Governador Antonio Anastasia anuncia alterações no secretariado

03/02/2012

O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta sexta-feira (03/02), o deslocamento do deputado Wander Borges (PSB) da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) para a Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária (Seerf). O deputado estadual Cássio Soares (PSD) será o novo secretário de Estado de Desenvolvimento Social.

Cássio Soares

O deputado Cássio Soares (PSD) nasceu em Passos (Sul de Minas), em 07 de junho de 1981. Está em seu primeiro mandato como deputado estadual, tendo sido eleito com mais de 36 mil votos. Vice-líder do bloco Transparência e Resultado de apoio ao Governo do Estado, integra as comissões de Constituição e Justiça e Segurança Pública e é suplente da comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Cássio é formado em Economia pelo Centro Universitário Unifacef de Franca (SP). Cursou também o Programa de Desenvolvimento de Gestores Públicos na Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte. Seu engajamento político começou em Passos em grupos de jovens, clubes de serviços e voluntariados e movimentos sociais.

Em 2005, trabalhou como assessor parlamentar na Câmara Municipal de Passos. Em 2007 foi chefe de gabinete do então secretário de Defesa Social, Maurício Campos Júnior, quando conheceu de perto a dinâmica da gestão pública implementada pelo Governo de Minas. Por sua atuação dinâmica, em 2009 foi nomeado pelo então governador Aécio Neves como Subsecretário de Inovação e Logística da Secretaria de Estado de Defesa Social, cargo em que permaneceu até 2010, quando se desincompatibilizou para se candidatar a deputado.

Wander Borges

Wander Borges (PSB) nasceu em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 19 de março de 1959. Deputado estadual, eleito com mais de 62 mil votos, exerceu os cargos de subsecretário estadual do Trabalho e Ação Social no primeiro mandato do governador Aécio Neves (2003-2006) e de presidente do Conselho Estadual de Assistência Social. Iniciou na vida pública como vereador mais votado em Sabará (1993/1996). Em 1996, foi eleito prefeito do município e reeleito em 2000. Foi eleito em 2006 para o primeiro mandato como deputado estadual e reeleito em 2010.

Wander Borges é autor da Lei 18.315, de 2009, que estabelece a Política Estadual Habitacional de Interesse Social. O secretário é contador e administrador, além de servidor público. É pós-graduado em Auditoria e Controle Externo, técnico mecânico, técnico metalúrgico e ex-funcionário do Banco Credireal. É inspetor do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.

Fonte: Agência Minas


Frente Mineira de Prefeitos realiza, em março, Seminário sobre Drogas em Belo Horizonte

03/02/2012

Valdimir Azevedo (PSDB), prefeito de Divinópolis, é o presidente da Frente Mineira de Prefeitos

O prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, presidente da Frente Mineira de Prefeitos, definiu em reunião com o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, vice-presidente na FMP, a realização do Seminário sobre Drogas, nos dias 12 e 13 março no Centro de Convenções da Prefeitura de Belo Horizonte.

O prefeito Márcio Lacerda disse que existe uma angústia muito grande na sociedade e nas famílias em relação a esse drama das drogas. “Cabe a nós prefeitos, tomarmos as medidas possíveis ao nosso alcance para minorar esse problema. Vejo como muito importante o trabalho coletivo e a troca de experiência. O prefeito Vladimir pela sua experiência, é muito lúcido e uma pessoa de decisão rápida e conseguimos neste encontro decantar as propostas existentes e chegamos a um bom acordo”, avaliou.

Para Vladimir, o encontro confirmado para março servirá para nivelar conceitos e informações, principalmente das cidades pólos radiando para as cidades menores. “Tivemos a oportunidade hoje de estruturar e moldar a grade desse Seminário, que é uma das minhas bandeiras. Temos que discutir esse problema da droga que assola a sociedade e colocar em pauta o papel do município”, comentou.

O presidente da Frente Mineira de Prefeitos adiantou ainda que Divinópolis terá uma participação no encontro mostrando a experiência na criação secretaria adjunta de políticas sobre drogas e direitos humanos. “ Será uma troca de experiência muito forte entre as cidades, principalmente nos trabalhos intersetoriais e multidisciplinares. Vamos alinhar todas as políticas em uma só frente”, finalizou.

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Paulo dos Prazeres, o encontro foi produtivo e serviu para acertar a metodologia do tema proposto. “ A conferência terá mesas de debates, apresentação de diretrizes de enfrentamento do problema, relatado nos mais diversos setores como, assistência social saúde, educação, esporte e gestão. Vamos apresentar os destaques das ações coordenadas no nosso município também”, apresentou. Já o secretário da entidade, Erick Nilson Souto, lembrou que o último encontro em Leopoldina foi determinante para a concretização do Seminário. “ Vamos agora convidar os representantes de Cidades-pólos e as cidades que fazem parte da Grande Belo Horizonte”, falou.



Mensagem do Planalto ao Congresso é confissão oficial do fracasso do primeiro ano de Dilma

03/02/2012

A edição 2012 da “Mensagem ao Congresso Nacional” enviada ontem ao Legislativo por Dilma Rousseff é uma confissão, com chancela oficial, do fracasso do primeiro ano da gestão da presidente, o nono da era petista. De acordo com o Instituto Teotonio Vilela, órgão de estudos políticos do PSDB, o documento corrobora o que se observa a olho nu no país: no ritmo atual, promessas feitas à época da campanha eleitoral demorarão décadas para serem cumpridas. “Quando nem isso se vislumbra, o governo apela para a mentira”, condena o ITV em sua carta de mobilização política desta sexta-feira. Confira a íntegra:

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Deputados avaliam que mensagem de Dilma enviada ao Congresso não convence

03/02/2012

A mensagem da presidente Dilma lida na reabertura dos trabalhos do Congresso nesta quinta-feira (2) não convenceu deputados tucanos. Na visão dos parlamentares, há muita promessa e pouca disposição em resolver problemas que afetam o Brasil. O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), destaca que as promessas do ano passado não foram executadas, aumentando a descrença no discurso da petista.

“Assistimos uma peça de ficção, a tomar pelo que vimos um ano atrás”, avalia. Em 2011, Dilma prometeu fazer a reforma tributária, que não saiu do papel. “Se a presidente teve boas intenções no texto lido hoje, podemos constatar absoluto grau de ineficiência, pois há enorme diferença entre o que foi dito e efetivamente apresentado ao longo do ano passado.”

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Após queda de ministro das Cidades, tucanos cobram postura firme contra corrupção

03/02/2012

Azeredo critica o governo por entregar aos partidos "de porteira fechada" os ministérios, que ficam sem o efetivo controle da presidente. Foto Ag.Senado

Deputados tucanos cobraram uma postura mais firme da presidente Dilma Rousseff para evitar os sucessivos casos de corrupção na Esplanada. Desde o início do governo, oito ministros caíram, sendo sete por suspeitas de irregularidades. O último deles, Mário Negromonte (Cidades), teve a demissão anunciada nesta quinta-feira (2) pelo Palácio do Planalto. O integrante do PP deixa a Esplanada após uma série de acusações, inclusive favorecimento na destinação de verbas da pasta.

Para o líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), o governo vive uma grande instabilidade ministerial. “A caneta que demite é a mesma caneta que nomeou. Já se foram oito ministros. Nesse ritmo, serão 24 até o final do mandato da presidente”, disse.

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), não se surpreendeu com a demissão. “Era uma morte anunciada. Trata-se de mais um ato publicitário da presidente Dilma. Quem nomeia e quem demite é o mesmo partido. Sai o ministro, mas o controle permanece com o mesmo grupo”, afirmou pelo Twitter.

De acordo com Eduardo Azeredo (PSDB/MG), a administração da petista tem se caracterizado pelo excesso de demissões e a substituição constante de ministros. “A presidente prefere se ver livre dos titulares em vez de assumir uma posição de maior liderança e efetivo controle. Isso traz uma posição de instabilidade para o país”, declarou.

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