26/04/2012Dilma Rousseff recorreu ontem, novamente, a seu tutor para afinar posições e conter as investigações da CPI do Cachoeira. “A estratégia é a mesma de sempre: tentar reverter as acusações transformando suspeitos em vítimas. Mas só com o que se sabe até agora, fruto da Operação Monte Carlo, já dá para suspeitar que um azeitado esquema de corrupção funcionou ancorado em polpudos contratos do PAC. Por isso, Dilma e Lula temem tanto a CPI”, aponta a Carta de Formulação e Mobilização Política desta quinta-feira (26). Confira a íntegra abaixo:
ITV promove debate com as bancadas sobre desindustrialização do país
25/04/2012O Instituto Teotônio Vilela (ITV) promoveu nessa terça-feira (24), em Brasília, debate sobre o processo de desindustrialização no país com a participação do economista Mansueto Almeida. O encontro, voltado para as bancadas do PSDB na Câmara e no Senado, fez parte do projeto “A Nova Agenda: Desafios e Oportunidades para o Brasil”. “O objetivo é reunir os parlamentares do partido para discutir as grandes questões nacionais. Verificamos neste momento que a indústria parou de crescer e perde participação no mercado. E não vemos qualquer política para compreender o problema”, destacou o presidente doITV, Tasso Jereissati, na abertura da reunião.
Durante sua exposição, o economista Mansueto Almeida afirmou que a expansão do gasto corrente nos últimos anos deixou o país sem folga fiscal para promoção de desonerações tributárias e realização de investimentos públicos. “Sem folga fiscal, o que acompanhamos, por parte do governo, são medidas ineficazes e desonerações muita pequenas”, apontou o economista, ao fazer alusão ao programa Brasil Maior, lançado recentemente pelo governo federal como plano de salvação da indústria nacional.
Na visão de Almeida, a escalada do gasto público ocorreu principalmente a partir de 2008, com o suposto argumento de se combater a crise financeira internacional. “Política anti-cíclica é feita com aumento de investimento público, mas o que se viu foi o crescimento da arrecadação e do gasto, associados a uma diminuição da capacidade de investimento público”, observou.
Segundo o economista, o governo federal também aumentou de modo expressivo os repasses de recursos do Tesouro para o BNDES, cujo estoque bateu em R$ 356 bilhões ao final de 2011. “A sociedade não entende que isso tem um custo fiscal muito alto”, alertou.
Por fim, Almeida afirmou que o cenário para os próximos anos é de preocupação. “Temos grandes desafios para resolver. Sem uma política adequada, o crescimento do país vai passar a ser definido não na Esplanada dos Ministério, mas na China”, assinalou, ao lembrar que os custos de produção no país estão muito altos em função de uma excessiva carga tributária e da dependência da economia brasileira do crescimento chinês.
Fonte: Diário Tucano

Escrito por psdbminas 


